Gary Moore: honesto, verdadeiro, transmitindo prazer
Resenha - Close As You Get - Gary Moore
Por Ricardo Seelig
Postado em 12 de dezembro de 2007
Nota: 8 ![]()
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O veterano guitarrista irlandês Gary Moore está de álbum novo na praça. Com passagens marcantes por grupos como Thin Lizzy, Colosseum II e BBM, além de participações especiais em trabalhos de gigantes como Mick Jagger, Ron Wood, Charlie Watts, Buddy Guy, Jimmy Rogers e Otis Rush, Moore construiu uma carreira mais do que respeitável em quase quarenta anos de estrada, chegando a um status onde não precisa provar mais nada para ninguém.
Sendo assim, seus últimos trabalhos soam mais como celebrações e animadas reuniões de amigos tocando versões de clássicos do blues e algumas novas composições. "Close As You Get" segue essa mesma linha. Tendo ao seu lado o chapa dos tempos do Thin Lizzy, o baterista Brian Downey, além do baixista Pete Rees e o tecladista Vic Martin, Gary Moore gravou um disco honesto, verdadeiro e que transmite um enorme prazer ao ouvinte.
Recheado de releituras de nomes como Chuck Berry ("Thirty Days"), John Mayall ("Have You Heard") e Sonny Boy Williamson ("Eyesight To The Blind" e "Checkin´ Up On My Baby"), além de músicas próprias, "Close As You Get" agradará em cheio os fãs de Moore. Mais focado no blues do que no hard rock, mostra que o irlandês ainda mantém a classe e o talento que o consagraram como um dos mais respeitados guitarristas do mundo.
Destaques para a abertura com a pedrada "If The Devil Made Whisky", a balada "Trouble At Home", "Hard Times" e o encerramento com a acústica "Sundown", além das versões citadas acima.
Um belo trabalho, que merece ser ouvido, acima de tudo, por quem gosta de música.
Faixas:
1. If the Devil Made Whisky
2. Trouble at Home
3. Thirty Days
4. Hard Times
5. Have You Heard
6. Eyesight to the Blind
7. Evenin'
8. Nowwhere Fast
9. Checkin' up on My Baby
10. I Had a Dream
11. Sundown
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