Destruction: uma das mais importantes do Thrash mundial
Resenha - Spiritual Genocide - Destruction
Por Junior Frascá
Postado em 26 de dezembro de 2012
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Dentre todas as bandas da históra do thrash metal alemão, sem dúvida alguma do DESTRUCTION é uma das mais (senão a mais) importantes. E desde seu retorno à ativa, no final da década de 90, o trio mais barulhento do estilo vem mantendo um alto nível em seus lançamentos, e este "Spiritual Genocide", que comemora o trigésimo aniversário da banda, não foge a esta regra.

O DESTRUCTION chegou em um nível em sua carreira que já não precisa mais provar nada para ninguém, e muito menos visa maior sucesso ou exposição, motivo pelo qual continuam com sua sonoridade intacta. Ou seja, todos os fãs dos caras já sabem o que esperar: uma aula de riffs espetaculares do mestre Mike, que sempre foram o carro chefe do som da banda; linhas vocais insanas e o baixo pesadíssimo e pulsante de Schmier; e a bateria brutal, precisa e técnica de Vaaver, o caçulinha do trio, mas que demonstra muita competência e personalidade.
Assim, seguem exarando aquele thrash metal ríspido, brutal e old school com a qualidade que todos já estamos acostumados, como já se percebe logo em "Cyanade", que sucede a introdução "Ecordium", e já pode ser considerada mais um clássico da banda, com um ritmo alucinante, e muita fúria.

A faixa título também é outra que demonstra bem todas as qualidades da banda, com andamentos bem trabalhados e ótimas linhas vocais, assim como "Carnivore", que na edição especial digipack ainda conta com a participação de Harry Wilkens e Oliver Kaiser, ex-membros da banda. Nesta versão bônus ainda temos uma excelente versão para "Princess of the Night", do SAXON, que conta com os solos de Ol Drake, do EVILE (que também faz solos em "Renegade" e "Legacy of the Past").
Vale ainda mencionar a excelente "Legacy of the Past", que conta com as participações especiais de outras duas lendas do thrash metal alemão, Andreas "Gerre" Geremia (TANKARD) e Thomas "Angelgripper" (SODOM), em mais uma verdadeira aula de técnica e peso do DESTRUCTION.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel | Outro ponto de destaque é a excelente produção do material, realizada por Andy Classen, que deixou a sonoridade bem suja, agressiva e "na cara", como o thrash metal deve ser, mas deixando tudo audível na medida certa, utilizando elementos de modernidade na medida certa.
Ou seja, temos aqui mais um grande registro do DESTRUCTION, que mais uma vez comprova a força que as bandas de thrash metal surgidas nos anos 80 ainda possui nos dias de hoje, sem a intenção de tirar o pé do acelerador. Se você é fã, compre já o seu; se ainda não é, não sabe o que está perdendo...
Spiritual Genocide - Destruction
(2011 – Nuclear Blast - Importado)
1. Exordium
2. Cyanide
3. Spiritual Genocide
4. Renegades
5. City of Doom
6. No Signs of Repentance
7. To Dust You Will Decay
8. Legacy of the Past
9. Carnivore
10. Riot Squad
11. Under Violent Sledge

Bonus Tracks:
12. Princess of the Night (Saxon Cover)
13. Carnivore (Special Version featuring Olly and Harry)
Outras resenhas de Spiritual Genocide - Destruction
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



70 shows internacionais de rock e metal para ver no Brasil em maio
Amy Lee relembra a luta para retomar o controle do Evanescence; "Fui tratada como criança"
Steve Harris afirma que nunca conseguiu assistir um show dos Rolling Stones
O cover gravado pelo Metallica que superou meio bilhão de plays no Spotify
A curiosa lista de itens proibidos no show do Megadeth em São Paulo
Bob Dylan e o dueto mais sem química da história do rock: "Confuso e sem impacto"
5 bandas de heavy metal que seguem na ativa e lançaram o primeiro disco há mais de 40 anos
Andy La Rocque joga responsabilidade de atraso em novo álbum para King Diamond
Sepultura se despede entre nuvens e ruínas
A música de Bruce Dickinson que tem um dos melhores solos de Adrian Smith
6 solos de guitarra tão fabulosos que nem precisariam da canção onde estão
As músicas com as melhores letras do Shaman e do Angra, segundo Ricardo Confessori
A frase dita pela mãe de Cliff Burton que Jason Newsted nunca esqueceu
A condição de Ricardo Confessori pra aceitar convite de Luis Mariutti: "Se for assim, eu faria"
"Exageraram na maquiagem em nós": Chris Poland lembra fotos para álbum do Megadeth
A melhor banda de rock para cada letra do alfabeto, segundo a Loudwire
A banda que Wolf Hoffmann não aceita que chamem de metal: "É boa, mas me poupe"
A banda clássica inglesa que Roberto Frejat nunca foi fã: "Não fazia minha cabeça"
Ícone do thrash metal, Mille Petrozza não dá muita atenção ao "Big Four"
Schmier (Destruction) só pretende parar "quando cair morto"
Playlist - Uma música de heavy metal para cada ano, de 2000 a 2025
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar

