Matérias Mais Lidas

Jimmy Page: quando o guitarrista arregou para Pepeu Gomes em canja no BrasilJimmy Page
Quando o guitarrista arregou para Pepeu Gomes em canja no Brasil

Roger Waters: pedindo junto de vários artistas que EUA não faça acordos com BolsonaroRoger Waters
Pedindo junto de vários artistas que EUA não faça acordos com Bolsonaro

Rodrigo Flausino: O iron Maiden precisa mesmo de três guitarristas? (vídeo)Rodrigo Flausino
O iron Maiden precisa mesmo de três guitarristas? (vídeo)

Cannibal Corpse: vocalista não entende interesse dos internautas por seu largo pescoçoCannibal Corpse
Vocalista não entende interesse dos internautas por seu largo pescoço

Dee Snider: vocalista ri de Ted Nugent, que testou positivo para a Covid-19Dee Snider
Vocalista ri de Ted Nugent, que testou positivo para a Covid-19

Supertramp: A bizarra coincidência entre o 11 de setembro e o álbum de 1979 da bandaSupertramp
A bizarra coincidência entre o 11 de setembro e o álbum de 1979 da banda

Amazon: seleção de CDs, vinis e livros de rock e metal com até 70% de descontoAmazon
Seleção de CDs, vinis e livros de rock e metal com até 70% de desconto

Lista: 20 músicas de bandas de rock e metal que valem por um álbum inteiro - Parte 3Lista
20 músicas de bandas de rock e metal que valem por um álbum inteiro - Parte 3

Cannibal Corpse: George Corpsegrinder é eficiente em caçar ursos... de pelúciaCannibal Corpse
George "Corpsegrinder" é eficiente em caçar ursos... de pelúcia

Def Leppard: guitarrista conta por que ostenta visual saradão nos shows da bandaDef Leppard
Guitarrista conta por que ostenta visual saradão nos shows da banda

Jimmy Page: pediam toca Raul ao desleixado Jimmy Lama, morando na BahiaJimmy Page
Pediam "toca Raul" ao desleixado Jimmy Lama, morando na Bahia

Pitty: cantora publica foto nua na internet e bate recorde de curtidasPitty
Cantora publica foto nua na internet e bate recorde de curtidas

The Pit: 20 das melhores músicas de metal com metal no títuloThe Pit
20 das melhores músicas de metal com "metal" no título

Joey Ramone: veja como Globo, SBT e Record noticiaram morte dele há 20 anosJoey Ramone
Veja como Globo, SBT e Record noticiaram morte dele há 20 anos

Ted Nugent: Relutando, ele revela que está com COVID-19 e que é difícilTed Nugent
Relutando, ele revela que está com COVID-19 e que é difícil


Resenha - Live After Death - Iron Maiden

Por Ronaldo Costa
Em 31/08/07

Com a expectativa gerada pela próxima turnê do Iron Maiden, na qual tocarão material da melhor fase de sua carreira, conhecida como os "golden years", vamos nos relembrar hoje de um dos momentos mais antológicos da história não só da banda, mas de todo o heavy metal: o álbum "Live After Death". Se você espera ler um texto absolutamente imparcial e que não carrega nos elogios, nem continue. Não é questão de ser mais um fã empolgado escrevendo sobre a Donzela, é porque não dá pra falar sobre esse disco sem caprichar nos elogios.

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

O ano era o de 1985. Bruce Dickinson, Steve Harris, Dave Murray, Adrian Smith e Nicko McBrain encontravam-se no melhor de sua forma, isso após o Maiden ter dado ao mundo 5 dos mais clássicos álbuns de heavy metal que se tem notícia. Qual seria a melhor maneira de deixar registrada uma fase tão maravilhosa como essa? Com certeza, por meio da gravação de um álbum ao vivo. "Live After Death" é uma amostra da mítica "World Slavery Tour", a famosa e grandiosa turnê de divulgação do álbum "Powerslave", lançado em 1984, na qual a banda fez, inclusive, sua primeira aparição no Brasil, durante o primeiro Rock In Rio, em 1985. E esse disco representa exatamente isso: um registro do que é considerado por muitos como o melhor momento da carreira da banda em termos de empolgação e criatividade, tudo documentado em um dos melhores álbuns ao vivo da história do metal.

