Amaranthe: mistura coesa de muito peso e ótimas melodias
Resenha - Nexus - Amaranthe
Por Junior Frascá
Postado em 12 de maio de 2013
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Após chamar a atenção da mídia e dos fãs da música pesada com seu debut autointitulado (que inclusive foi lançado no mercado nacional pela Hellion Records), o AMARANTHE não perdeu tempo e voltou ao estúdio para registrar seu novo disco, "Nexus".
O novo disco, no geral, é uma continuação natural do aclamado "Amaranthe", sem muitas modificações (embora a produção seja notavelmente melhor que o anterior, que já era muito boa). Ou seja, temos aqui aquela mistura coesa de muito peso e ótimas melodias, tendo como diferencial as três vozes distintas de Jake E., Elize Ryd e Andy Solvestrom. Assim, se você já não gostou do primeiro disco dos caras, certamente também não gostará desse; mas se apreciou o primeiro, com certeza terá aqui novamente uma audição muito prazerosa.
O instrumental da banda continua sendo um show à parte, com os ótimos riffs e solos de guitarra de Olof, que também é responsável pelos arranjos de teclado, e pela cozinha precisa e consistente de Morten e Johan, dando todo o suporte para os três vocalistas da banda brilharem. E quem acaba se destacando, como no trabalho anterior, é a bela Elize, que canta nos momentos mais grudentos e cativantes das faixas, que são seus refrãos. Sua voz é muito boa, e encaixa perfeitamente com a proposta da banda, em especial no contraste com os vocais guturais de Andy.
As três primeiras faixas do disco, "Afterlife", "Invencible" e "Nexus" são as melhores, e evidenciam todas as características da banda, em especial o peso das guitarras (muito bem timbradas, diga-se), e as ótimas linhas vocais, com aqueles refrãos que o ouvinte já sai cantando logo após a primeira audição.
Contudo, em alguns momentos, por seguir sempre a mesma fórmula em suas faixas, a audição acaba se tornando um pouco cansativa com o passar do tempo, mas nada que comprometa a qualidade final do material.
É uma banda, pois, que tem tudo para marcar seu nome como uma das melhores do metal contemporâneo, embora ainda seja ignorada por uma parcela relevando dos fãs mais tradicionalistas da música pesada, devido a produzirem uma sonoridade mais moderna.
Nexus - Amaranthe
(2013 - Spinifarm - Importado)
Jake E - vocal limpo
Elize Ryd - vocal feminino
Andy Solvestrom - vocal gutural
Olof Mörck - guitarras e teclado
Morten Lowe - bateria
Johan Andreassen - baixo
Track List:
1. Afterlife
2. Invincible
3. The Nexus
4. Theory of Everything
5. Stardust
6. Burn With Me
7. Mechanical Illusion
8. Razorblade
9. Future on Hold
10. Electroheart
11. Transhuman
12. Infinity
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Foo Fighters - "Tenho muito a falar, mas preciso tomar cuidado", diz Josh Freese
Quem é Berzan Önen, o novo vocalista turco e fortão do Nevermore
O melhor álbum solo de cada membro do Guns N' Roses, segundo o Loudwire
Vocal do Lamb of God diz que antigo logo da banda parecia cardápio de restaurante
Jeff Loomis conta como honrará o legado de Warrel Dane na nova formação do Nevermore
A música do Queen que Brian May diz resumir o que a banda era "de verdade"
A pior música de "Ride the Lightning", de acordo com o Heavy Consequence
A banda sem frescura que tinha os melhores músicos do rock, segundo Joe Perry
Foo Fighters disponibiliza preview de 11 novas faixas em site oficial
Nevermore divulga documentário que mostra performance da nova formação
"Ouvi e achei muito interessante": lenda do rock aprova o Sleep Token
O baterista que nos deixou precocemente e que Elton John disser ser um dos maiores
A maior banda de rock de todos os tempos, segundo Mick Fleetwood
Slash revela onde acontece a democracia - que não é a chinesa - no Guns N' Roses
Ritchie Blackmore avalia os guitarristas que o substituíram no Deep Purple
Kerry King diz que Venom é a "melhor banda de merda de todos os tempos"
O que significa "frequentar as festas do Grand Monde", cantado por Cazuza em "Ideologia"


CPM 22: "Suor e Sacrifício", o álbum mais Hardcore da banda
O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
O disco que "furou a bolha" do heavy metal e vendeu dezenas de milhões de cópias



