Brutal Exuberância: Thrash, Crossover e algo de Heavy

Resenha - Guerra dos Mundos - Brutal Exuberância

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Por Ben Ami Scopinho
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Considerando as dimensões continentais de um país como o Brasil, é bem complicado que alguns estados venham a ter acesso aos registros produzidos por bandas oriundas da nossa região norte. Formado no início de 2004, o Brutal Exuberância vem de Manaus (AM) e já teve a oportunidade de abrir para nomes como Torture Squad, Violator, Claustrofobia, etc.

Em 2008 os amazonenses apresentaram seu segundo CD-Demo, "Guerra dos Mundos". Como o próprio logotipo e ilustração da capa já indicam, sua proposta segue uma linha tipicamente oitentista e geralmente veloz ao abordar de forma bem direta o Thrash, Crossover e algo de Heavy Metal Tradicional, e todo cantado em português.

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Naldo (voz e guitarra), Afrânio Pires (baixo) e Adriano Monge (bateria) fazem uso daquela ficção científica com direito a alienígenas invadindo a Terra como a força central de seu tema, mas não falta a abordagem dos problemas sociais e políticos de nosso país (será que se os ETs soubessem de todos essas picuinhas, iriam querer invadir essa complicada bolinha azul?).

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A gravação é meio tosca, característica típica das demos, mas mostra aonde o Brutal Exuberância quer chegar com sua música. Os melhores momentos podem ser encontrados na feroz abertura "Guerra dos Mundos", "O Escolhido" e na excelente "Covardes", onde nem é necessário que Naldo cante, pois os digníssimos representantes eleitos pelo povo já dizem tudo – para a vergonha da nação, é claro.

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Contato:
http://www.myspace.com/brutalexuberancia
[email protected]

Brutal Exuberância - Guerra dos Mundos
(2008 / CD-Demo – nacional)

01. Guerra dos Mundos
02. Cotidiano
03. Covardes
04. Madrugada
05. O Contato
06. O Escolhido




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Sobre Ben Ami Scopinho

Ben Ami é paulistano, porém reside em Florianópolis (SC) desde o início dos anos 1990, onde passou a trabalhar como técnico gráfico e ilustrador. Desde a década anterior, adolescente ainda, já vinha acompanhando o desenvolvimento do Heavy Metal e Hard Rock, e sua paixão pelos discos permitiu que passasse a colaborar com o Whiplash! a partir de 2004 com resenhas, entrevistas e na coluna "Hard Rock - Aqueles que ficaram para trás".

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