Esse disco foi lançado com diferentes versões. O vinil original é um álbum duplo, onde o LP1 e o lado A do segundo disco contém as músicas gravadas nas apresentações da banda em 1985 no Long Beach Arena, em Los Angeles, que representavam o setlist básico da "World Slavery Tour". O lado B do segundo disco trazia mais 5 músicas gravadas no Hammersmith Odeon, na Inglaterra. A primeira versão em CD trazia apenas a gravação de Long Beach e com a música "Running Free" editada em relação à versão do LP. Posteriormente, foi lançada uma outra versão em CD, a qual trazia as mesmas músicas do vinil, incluindo as 5 faixas extras. Existe ainda uma versão bônus rara de "Live After Death", onde o segundo CD com as 5 músicas gravadas na Inglaterra era substituído por um outro com versões ao vivo das músicas "Losfer Words (Big ‘Orra)", " Sanctuary" e "Murders in the Rue Morgue". Bem, vamos falar sobre a primeira e melhor versão que se conheceu de "Live After Death", aquela lançada em vinil e na versão remasterizada em CD.

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

A bolacha começa com uma inusitada introdução, trazendo parte do exaltado discurso do Primeiro Ministro Winston Churchill, apelando aos ingleses para que se mantivessem firmes e resistissem aos constantes ataques ao país durante a Segunda Guerra Mundial. Ao final das palavras do estadista, começam as primeiras notas de "Aces High", aquela que, com certeza, é uma das 3 melhores canções para se iniciar um show em toda a história do metal. Dona de um misto perfeito entre peso, velocidade, agressividade, melodia e feeling, a música mostra perfeitamente ‘o que é o Maiden’ e ‘porque o Maiden é o Maiden’. O entrosamento é perfeito entre as guitarras de Dave Murray e Adrian Smith, que desfilam sobre a cozinha competente montada por Steve Harris e Nicko McBrain. Bruce Dickinson não atinge os mesmos agudos altíssimos da versão em estúdio e utiliza-se de tons mais graves, um fato que se repetiria em algumas outras canções desse disco. Por isso mesmo, muita gente reclama de sua performance vocal nessa música. Mesmo que ninguém saiba se isso ocorreu simplesmente por opção sua ou por uma dificuldade em se conseguir atingir ao vivo o mesmo desempenho, o fato é que as linhas vocais um pouco mais graves de Mr. Air Raid Siren não deixam de ser excelentes e conseguem empolgar a platéia de uma forma absurda.

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

A seguir, temos a ótima "2 Minutes To Midnight", com seu refrão que não sai da cabeça, entremeado por um trabalho primoroso dos guitarristas e pelo baixo de Steve Harris sendo tocado "no talo". Esta é uma música que ganhou aqui uma versão mais empolgante que a de estúdio. A clássica "The Trooper" ficou mais rápida e pesada em "Live After Death". Esta é possivelmente, dentre todas as canções do Maiden, aquela onde Dave Murray e Adrian Smith atingem seu máximo em termos de entrosamento. Não há, por exemplo, como dizer qual dos dois faz o melhor solo ou acerta o melhor timbre durante as bases. Bruce Dickinson aqui dá um show de vigor e energia. Uma das melhores versões já registradas de um dos maiores clássicos da banda.

Na canção seguinte, "Revelations", o Maiden conseguiu a façanha de fazer com que essa música soasse mais dramática do que em "Piece Of Mind". A beleza da faixa, se já é espantosa em estúdio, ao vivo torna-se mais assustadora ainda. O instrumental é espetacular, apenas perde uma parte melódica conduzida pela guitarra e que não havia como ser reproduzida em shows com apenas duas guitarras, ainda que Bruce Dickinson tocasse o instrumento num pequeno trecho dessa canção. E por falar em Dickinson, é ele quem se sai melhor na execução dessa música, já que consegue um timbre de voz ainda mais emocionante que na versão de estúdio. "Flight Of Icarus" ficou menos "feliz" e com muito mais cara de heavy metal em "Live After Death". A melodia cheia de feeling, a ótima linha vocal, os belos solos, a cavalgada impressionante do baixo de Harris, nem tanto pela velocidade mas, sobretudo, pela forma como espanca as cordas de seu instrumento sem piedade, são todos fatores que deixaram essa música muito mais empolgante.

