Black Oil: Semelhante, mas de aura pura
Resenha - Resist To Exist - Black Oil
Por Vitor Franceschini
Postado em 15 de agosto de 2015
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Este segundo disco do Black Oil, banda californiana que conta com o guitarrista brasileiro Adassi Addasi, é detalhista. Apesar de se enveredar pelos caminhos do Groove, Thrash e Death Metal, o que encontramos aqui é uma sonoridade que não se contenta em fechar o leque.
A princípio, temos guitarras nervosas, com riffs agressivos e solos bem encaixados, deixando que a bateria dê a variação de ritmo e que o baixo adicione o ‘groove’ necessário às composições. Tudo tendo a frente os vocais insanos de Mike Black que alterna guturais sinistros com rasgados mais raivosos.
Mas, como dito no primeiro parágrafo, a banda ainda incrementa em sua música elementos e levadas que vão desde o mangue beat até influências da música latino-americana, sem demasia, mas de uma forma que transpareça e faça com que o ouvinte consiga sacar a proposta.
As letras com cunho revolucionário alternam idiomas, dando prioridade ao inglês, mas com passagens em espanhol e um pouco de português. Interessante que em alguns refrãos (outro elemento forte da banda) as letras são cantadas em duas línguas tendo o mesmo significado nas palavras. Essa foi uma sacada interessante que merece destaque.
Rise Up, que abre o disco, chega a ser uma música direta, mesmo com uma boa quebrada. Callate é outro destaque e conta com a participação de Tony Campos (Fear Factory, Ministry), sendo que a ‘abrasileirada’ Combustion (com participação de Silverio Pessoa) bebe na fonte de Sepultura (‘Roots’) e Soufly (de início). Destaque também para a nervosa Revolution (com participação de Raymond Herrera, ex-Fear Factory, Brujeria) e Stand Against Everything (que conta Hector Guerra, Zero el Vuh e Ricardo Vignini) e seu flerte com a música latino-americana.
Além destas participações, vale lembrar "Resist To Exist" foi gravado e produzido por Cristian Machado (do Ill Nino), Logan Mader (ex-Soulfly, Machine Head) e Erik Reichers. O que Black Oil apresenta neste álbum pode ser semelhante a várias coisas, porém é algo de extremo bom gosto e possui uma aura única. Apesar da agressividade do disco, é um trabalho que deve ser degustado aos poucos. Muito bom!
http://www.blackoil1.com/
https://www.facebook.com/blackoilofficial?fref=ts
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Foo Fighters - "Tenho muito a falar, mas preciso tomar cuidado", diz Josh Freese
Quem é Berzan Önen, o novo vocalista turco e fortão do Nevermore
A música do Queen que Brian May diz resumir o que a banda era "de verdade"
Bruno Sutter se pronuncia pela primeira vez sobre fim do namoro com Nyvi Estephan
Vocal do Lamb of God diz que antigo logo da banda parecia cardápio de restaurante
Dois anos após lançamento, guitarrista reflete sobre álbum mais recente do Pearl Jam
O melhor álbum solo de cada membro do Guns N' Roses, segundo o Loudwire
Jeff Loomis conta como honrará o legado de Warrel Dane na nova formação do Nevermore
"Ouvi e achei muito interessante": lenda do rock aprova o Sleep Token
Foo Fighters disponibiliza preview de 11 novas faixas em site oficial
A banda sem frescura que tinha os melhores músicos do rock, segundo Joe Perry
"Não havia uma única mulher na plateia": o começo estranho de uma lenda do rock
A pior música de "Ride the Lightning", de acordo com o Heavy Consequence
A banda de metal cujo cantor se disfarçava para não perder o emprego na Petrobras


CPM 22: "Suor e Sacrifício", o álbum mais Hardcore da banda
O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
O disco que "furou a bolha" do heavy metal e vendeu dezenas de milhões de cópias


