Evergrey: tudo para figurar entre os melhores álbuns de 2014!
Resenha - Hymns For The Broken - Evergrey
Por Edilson Luiz Piassentini
Postado em 17 de outubro de 2014
Já se passavam 3 anos do lançamento de Glorious Collision e a expectativa para um novo álbum dos suecos do Evergrey era grande. E a turma de Tom Englund voltou em grande estilo com o mais novo álbum Hymns for the Broken.
Uma grande surpresa foi o retorno do guitarrista Henrik Danhage e do baterista Jonas Ekdahl, onde juntos participaram dos álbuns The Inner Circle (2004), Monday Morning Apocalypse (2006) e Torn (2008) e do excelente DVD A Night to Remember de 2005.

Pode ser coincidência, mas o retorno dos dois músicos fez com que a criatividade e a qualidade da banda nos levasse aos tempos clássicos de Recreation Day e The Inner Circle.
The Awakening, uma introdução sombria, nos prepara para o que tem tudo para virar um dos grandes clássicos da banda. A faixa Kings Of Errors, que ganhou um vídeo clipe, é cadenciada e pesada, excelentes solos, com uma grande atmosfera e um caída sensacional, sem contar com os belos vocais de Tom Englund. Com certeza o grande destaque do álbum.

Na sequencia, A New Dawn com muito peso e com belas passagens de teclado que nos cativa com um refrão simples e direto e muito emotivo!
Wake a Change podemos dizer que é a mais experimental do álbum, pois utilizasse de elementos eletrônicos que se encaixam perfeitamente no clima soturno e obscuro da música, que nos remete a um clima sombrio.
Em seguida Archaic Rage com ótimos trabalhos de teclados e grandes riffs, é cadenciada e com linhas vocais bastantes emotivas. Grande destaque para o tecladista Rikard Zander.
O momento épico do álbum vem com Barricades. Com um começo pesado e mais um vez com grande trabalho de teclado, deixa ainda mais bela a canção os típicos solos avassaladores de Henrik Danhage. Em sequencia temos Black Undertow com uma atmosfera tensa e obscura, com um belo refrão e solos de guitarras bastantes melódicos!
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel | O momento enérgico do álbum vem com The Fire, com grande trabalho do baterista de Jonas Ekdahl e do baixista Johan Niemann. Grande destaque para as linhas vocais e coros maravilhosos que nos preparam para um belo refrão.
A faixa título com certeza será a que irá brigar com Kings of Errors para ser o grande clássico do álbum! A interpretação de Tom Englund em Hymns for the Broken é algo certamente emocionante. Com uma melodia perfeita e ótimos riffs, o refrão é daqueles que você decora apenas na primeira ouvida. Uma música intensa, atmosférica e melódica.
Em seguida, Missing You é uma daquelas baladas típicas de Evergrey. Apenas teclado e voz, simples, direta, e tocante.

Chegando ao final do álbum The Grand Collapse começa com teclados sombrios seguidos de riffs pesados e com muita cadencia. Ao decorrer da canção, muitas variações e peso, com ótimo trabalho de bateria que nos faz lembrar canções do álbum The Inner Circle. um clima muito sombrio e uma atmosfera poderosa.
Para finalizar em grande estilo, com seus mais de 7 minutos, The Aftermath. Um belo início com teclado e violão, acompanhado da voz impactante e emocionante de Tom Englund. Música bem cadenciada, simples, porém com elementos que a transforma numa atmosfera maravilhosa e intensa, capaz de derrubar lágrimas dos que escutam, tamanha sensibilidade que a mesma nos transmite. Realmente para fechar com chave de ouro esse grande trabalho.

Pois bem, são um pouco mais de 60 minutos, que parecem que passam em 10, tamanha coesão que o álbum possui. Digno de ouvir repetidamente sem parar.
O Evergrey voltou, e voltou em grande estilo, com aquele clima melancólico que só a banda tem, o que faz com que a banda seja considerada autêntica e única.
Com certeza, um álbum para figurar entre os melhores álbuns lançados em 2014.
Evergrey - Hymns For The Broken
1 – The Awakening
2 – King Of Errors
3 – A New Dawn
4 – Wake A Change
5 – Archaic Rage
6 – Barricades
7 – Black Undertow
8 – The Fire
9 – Hymns For The Broken
10 – Missing You
11 – The Grand Collapse
12 – The Aftermath
Gravadora: AFM Records
Evergrey é:
Tom S. Englund – Vocal e guitarra
Rikard Zander - Teclado
Johan Niemann – Contrabaixo
Henrik Danhage – Guitarra
Jonas Ekdahl – Bateria

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