Gold: primeiro trabalho tem como fórmula fazer o básico

Resenha - Interbellum - Gold

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Por Vitor Franceschini
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Esses dias em uma conversa de boteco estávamos reclamando que o mundo precisava de mais bandas de Rock, sim Rock, não esses pastiches pop que se autodenominam Rock. A conversa não mudou o mundo da música, muito menos esses holandeses de Roterdã.

Formado pela vocalista Milena Eva e pelo guitarrista Thomas Sciarone (ex- The Devil's Blood) em 2011, o Gold lança este seu primeiro trabalho onde tem como fórmula fazer algo básico, mas sem deixar de lado a técnica. Não que a banda seja virtuose pura, mas o básico aqui se junta com som de qualidade e instrumentos bem tocados.

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Unindo influências que vai desde o Classic Rock, passando pelo Stoner até o Punk Rock, a banda faz um som enérgico, cativante e até com uma acentuação pop, isso devido aos vocais de Milena possuir um timbre parecido com o de Alanis Morrissette, mas muito mais agressivos, diga-se de passagem. Isso sem contar que eles também possuem influência de NWOBHM.

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As guitarras possuem linhas muito interessantes, com uma boa timbragem, o baixo mostra precisão e a bateria segue a linha imposta. Desde a primeira composição, a intimista One Of Us, já se percebe o potencial do Gold. Daí em diante fica difícil não se empolgar com o álbum.

São nove composições executadas com feeling, pegajosas e, de certa forma, até acessíveis. Meus destaques são a já citada One Of Us, Love The Magician, Dreams e Ruby. O line-up ainda conta com Nick Polak (guitarra), Harm Haverman (baixo) e Igor Wouters (bateria)

http://www.thebandgold.com/

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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