Skinning: Patrícios do Metal extremo
Resenha - Cerebral Mutilation - Skinning
Por Vitor Franceschini
Postado em 31 de março de 2014
Nota: 8 ![]()
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Surpreendente o primeiro trabalho destes portugueses de Guimarães. Fundada em 2011, o trio havia lançado apenas o EP "Beneth The Scars" em 2012 e agora estreia oficialmente com este trabalho que leva o singelo nome de "Cerebral Mutilation".
Pela capa e nome do disco logo imaginamos algo voltado para o Splatter/Gore, porém, é um ledo engano. A brutalidade aqui caminha pelos trilhos do Death Metal mesmo, principalmente quando a denominação leva o termo brutal em sua composição. A temática abrange diversos aspectos, principalmente a mente doentia humana.
Destacando primeiramente o trabalho da guitarra, executado pelo também vocalista Vitor Lopes. Os riffs soam insanos e agressivos, lembrando o que Deicide apresentou em "Serpents Of The Light" (1997), ou seja, há uma pegada Grind nisso tudo, mas executado com mais versatilidade e variação.
Aliás, Vitor tem um timbre parecido com o de Glen Benton e Alex Camargo (Krisiun), ressaltando que, apesar destas influências, a sonoridade do Skinning possui uma característica própria. O baixo de Baal Roi faz o chão tremer com linhas diretas e nervosas que não dão descanso.
Mas, individualmente, o destaque principal sem sombras de dúvidas é o baterista Luís Barroso. Desumana, assim pode ser definida a precisão e velocidade que o cara demonstra em seu instrumento. Os ‘blast beats’ são verdadeiras britadeiras e as quebradas exploram de forma magistral os bumbos duplos. Intenso!
A produção do trabalho é boa, e deixou apenas a bateria um pouco estridente, o que não é um cisco perto da qualidade do disco, mas é sempre bom ressaltar. Destaque para Without Glory, I´m Still Victorious e Infested Land Of Mutilated Corpses, mas na boa? Melhor ouvir tudo. Belíssimo trabalho!
https://www.facebook.com/pages/SKINNING/307359749303706
https://soundcloud.com/skinningband
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