Matérias Mais Lidas

imagemA bizarra exigência de Ace Frehley para participar da última turnê do Kiss

imagemSummer Breeze Open Air Brasil acontece em abril de 2023 em São Paulo

imagemLady Gaga: "o Iron Maiden mudou a minha vida!"

imagemEngenheiros do Hawaii e as tretas com Titãs, Lulu Santos, Lobão e outros

imagemMax Cavalera revela como "selou a paz" com Tom Araya, vocalista do Slayer

imagem"Stranger Things" traz cena com "Master of Puppets", do Metallica

imagemPink Floyd: Suas 10 músicas mais subvalorizadas, segundo a What Culture

imagemAlice Cooper diz que em sua equipe "todo mundo é tratado como a banda"

imagemPink Floyd: Gilmour nega alegação de Waters sobre "A Momentary Lapse of Reason"

imagemO álbum do The Who que Roger Daltrey achou "uma m*rda completa

imagemDavid Bowie recusou (mais de um) convite para produzir o Red Hot Chili Peppers

imagemVital, o ex-Paralamas que virou nome de música e depois foi pro Heavy Metal

imagemO grave problema do refrão de "Eagle Fly Free", segundo Fabio Lione

imagemLobão explica porquê todo sertanejo gostaria, no fundo, de ser roqueiro

imagemAC/DC: Angus Young conta como é para ele o antes, o durante e o depois de um show


Stamp

Scar for Life: muitas influências e personalidade única

Resenha - It All Fades Away - Scar for Life

Por Marcos Garcia
Em 27/09/10

Nota: 9

O Metal em si sofre com a mania de rótulos que quase todos os bangers possuem. Basta uma banda surgir com uma proposta nova, e uns espertinhos vão e criam um novo rótulo, sem necessidade, pois já existem muitos. Isso acaba fazendo com que existam divisões entre os fãs também, e desprezo por esta ou aquela banda, que, rotulada, perde o direito a novos fãs, já que estes acabam aceitando ouvir só determinado rótulo. E isso não é bom, dividindo os fãs e evitando que boas e novas bandas surjam e consigam permanecer na ativa.

Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp

Gostaria que cada um desses que adoram rótulos ouvissem bandas como os gajos do SCAR FOR LIFE, que acaba de lançar seu segundo CD, chamado "It All Fades Away", no qual não colocarei rótulo algum, uma vez que é algo bem difícil de ser feito, já que o som da banda, coeso, firme, pesado, com ótimas melodias e forte emoção (artigo em falta hoje em dia), tem inúmeras influências que casam para lhes dar uma personalidade única.

Como consegui viver de Rock e Heavy Metal

O CD está no mesmo estilo do primeiro play da banda, embora mais maduro e mais bem produzido, pois produção sonora é extremamente bem cuidada, com cada instrumento em seu devido lugar, mas sem tirar o peso, a emoção e espontaneidade da banda em cada música.

Abrindo o CD, temos "My Darkest Journey", com a participação de Sophie do UNDESTREAM (banda também de Portugal de Ambient/Etnich Music) que contrasta perfeitamente com a voz melodiosa e forte de Rez, fazendo desta uma música forte, melodiosa e agressiva, com as guitarras de Alex S (que também toca algumas partes de baixo no CD) soltando bases e solos à lá IRON MAIDEN, mas sem soar como uma mera cópia. Já "Cold Blood" tem algumas pitadas de Thrash Metal, mas sem perder a vocação melódica da banda, e o baterista Daniel Cardoso mostra um excelente trabalho, fora as intervenções de Sophie em momentos com salpicadas de música árabe, e ponto para os solos de guitarra, e "Never Smile Again" segue na mesma linha, apesar de seu início lento e o clima Thrash Metal melodioso do começo dos anos 90, mas o refrão é impossível de não ser cantado após a primeira ouvida. A próxima é a belíssima semi-balada "Lost", cujo refrão é tão cheio de emoção que chega a encher os olhos de lágrimas, graças ao vocal emocionado de Rez, o belíssimo solo bem ‘Smith/Murray’ de Alex e as viradas e levadas de Daniel, que tornam esta uma das melhores faixas de todo o CD. "This Empire" é outra ótima faixa, bem como "It All Fades Aways" (onde o baixo de Sales faz bonito e a música empolga) e "Between Us". A música "Newborn" é dividida em duas partes: "Part I: Megalomania" é mais amena que as músicas anteriores, com mais ótimas intervenções de Sales e Daniel, em uma cozinha rítmica extremamente coesa e pesada; e "Part II: Solitude" é uma lindíssima balada com violão no lugar da guitarra. Mas emoção e certo clima bem ‘Images and Words’ se ouve em "Narcolepsy", sem, no entanto, seguir a banda ir na linha do DREAM THEATER. Ouçam e entenderão o que digo. Para fechar mantendo o nível alto do CD, vem "Here Comes the Night", uma balada densa e cheia de pura emoção, um verdadeiro deleite para o ouvinte, e tome botão play para começar tudo de novo!

Divulgue sua banda de Rock ou Heavy Metal

E assim, estes gajos de Lisboa mostram que nem só de Metal Extremo e de seus patrícios do MOONSPELL vive Portugal.

http://itunes.apple.com/ca/album/scar-for-life/id326930571
http://www.amazon.co.uk/gp/product/B002KUOWSO/ref=sr_shvl_album_2_artist_rd?ie=UTF8&parent=B0035YT5KE&qid=1285241908&sr=301-2

Divulgue sua banda de Rock ou Heavy Metal

Tracklist:
01. My Darkest Journey
02. Cold Blood
03. Never Smile Again
04. Lost
05. This Empire
06. It All Fades Away
07. Between Us
08. Newborn Part I: Megalomania
09. Newborn Part II: Solitude
10. Narcolepsy
11. Here Comes the Night

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Airbourne 2022
publicidade
Ademir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | Andre Sugaroni | André Silva Eleutério | Antonio Fernando Klinke Filho | Bruno Franca Passamani | Caetano Nunes Almeida | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Eduardo Ramos | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cristofer Weber | César Augusto Camazzola | Dalmar Costa V. Soares | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Eric Fernando Rodrigues | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Helênio Prado | Henrique Haag Ribacki | Jesse Silva | José Patrick de Souza | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcelo H G Batista | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Ricardo Dornas Marins | Sergio Luis Anaga | Sergio Ricardo Correa dos Santos | Tales Dors Ciprandi | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Tom Paes | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp

Exodus: "Rick Rubin é uma verdadeira fraude", diz Gary Holt


Sobre Marcos Garcia

Marcos Garcia é Mestrando em Geofísica na área de Clima Espacial, Bacharel e Licenciado em Física, professor, escritor e apreciador de todas as subdivisões de Metal, tendo sempre carinho pelas bandas mais jovens e desconhecidas do público, e acredita no Underground como forma de cultura e educação alternativas. Ainda possui seu próprio blog, o Metal Samsara, e encara a vida pela máxima de Buda "esqueça o passado, não pense no futuro, concentre-se apenas no presente".

Mais matérias de Marcos Garcia.