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Within Temptation: Com Hydra, banda amplia seus horizontes

Resenha - Hydra - Within Temptation

Por
Fonte: Sinfonia de Ideias
Postado em 08 de fevereiro de 2014

Nota: 8 starstarstarstarstarstarstarstar

Hydra é o sexto álbum do WITHIN TEMPTATION, e um marco em sua carreira. O trabalho é bastante experimental e a banda deixou claro em entrevistas que estava realmente buscando uma nova direção. O septeto abusou do conceito de "mente aberta". O título vem de encontro com esta proposta: Hidra, a figura mitológica grega com muitas cabeças.

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Abrindo com "Let Us Burn", uma faixa com características reminiscentes do álbum anterior, The Unforgiving, Hydra é um disco surpreendente em alguns momentos, familiar em outros. Depois desta primeira faixa, vem uma sequência com três das quatro parcerias do disco.

A primeira, "Dangerous", traz os vocais de HOWARD JONES (ex-KILLSWITCH ENGAGE, ex-BLOOD HAS BEEN SHED), uma participação realmente especial por se tratar de um músico que vem lutando contra as complicações da sua diabetes. A dupla de vocalistas entrega um bom dueto, mas ele quase se ofusca por causa dos riffs matadores do trio ROBERT WESTERHOLT, RUUD JOLIE e STEFAN HELLEBLAD. A faixa fica ainda mais legal quando você assiste ao clipe dela, no qual a vocalista SHARON DEN ADEL está mais bela do que nunca, e que contém partes gravadas no Rio de Janeiro, cidade sobre a qual o paraquedista norueguês Jokke Sommer faz manobras de tirar o fôlego, filmadas por câmeras acopladas ao seu traje.

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Em seguida, a faixa mais experimental e "arriscada" do disco: "And We Run", com o rapper - isso mesmo, rapper - XZIBIT. Quem não for muito conservador admitirá que a combinação foi um tiro certo, ainda que alguns fãs certamente estejam prontos para arremessar pedras contra o grupo por recorrer a este tipo de parceria. Se levarem este dueto para os palcos, é capaz até de ocorrerem protestos.

A parceria com TARJA, "Paradise (What About Us?)" foi o primeiro single divulgado e tem características que lembram a própria carreira solo da vocalista. Por incrível que pareça, não é o ponto alto do disco, e isso é uma prova de que, mesmo quando duas das maiores vocalistas femininas da atualidade se juntam, o resultado não necessariamente fica próximo dos seus melhores momentos em suas carreiras individuais.

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Fechando esta primeira metade do disco, temos "Edge of the World". Serena em sua primeira metade, cede espaço mais tarde para as guitarras que irrompem em um impressionante trabalho com toques extremos.

A segunda metade do disco agradará a todos os fãs, por trazer uma sequência ininterrupta de faixas pesadas e diretas, com direito aos velhos guturais de ROBERT. Fecha esta metade e o disco regular a faixa quase-pop "Whole World is Watching", com a participação de DAVID PIRNER (SOUL ASYLUM) ou PIOTR ROGUCKI (COMA) na versão polonesa do álbum.

O disco bônus traz alguns covers "estranhos" de artistas como LANA DEL RAY e ENRIQUE IGLESIAS. São 4 dos 15 covers preparados pela banda para um programa comemorativo de seus 15 anos na rádio belga Q-Music. 11 desses covers foram inclusive lançados em um álbum especial chamado The Q-Music Sessions. As outras quatro faixas consistem em "evolution tracks", ou seja, vários trechos emendados das diferentes versões demo de cada faixa.

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Apesar de estar totalmente dentro da proposta experimental do disco, manter os covers em um disco separado foi uma decisão inteligente, por fugirem bastante do estilo da banda, ainda que ela tenha conseguido deixar sua marca nas versões. Quanto às "evolution tracks", elas ajudam a compreender, de fato, a evolução pela qual uma canção passa em seu processo de criação. Um item obrigatório para colecionadores, e um jeito interessante de aproximar do público o caminho percorrido por uma faixa.

Por mais que o disco tenha dois ou três momentos que merecem revisão, o álbum pode ser descrito como um dos melhores da banda até hoje. Não que o experimentalismo seja uma novidade na carreira do grupo, mas nunca ele foi tão bem dosado. O que torna este disco bom não é o som apenas, mas todo o conjunto da obra: a música, o conceito, as letras, as inovações, a divulgação; enfim, todo um trabalho impecável de pré e pós produção.

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Abaixo, o clipe de "Dangerous".

Assistir vídeo no YouTube

Track-list:
1. "Let Us Burn" - 5:13
2. "Dangerous" - 4:53
3. "And We Run" - 3:50
4. "Paradise (What About Us?)" - 5:22
5. "Edge of the World" - 4:55
6. "Silver Moonlight" - 5:17
7. "Covered by Roses" - 4:48
8. "Dog Days" - 4:47
9. "Tell Me Why" - 6:12
10. "Whole World Is Watching" - 4:03

Faixas bônus:
11. "Radioactive" (cover do Imagine Dragons) - 3:15
12. "Summertime Sadness" (cover de Lana Del Rey) - 4:07
13. "Let Her Go" (cover de Passenger) - 3:44
14. "Dirty Dancer" (cover de Enrique Iglesias) - 4:15
15. "And We Run" (Evolution Track) 5:41
16. "Silver Moonlight" (Evolution Track) - 6:05
17. "Covered By Roses" (Evolution Track) - 4:43
18. "Tell Me Why" (Evolution Track) - 5:00

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Sobre Victor de Andrade Lopes

Victor de Andrade Lopes é jornalista (Mtb 77507/SP) formado pela PUC-SP com extensões em Introdução à História da Música e Arte Como Interpretação do Brasil, ambas pela FESPSP, e estudante de Sistemas para Internet na FATEC de Carapicuíba, onde mora. É também membro do Grupo de Usuários Wikimedia no Brasil e responsável pelo blog Sinfonia de Ideias. Apaixonado por livros, ciências, cultura pop, games, viagens, ufologia, e, é claro, música: rock, metal, pop, dance, folk, erudito e todos os derivados e misturas. Toca piano e teclado nas horas livres.
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