Dead Or Alive: Mais pesado, mais técnico e mais bem produzido
Resenha - Last Man Standing - Dead Or Alive
Por Vitor Franceschini
Postado em 07 de agosto de 2014
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Dizem por aí que o terceiro trabalho é a maior provação de uma banda e o responsável por consolidar a carreira. Se isso é um fato ou não, não cabe a este que vos escreve dizer. Mas se depender disso, "Last Man Standing", dos araraquarenses da Dead Or Alive, também conhecida como D.O.A., a consolidação está feita.
Em primeira instância, o terceiro álbum do trio é de longe o mais pesado e bem produzido, além de conter doses dobradas em quase tudo. O trabalho de guitarras está de tirar o chapéu, com riffs bem elaborados, afinação baixa e um trabalho de solos com boas melodias se encaixando perfeitamente.
A cozinha está segurando a onda como sempre, onda essa que redobra a função do baterista Billy, The Willie que também é vocalista e desenvolve suas duas funções muito bem, notando-se uma pegada mais certeira, além dos vocais estarem mais enérgicos e variados do que antes.
E impressiona, pois a trinca inicial com Ambush (veja o belo clipe no final da resenha), Six Black Horses e Adiós, Cabron (que interpretação do vocal, que pegada!) é de matar logo de cara. E quando você pensa que vai respirar Two Girls Sexxxperience mantém a chama, mas de uma forma mais ‘suave’ e cadenciada, porém com um refrão bem legal.
Covering My Body With Ink possui um riff de peso descomunal e mais um refrão de primeira. Vale lembrar que a faixa conta com a participação do guitarrista Cleber Shimu no solo. Aliás, as levadas dos refrãos talvez sejam os resquícios Hard Rock que sobraram neste trabalho. Nervoso e recomendável!
https://www.facebook.com/pages/Dead-or-Alive-SP/237864446272913?fref=ts
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As quatro melhores músicas do Led Zeppelin, segundo Robert Plant
A melhor música de rock progressivo de todos os tempos, segundo os leitores da Prog
O maior álbum do Queen para Chad Smith; "Eu sempre aumento o volume"
Com ex-Nirvana na bateria, Sleep anuncia nova formação
O maior baixista de todos os tempos, de acordo com Lemmy
Alissa White-Gluz mantém Blue Medusa como prioridade mesmo no Dragonforce
Hellfest restringe álcool e desaconselha levar crianças no fim do festival
O significado irônico de "Somos tão jovens", verso que encerra "Tempo Perdido"
A música do Slayer que soa como Iron Maiden em alta velocidade, segundo a Kerrang!
Keith Richards não acredita que os Rolling Stones farão uma nova turnê
Eric Martin diz que se sentia um impostor no metal antes do Avantasia
O músico que The Edge, do U2, gostaria de encontrar no céu
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
Nita Strauss cresceu acreditando que era descendente de Johann Strauss
A banda punk que Bono considera a melhor de todos os tempos
O curioso vídeo que mostra o Nirvana tocando Led Zeppelin antes do Dave Grohl entrar
Ira!: Nasi revela diferença entre namoros com Marisa Monte e com Marisa Orth
Como era o esquema de "jabá" do Chacrinha nos anos 1980, segundo Edgard Scandurra


"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
"MI'RAJ" - quando Edu Falaschi troca a velocidade pela emoção e encerra trilogia com maturidade
A Lapidação da alma: O triunfo conceitual do Big Big Train em "Woodcut"
HellLight - Reafirmando seu espaço entre os melhores da safra do gênero.
"Betrayed By Obedience", do Infected Cells, é death metal bruto, técnico e direto
Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
Iron Maiden: "The Book Of Souls" é uma obra sem precedentes



