HammerFall: Zumbis e carnificina regados a power metal

Resenha - Infected - HammerFall

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Por Durr Campos
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E lá se vão quase 15 anos desde que um desconhecido grupo da Suécia surgiu com um álbum resgatando um, até então, datado power metal oitentista. “Glory to the Brave” era o nome do disco em questão e HammerFall o responsável pela obra. Algumas ótimas canções e outras nem tanto após, eis que o quinteto surge em 2011 com seu oitavo registro de estúdio. “Infected”, como foi batizado, aparentemente dá uma ideia de renovação haja vista as mudanças no logo e arte da capa, mas a coisa para por aí.
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Assim que as duas primeiras faixas, “Patient Zero” e B.Y.H., nesta ordem, iniciam uma constatação: o disco soa mais interessante do que seu antecessor, o razoável “No Sacrifice, No Victory” (2009). Um dos motivos, em minha opinião, deve-se ao guitarrista Pontus Norgren (ex-Talisman, Humanimal, JSS, The Poodles, House of Shakira, etc.), mais a vontade que outrora. Apesar dele só assinar a composição de uma única canção – a melhor, diga-se – o cara assumiu a produção da bolachinha, algo que ele já costumava fazer em suas bandas anteriores. Outro fator que agregou bastante foi a temática lírica calcada em zumbis, inusitado em se tratando de HammerFall.

Alguns destaques ficam por conta da empolgantes “Dia de los Muertos”, “I Refuse”, “666 – The Enemy Within”, a balada “Send me a Sign”, além das já mencionadas no parágrafo anterior. Entretanto, a minha favorita é a tal “estrela solitária” no rol de contribuições do Pontus sobre a qual comentei mais acima, isto é, “Outlaw”. Seu refrão poderoso certamente irá lhe garantir o posto de “clássico” em alguns anos. Anote isso!

HammerFall - Infected
Nuclear Blast/Laser Company - 2011

Line-up:
Joacim Cans – vocais
Oscar Dronjak – guitarras
Pontus Norgren – guitarras
Fredrik Larsson – baixo
Anders Johansson – bateria

Track-list:
1. Patient Zero
2. B.Y.H.
3. One More Time
4. Outlaw
5. Send Me A Sign
6. Dia De Los Muertos
7. I Refuse
8. 666 – The Enemy Within
9. Immortalized
10. Let’s Get It On
11. Redemption

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Sobre Durr Campos

Graduado em Jornalismo, o autor já atuou em diversos segmentos de sua área, mas a paixão pela música que tanto ama sempre falou mais alto e lá foi ele se aventurar pela Europa, onde reside atualmente e possui família. Lendo seus diversos artigos, reviews e traduções publicados aqui no site, pode-se ter uma ideia do leque de estilos que fazem sua cabeça. Como costuma dizer, não vê problema algum em colocar para tocar Napalm Death, seguido de algo do New Order ou Depeche Mode, daí viajar com Deep Purple, bailar com Journey, dar um tapa na Bay Area e finalizar o dia com alguma coisa do ABBA ou Impetigo.

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