Heaven Shall Burn: brutalidade com nuances melódicas

Resenha - Iconoclast - Heaven Shall Burn

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Por Erick Tedesco
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Originalmente lançado nos primeiros meses de 2008 na Europa via Century Media, o novo álbum do Heaven Shall Burn é licenciado na América do Sul através da Liberation Records e encontra-se disponível no mercado, após problemas que a gravadora teve com as fábricas na Zona Franca de Manaus.

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A versão nacional, além do CD com 14 faixas, inclui um segundo que é DVD. Trata-se da apresentação da banda no Wacken Open Air de 2007, a segunda vez que o Heaven Shall Burn toca neste tradicional festival alemão de música pesada. O registro ainda trás uma galeria de fotos e o videoclipe da música "Counterweight" (do álbum Deaf to our prayers).

Quanto ao "Iconoclast", é mais uma mostra da escala evolutiva da banda alemã, que desde "Antigone" apresenta em suas composições o balanço perfeito de sonoridades brutais, com técnica e nuances melódicas. Metalcore, death metal, qual for estilo que os rotulem, a questão é a capacidade do Heaven Shall Burn em produzir mais um registro de alto nível.

A estrutura musical das faixas de "Iconoclast" não diferencia muito da encontrada em "Deaf To Our Prayers", entretanto o novo registro evidencia um trabalho mais técnico dos instrumentais, além de camadas e camadas extras de vocais. A agressividade contida nas letras do Heaven Shall Burn agora está mais raivosa. Músicas como "Endzeit" e "Joel" sintetizam a atual fase da banda.

Além de alguns riffs de guitarra que lembram a escola sueca (por exemplo, em "Black Tears", que na verdade é uma música de Dan Swanö, da banda Edge of Sanity, o que explica tudo; mas também aparece em "The Bombs Of My Saviours"), outra característica diferenciada em "Iconoclast" é incursões de sonoridades industriais em algumas outras faixas, como "Like a Thousand Suns" e "Against All Lies", além de pianos e sintetizadores explorados com mais evidência, vide "A Dying Ember" e "Equinox".

Para quem gosta de ter o material original de bandas, "Iconoclast" também é um registro interessante, pois possui um encarte repleto de informações sobre a temática do álbum, fichas técnicas, letras e uma acabamento gráfico belíssimo, feito por Bastian Sobtzick.




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