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Blink-182: Melhorou, mas não o suficiente

Resenha - California - Blink-182

Por Erick Silva
Fonte: Blog Punhado de Coisas
Postado em 27 de julho de 2016

Nota: 6 starstarstarstarstarstar

Podemos analisar esse novo lançamento do Blink-182 sob dois pontos de vista. Primeiro, podemos comparar ele com os trabalhos mais antigos do grupo, aqueles discos engraçadinhos, que tirando o fato de "zoarem" com o mundo pop, eram tão genéricos quanto o alvo de suas piadas, como "Enema of the State", e seu mega-hit "All the Small Things" (quem não lembra do clipe, que tirava o maior sarro das chamadas boy bands?). Ou seja, nessa época, a banda era engraçadinha, e só. O segundo ponto de vista para analisarmos este mais recente disco é o fato de que não demorou muito em o grupo, digamos, "amadurecer", fazendo um som mais sisudo e reflexivo. Exemplo disso foi o intitulado "Blink-182", lançado em 2003.

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No fim, vamos perceber que em qualquer uma das duas análise, "California" se encaixa. Sétimo disco de estúdio do Blink, ele não é, necessariamente, um disco ruim, mas, parece ter "estagnado" no tal amadurecimento. Não fazem mais do que o feijão com arroz que já mostraram em outras ocasiões. E, olhem que o álbum até começa um pouco mais potente do que o pop pseudo-punk do grupo, normalmente, tende a mostrar, com a abertura "Cynical", rápida e empolgante, mostrando que, em termos instrumentais, o Blink melhorou bastante, ficando um pouco (mas, só um pouco) mais pesado. Chega (quase) a remeter alguns do melhores momentos do Bad Religion. Boa escolha para abrir esse trabalho.

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Em seguida, temos "Bored to Death", que já começa com esses versos: "Há um eco retirando o significado, Resgatando um pesadelo de um sonho, As vozes em minha cabeça estão sempre gritando, Que nada disso significa nada para mim". Ou seja, faz ligação direta com os sons mais melódicos da "fase madura" deles, mas, a música, em si, não é lá grande coisa, ficando, em geral, sem muita identidade. O mesmo vale para "She's Out Her Mind", com direito a coro emocore e tudo. Mais uma vez, é o instrumental que salva o dia aqui, principalmente, o baterista Travis Barker, que continua um "monstro".

Apesar de trazer um refrão propositalmente pop, a canção "Los Angeles" já traz uns elementos mais diferenciados, umas "viradas" no som, que deixa, ao menos, a música agradável. Só que aí chega "Sober", e a coisa não tem jeito: ela é excessivamente sem sal, sem carisma, sem instigação. Ao menos, é curta, assim como "Built this Pool", que em seus 16 segundos consegue ser até melhor que algumas das canções anteriores. "No Future" talvez seja uma das melhores do disco, lembrando um pouco Green Day, e com um som mais encorpado, pesado e interessante. Ponto pra eles por isso.

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Só que a falta de substância impera nas três canções seguintes: a lenta "Home is Such a Lonely Place" e as pesadas "Kings of the Weekend" e "Teenage Satellites", que a despeito (mais uma vez) do ótimo instrumental, não têm pode de fogo pra ficar na memória algum tempo depois de escutá-las. "Left Alone" já traz algum diferencial, até mesmo um som mais cadenciado, que torna a audição mais prazerosa. Daí, temos aquela que, assim, como "No Future", é uma grande música no disco: "Habbit Hole", veloz e certeira, que, ao vivo, deve ficar melhor ainda. Só que aí estamos quase no final do álbum, e fica perceptível que pouca coisa realmente se salvou. Tanto é que "San Diego" é uma canção que remete aos momentos mais monótonos desse trabalho, totalmente dispensável..

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Ao menos, a parte final do disco melhora (muito) as coisas. A rápida "The Only Thing That Matters" chega a ter influência (acreditem se quiserem!) do The Clash, e é ótima. A música que dá nome ao álbum, "California" é melódica, sim, mas, é melhor do que os "soníferos" anteriores que ouvimos ao longo desse trabalho. E, tudo se encerra com a "versão" de "Bohemian Rhapsody", e seus 30 segundos apenas, mas, que possui mais peso e garra do que 80% do disco todo. E, isso já diz muita coisa.

Sim, talvez esse seja o melhor trabalho do grupo, e sua curta duração não deixa nada ser muito traumático. Mesmo assim, o "melhor" que o Blink pode fazer ainda é algo que chega a ficar, pelo menos, na média. Para os fãs antigos, fica apenas a lembrança de uma banda limitada, mas, engraçada, e que agora, está ora pesada, ora melódica. A quem for se aventurar pelo som do grupo pela primeira vez através deste "California", talvez até goste, porém, existe coisa melhor feita nos dias de hoje em se tratando de rock (e, até os mais jovens sabem disso).

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Link da matéria:
http://blogpunhadodecoisas.blogspot.com.br/2016/07/disco-mais-ou-menos-recomendavel.html

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