All That Remains: Grande amadurecimento na proposta instrumental
Resenha - Order of Things - All That Remains
Por Eder F. Santos
Fonte: Metal Rock and More
Postado em 26 de fevereiro de 2015
A banda formada em Massachusets chega aos seus quinze anos de carreira e apresenta "The Order of Things", seu sétimo álbum de estúdio. O disco, que é distribuído pela Razor & Tie Records e teve produção de Josh Wilbur (com trabalhos no Lamb of God e Tenacious D), pode ser definido como um aperfeiçoamento da proposta existente em seu antecessor, "A War You Cannot Win" de 2012.
All That Remains - Mais Novidades
"The Order of Things" não apresenta a velocidade e o peso que marcaram os primeiros trabalhos, especialmente o terceiro disco "The Fall of Ideals", mas em compensação podemos conferir um grande amadurecimento na proposta instrumental da banda, especialmente nos solos do guitarrista Oli Herbert, que estão mais elaborados e atrativos se compararmos com os do último álbum. Outro fato que merece destaque é a maior presença de Jeanne Sagan nos vocais, especialmente nas faixas com maior apelo comercial.
O disco abre com "This Probably Won’t End Well". A música tem início com o teclado que em seguida é acompanhado da guitarra base, posteriormente entra a guitarra solo de Hebert, tal combinação gera uma atmosfera incrível mas que termina assim que o vocal começa, e a faixa torna –se a mais fraca do play, chega a soar com uma música esquecida de ser colocada no álbum anterior. Na sequência "No Knock" faz as coisas melhorarem, uma das mais pesadas do disco, é um típico hardcore que narra o papel de quem vai dirigir o veículo em um plano de fuga. Em seguida "Divide" e "The Greatest Generation" são faixas típicas do metalcore que marca os últimos trabalhos banda.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
"For You" chama bastante atenção com a calmaria proporcionada pela guitarra acústica. Outro destaque da balada é o belo solo executado por Hebert. "A Reason for Me to Fight" e "Victory Lap" novamente trazem o álbum para os trilhos da distorção, porém deixam a desejar com a falta de guturais por parte de Philip Labonte, especialmente a primeira. "Pernicious" de certa forma mantem a mesma pegada mas o que a difere das anteriores é a participação mais expressiva de Jeanne nos vocais. Em seguida "Bite my Tongue" e "Fiat Empire" fazem lembrar os primeiros discos da banda, a primeira por apresentar uma maior criatividade instrumental, e a segunda pela ótima performance de Labonte.
Na sequência "Tru-Kvlt-Metal" finalmente revela o All That Remains, que conquistou sua maior base de fãs. Com uma pegada muito semelhante a "This Calling", o maior clássico da banda, a letra discorre sobre a falta de senso crítico das pessoas. A faixa faz uma perfeita combinação de três fatores. Uma boa letra, um instrumental pesado e criativo, além de guturais na medida certa.
"Criticism and Self Realization", faixa que encerra o álbum, acaba deixando a desejar em um desses fatores. A letra que em um primeiro momento deixa entender que vai seguir com o protesto anterior, acaba se tornando em uma mensagem com pouco sentido concreto. No restante é uma das melhores do álbum.
The Order of Things apresenta – se como um disco mais técnico e criativo se compararmos com seu antecessor, porém isso custou uma perda de peso nas músicas. Se a mudança foi pra melhor ou pra pior, cada um pode ouvir e ter suas próprias conclusões.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As duas bandas de metal que James Hetfield não suporta: "Meio cartunesco"
5 bandas de abertura que roubaram o show e deixaram artistas gigantes sem saber o que fazer
Metallica reúne mais de 90 mil pessoas no primeiro show de 2026
10 bandas de rock que já deveriam ter se aposentado, segundo o Guitars & Hearts
Os dois melhores álbuns dos anos 1970, segundo David Gilmour
Angra celebrará 30 anos de Holy Land com show em Porto Alegre em setembro
Por que Floor Jansen pediu uma bolsa de carne ao tentar comprar item de bebê na Suécia?
Peça polêmica que envolve dedos e orifícios é arte? Rafael Bittencourt opina
Quando Ritchie Blackmore falou merda e perdeu a amizade de um rockstar maior que ele
O clássico do Bullet for My Valentine que tem riff inspirado no tema do filme "O Exorcista"
"O cara pirou?"; quando o pessoal do Led duvidou da sanidade de Page ao montar um clássico
O álbum dos anos 1990 que Mick Jagger considera perfeito: "Cada faixa é um nocaute"
As 20 melhores músicas do Iron Maiden segundo o WatchMojo.com
Fã joga disco em Eric Clapton e ele abandona show na Espanha
Dragonforce faz primeiro show com Alissa White-Gluz; veja os vídeos
O álbum do Metallica que homenageia Layne Staley, do Alice In Chains
Guitarristas: E se os mestres esquecessem como se toca?
Seis citações de Raul Seixas a Jesus Cristo em letras com intenções bem distintas
Biohazard fez a espera de treze anos valer a pena ao retornar com "Divided We Fall"
Stryper celebra o natal e suas quatro décadas com "The Greatest Gift of All"
Kreator - triunfo e lealdade inabalável ao Metal
"Eagles Over Hellfest" é um bom esquenta para o vindouro novo disco do colosso britânico Saxon

