Infection: Death Metal manauara puro e sem rodeios
Resenha - Vale dos Suicidas - Infection
Por Leonardo M. Brauna
Postado em 06 de janeiro de 2014
Death Metal manauara puro e sem rodeios, assim faz o INFECTION. Os caras assimilaram bem as suas influências ‘old school’ e lançaram um registro que define muito a sua proposta. Surgidos em 2005 onde no mesmo ano dividiram um ‘split’ com ARS TENEBRAE, eles em 2007 lançaram a primeira demo, ‘Infecting the World’. Retornando ao estúdio em 2012 é lançado o terceiro trabalho, ‘Vale dos Suicidas’.
A demo contém cinco registros que são quatro canções cantadas em português e uma em inglês. As características do Death Metal original são percebidas logo na introdução da faixa título, com o vocalista CARLOS mostrando que tem pomo de adão para notas guturais. Quem já ouviu IMMOLATION ou INCANTATION sabe do que estou falando.
CARLOS também assume o baixo e mostra ter talento para as duas áreas. Durante as cinco execuções, o peso é mantido com categoria sem estrapolações e muito bem encaixado. Exemplificando, ‘O Retorno do Pesadelo’ é uma canção com passagens mais pesadas e que valoriza bastante o trabalho das quatro cordas.
MARCIANO (guitarrista) é o que traz para o ‘Vale dos Suicidas’ as idéias mais tupiniquins, pois seus riffs rasteiros que primam pela velocidade, parecem sair da escola do SEPULTURA (fase JAIRO TORMENTOR), SARCÓFAGO e SEXTRASH. A música ‘Gritos de Agonia’ é a que mais nos guia a essa lembrança.
Como já fazem dois anos de seu lançamento, o que se espera é que CLEYTON (baterista) possa ter aprimorado mais a sua técnica. Não que ele tenha descumprido o seu papel aqui, mas em alguns momentos ele deixa dominar-se pelo excesso de fibra e com isso passa alguns milímetros da conta.
Para mim o único pecado do CD está na falta de informação técnica. O encarte vem com as letras das quatro músicas (a quinta faixa, ‘Warriors of Death’, por ser bônus não contém letra no encarte), a capa com um desenho fabuloso, mas não existe nome dos integrantes ou produção escritos, porém o conteúdo sonoro pode compensar essa falta. Então é hora de procurar a sua cópia!
Formação:
CARLOS – Baixo, Vocal;
MARCIANO – Guitarra, Backing Vocal;
CLEYTON – Baterista.
Faixas:
01 – Vale dos Suicidas;
02 – Discórdia e Morte;
03 – O Retorno do Pesadelo;
04 – Gritos de Agonia;
05 – Warriors of Death.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O maior álbum grunge para muitos, e que é o preferido de Eddie Vedder
Mike Portnoy passa mal e vomita durante show do Dream Theater
Anika Nilles conta como se adaptou ao estilo de Neil Peart no Rush
Dave Mustaine afirma que setlists dos shows do Megadeth são decididos em equipe
As únicas três músicas do Sepultura que tocaram na rádio, segundo Andreas Kisser
Lips, vocalista e guitarrista do Anvil, acredita que irá morrer nos próximos 10 anos
A melhor música de cada álbum do Ozzy Osbourne, de acordo com a Loudwire
"Dias do vinil estão contados", diz site que aposta no CD como o futuro
AC/DC nos anos 70 impressionou Joe Perry e Eddie Van Halen: "Destruíam o lugar"
Andreas Kisser fala sobre planos para o pós-Sepultura e novo EP
A banda portuguesa com o melhor álbum de 2026 até agora, segundo Milton Mendonça
A música "fundamental" que mostrou ao Metallica que a simplicidade funciona
A banda iniciante de heavy metal que tem como objetivo ser o novo Iron Maiden
O significado da expressão "Flag of Hate", segundo o vocalista do Kreator
O país em que Axl Rose queria tocar com o Guns N' Roses após ver Judas Priest brilhar lá
Jimmy Page relembra a filosofia do Led Zeppelin diante das constantes críticas negativas
A opinião de Ritchie Blackmore sobre Tommy Bolin, que o substituiu no Deep Purple
Geddy Lee revela como o dinheiro era dividido no Rush

Moonspell atinge o ápice no maravilhoso "Opus Diabolicum - The Orchestral Live Show"
Carach Angren - Sangue, mar e condenação no Holandês Voador
Testament - A maestria bélica em "Para Bellum"
Auri - A Magia Cinematográfica de "III - Candles & Beginnings"
Orbit Culture carrega orgulhoso a bandeira do metal moderno no bom "Death Above Life"
O melhor disco ao vivo de rock de todos os tempos



