Dead Or Alive: Mais pesado, mais técnico e mais bem produzido
Resenha - Last Man Standing - Dead Or Alive
Por Vitor Franceschini
Postado em 07 de agosto de 2014
Nota: 8 ![]()
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Dizem por aí que o terceiro trabalho é a maior provação de uma banda e o responsável por consolidar a carreira. Se isso é um fato ou não, não cabe a este que vos escreve dizer. Mas se depender disso, "Last Man Standing", dos araraquarenses da Dead Or Alive, também conhecida como D.O.A., a consolidação está feita.
Em primeira instância, o terceiro álbum do trio é de longe o mais pesado e bem produzido, além de conter doses dobradas em quase tudo. O trabalho de guitarras está de tirar o chapéu, com riffs bem elaborados, afinação baixa e um trabalho de solos com boas melodias se encaixando perfeitamente.
A cozinha está segurando a onda como sempre, onda essa que redobra a função do baterista Billy, The Willie que também é vocalista e desenvolve suas duas funções muito bem, notando-se uma pegada mais certeira, além dos vocais estarem mais enérgicos e variados do que antes.
E impressiona, pois a trinca inicial com Ambush (veja o belo clipe no final da resenha), Six Black Horses e Adiós, Cabron (que interpretação do vocal, que pegada!) é de matar logo de cara. E quando você pensa que vai respirar Two Girls Sexxxperience mantém a chama, mas de uma forma mais ‘suave’ e cadenciada, porém com um refrão bem legal.
Covering My Body With Ink possui um riff de peso descomunal e mais um refrão de primeira. Vale lembrar que a faixa conta com a participação do guitarrista Cleber Shimu no solo. Aliás, as levadas dos refrãos talvez sejam os resquícios Hard Rock que sobraram neste trabalho. Nervoso e recomendável!
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