Tyrants Blood: Aos aficionados por Metal extremo

Resenha - Into the Kingdom of Graves - Tyrants Blood

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Por Vitor Franceschini
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Terceiro disco deste quarteto canadense de Vancouver, "Into The Kingdom of Graves" fará a festa dos headbangers mais radicais aficionados por Metal extremo. Afinal, o que encontramos aqui são músicas que seguem a raiz do Death Metal com toda aquela aura maléfica dos primórdios do estilo.

A banda não se envereda por frescuras e bate estaca sem dó. Ouvindo mais atentamente ainda notamos influências do Thrash e do Black Metal, mas o Metal da morte se faz mais presente desde os riffs, blast beats e vocais urrados.

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Apesar da produção suja, é perceptível certa técnica na banda. Principalmente da cozinha que não tem dó e soa extremamente agressiva. Com viradas interessantes, o baixo de Vinnie Borden e a bateria de Matt Blood marcam forte presença e não soam como meros coadjuvantes.

São 10 composições brutais, onde o destaque fica por conta de Disowned and Defiled, Conjure the Watcher e a faixa título. Se você aprecia um som extremo sem frescuras, rústico, primitivo, mas que incorpora certa técnica, o Tyrants Blood é o nome certo. Completam o time Marco Banco (guitarra) e Brian "Messiah" Langley (vocal).

http://www.tyrantsblood.com/
http://www.facebook.com/TYRANTSBLOOD

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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