Buckcherry: "Confessions", mais um disco sólido na discografia
Resenha - Confessions - Buckcherry
Por Carlos H. Silva
Postado em 27 de abril de 2013
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
O Buckcherry não é uma banda muito conhecida aqui no Brasil, mas faz um som de muita qualidade e talvez falte um ou dois grandes hits para se tornar um grupo maior por aqui.
A banda existe desde 1995, Confessions (2013, via Century Media) é o seu sexto álbum de estúdio e foi produzido pela própria banda.
Os caras pisam fundo naquele tipo de hard rock 'n' rollzeado americano com muita influência de Aerosmith (antigo) e uma pegada bastante forte de influência dos australianos do AC/DC, mas sem nunca soar como cópia de nenhuma delas.
A banda é formada por Xavier Muriel (bateria), Jimmy Ashhurst (baixo), Stevie D. (guitarra-base) e a dupla principal: o vocalista Josh Todd e o guitarrista solo Keith Nelson, responsáveis pela maior parte das composições da banda.
Confessions é bastante sólido e mantém o padrão de bons discos na discografia da banda.
Wrath pode ser usada como exemplo de como é o som deles: pesado, melódico e com poder radiofônico. Mas o primeiro single ficou com a faixa de abertura Gluttony, outra ótima canção.
Outros destaques ficam por conta de Seven Ways to Die, a semi-balada Pride e Water, que tem um interessante solo de guitarra.
The Truth é a grande balada do disco e pode (e deve) ser usada como single. Air é daqueles "big rocks" empolgantes, característica da banda, e Sloth tem um clima grandioso, teatral. Sem dúvida uma das mais legais do álbum.
Ainda falta ao Buckcherry, após quase 20 anos de estrada, para se tornar uma banda realmente grande, um disco indispensável na discoteca básica de fãs de hard rock, além de outras grandes canções que se tornam hits, como Lit Up, faixa do primeiro álbum, de 1999.
Algo interessante em Confessions e que certamente eleva a banda a outro nível é o fato de que as letras da banda sempre giraram em torno de festas, rock 'n' roll, mulheres, sexo, mas desta vez Todd e companhia escreveram um álbum conceitual: o tema do disco gira em torno dos sete pecados capitais - por isso faixas com nomes como Pride, Envy, Greed e etc.
Um bom disco que certamente pode ser ouvido do início ao fim sem pular nenhuma faixa e sem perder o pique.
Originalmente em:
http://www.facebook.com/ThatRockMusicBlog
http://www.thatrockmusicblog.blogspot.com.br/
01 – Gluttony
02 – Wrath
03 – Nothing Left But Tears
04 – The Truth
05 – Greed
06 – Water
07 – Seven Ways To Die
08 – Air
09 – Sloth
10 – Pride
11 – Envy
12 – Lust
13 – Dreamin Of You
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Os 15 discos favoritos de Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden
As cinco bandas de rock favoritas de Jimi Hendrix; "Esse é o melhor grupo do mundo"
Mick Mars perde processo contra o Mötley Crüe e terá que ressarcir a banda em US$ 750 mil
Dave Mustaine comenta a saída de Kiko Loureiro do Megadeth: "Era um cara legal"
A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
Os três guitarristas brasileiros que John Petrucci do Dream Theater gosta bastante
A canção que tem dois dos maiores solos de guitarra de todos os tempos, conforme Tom Morello
A canção lançada três vezes nos anos oitenta, e que emplacou nas paradas em todas elas
Dave Mustaine revela que última conversa com James Hetfield terminou mal
Grammy 2026 terá homenagem musical a Ozzy Osbourne; conheça os indicados de rock e metal
Slash promete que novo álbum do Guns N' Roses só terá material inédito
O hit do Angra cujo título é confundido por falantes de inglês com couve de Bruxelas
A lenda do metal que é arrogante, mala e antiprofissional, segundo Regis Tadeu
All Metal Stars BR lança vídeo apresentando versão de "Carry On"
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
Black Sabbath: a polêmica capa do polêmico Born Again
A banda brasileira que foi o "mais próximo da beatlemania", segundo Luiz Felipe Carneiro
A música mais triste de todos os tempos, segundo Elvis Presley


M3, mais tradicional festival dedicado ao hard rock oitentista, anuncia atrações para 2026
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



