Blitzkrieg: Disco de 1985 que todos deveriam ouvir
Resenha - A Time of Changes - Blitzkrieg
Por Arthur Matos
Postado em 23 de janeiro de 2011
Nota: 10 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Boa parte dos aprecidores de rock/metal elegem os anos 80 como os mais produtivos de ambos estilos, e mesmo que muita coisa boa seja produzida hoje é inegável que tal época realmente tem uma "aura" diferente, seja pela consolidação do gênero no mundo, seja pelas inúmeras cenas regionais que se formaram nessa época.

Nos anos 80 vimos a ascensão do thrash, a criação do death e black metal, assim como a formação de bandas cultuadas até hoje como MEGADETH e SLAYER, além da consolidação da carreira do IRON MAIDEN. Isso tudo obviamente partindo de uma análise bem rasa.
O que muita gente não sabe é que os anos 80 não sobreviveram apenas de METALLICA e IRON MAIDEN. O underground trouxe à cena bandas excelentes, influentes e que, por motivos diversos, não vieram a alcançar o sucesso das bandas citadas anteriormente. Uma lista com todas essas bandas seria uma coisa impossível de se fazer, porém certos artistas merecem alguns parágrafos a parte.
O BLITZKRIEG é um deles. Pertencentes a tão comentada "NWOBHM", o BLITZKRIEG não alcançou o "mainstream". Mas marcaram seu nome na história do metal. "A Time Of Changes", lançado em 1985 marcou uma geração de bandas. Apesar de não ter alcançado o status de um "Powerslave", por exemplo, o mesmo possui qualidade semelhante sem sombra de dúvida.
"Ragnarok/Inferno" abre o massacre prosseguido por "Blitzkrieg" e "Pull The Trigger" (essa presente também no album "Court In The Act" do SATAN, que também contava com os vocais de Brian Ross, que brilhantemente gravou "A Time Of Changes"). "Armageddon", "Hell to Pay", "Vikings", "A Time of Changes" e "Saviour" completam a obra prima. Quem escutou esse álbum, com certeza sabe o quanto as músicas possuem uma atmosfera interessante, bem "old school" mesmo. E quem não ouviu, deveria tratar de fazê-lo, pois esse é o tipo de trabalho que todo mortal tem que apreciar antes de partir para o outro lado. Ultra Recomendado. Kill The Time!
Obs: Apesar da banda nunca ter alcançado sucesso comercial significativo, a mesma já teve suas músicas interpretadas por vários artistas, incluindo o METALLICA, como pode ser visto na coletânea "Garage Inc.", onde a faixa que dá nome a banda foi coverizada pela trupe de Hetfield.
Tracklist
1- Ragnarok (Instrumental)1:45
2- Inferno 4:30
3 - Blitzkrieg 3:21
4 - Pull the Trigger 5:25
5 - Armageddon 6:16
6 - Hell to Pay 4:44
7 - Vikings 4:03
8 - A Time of Changes 6:24
9 - Saviour 3:38
Outras resenhas de A Time of Changes - Blitzkrieg
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Fãs mostravam o dedo do meio quando o Faith No More tocava "Easy" ao vivo
A canção que tem dois dos maiores solos de guitarra de todos os tempos, conforme Tom Morello
Dave Mustaine não queria que Megadeth encerrasse atividades, mas reconhece dificuldades
As músicas de metal favoritas de James Hetfield, frontman do Metallica
O megahit do Capital Inicial que, analisando bem a letra, não faz tanto sentido
Os 5 melhores álbuns de todos os tempos, segundo Duff McKagan do Guns N' Roses
A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
A banda de metal que conquistou Motörhead, Iron Maiden e George Michael
A música do Black Sabbath que Ozzy Osbourne preferia que nunca tivesse sido gravada
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
O último mal-estar de Ozzy Osbourne junto ao Black Sabbath
O guitarrista que Angus Young acha superestimado; "nunca entendi a babação"
Skid Row deve anunciar novo vocalista ainda este ano, revela Rachel Bolan
A melhor fase da história do Megadeth de todos os tempos, segundo Dave Mustaine
Baterista não descarta que o Poison faça turnê com outro vocalista


O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar