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Na seqüência, somos brindados com uma das maiores epopéias da história do metal. "Rime Of The Ancient Mariner" já impressiona pelos seus mais de 13 minutos de duração. Aquilo que poderia se tornar uma canção maçante, sobretudo em um show, na verdade mostra-se um dos momentos mais marcantes de "Live After Death" e ainda um dos momentos mais criativos de toda a carreira da banda. A letra, baseada em um poema de Samuel Taylor Coleridge, ganha mais sentido com a interpretação de Bruce Dickinson. E o instrumental? Bem, a técnica e o entrosamento entre os músicos nessa faixa é tamanha, que faz a gente se perguntar se firulas e excessos de virtuosismo são realmente necessários para se fazer uma música de cair o queixo, com mais uma versão que supera a original de estúdio, sobretudo em termos de peso. "Powerslave", a música, sabe dosar bem momentos de cadência com aqueles de mais agitação. O instrumental dessa faixa, quando executado ao vivo, parece ficar ainda mais bem encaixado com o tema da canção. Dave Murray faz um solo pra lá de inspirado e Steve Harris mostra (mais uma vez) porque toda vez em que se fala de cavalgada no baixo, ele é o primeiro nome que vem à cabeça.

"The Number Of The Beast" cumpre com competência a missão de levantar o público, desde o trecho inicial de sua introdução até o último segundo. A canção seguinte é a espetacular "Hallowed Be Thy Name", uma música que provavelmente está no top 3 ou top 5 da maioria dos fãs da Donzela. E nesse disco, o Maiden a executa de maneira mais veloz, mais pesada e mais dramática. Não é errado dizer que ela é um dos maiores hinos de todo o heavy metal e que sua versão em "Live After Death" deve ser a melhor que a banda já registrou até hoje para essa música. "Iron Maiden" é a canção que encerra a primeira parte dos shows do Maiden há 27 anos. A entrada de Bruce e Nicko McBrain na banda fez com que essa faixa perdesse um pouco da crueza e brutalidade dos tempos de Paul Di’Anno e Clive Burr. No entanto, sua execução ao vivo com os 2 ganhou em técnica, conforme pode ser observado nessa versão.

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Em "Run To The Hills", Bruce Dickinson, mais uma vez, utiliza-se de tons mais graves, cantando os versos de forma um pouco menos ‘raçuda’ que em outras ocasiões. Só que tocar uma música que tem um refrão como o dessa, será sempre entrar em campo com o jogo já ganho. "Running Free" ganhou 5 minutos a mais na versão de "Live After Death", pois lá pelo meio da música Bruce começa uma interação com o público, aquela velha história de pedir para a platéia repetir alguma coisa, ver se quem grita mais alto é quem está no lado direito ou esquerdo, aquela coisa toda de show ao vivo. A música em si é outra da era Di’Anno que perde em agressividade. No entanto, não é nada que comprometa a qualidade da canção e muito menos o poder de interação entre a banda e os fãs, que cantam o refrão em uníssono.

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Bem, a versão original em CD de "Live After Death" terminava aqui. A primeira prensagem original desse álbum, em vinil, ainda tem um lado B do disco 2, com mais 5 músicas que foram gravadas em apresentações no Hammersmith Odeon, na Inglaterra. "Wrathchild" é uma das poucas músicas desse álbum que não consegue repetir o mesmo nível de estúdio ou até melhorá-lo. Não que ela tenha ficado ruim, mas a versão de estúdio ou aquela do "Maiden Japan" são melhores, talvez pelo fato de que, entre todas as músicas dos 2 primeiros discos, essa é a que melhor se encaixa no estilo vocal de Paul Di’Anno e a que mais se afasta do estilo do Dickinson. Sou suspeito pra falar sobre "22 Acacia Avenue", já que coloco essa entre as mais criativas músicas do Maiden. Em relação à versão de estúdio, Bruce canta de forma bem mais ‘rasgada’ e muito menos limpa, sobretudo a parte no meio da música, onde ele atingia agudos altíssimos em estúdio. Os riffs ao vivo soam com mais pegada e os solos são excepcionais. A seguir, temos a clássica "Children Of The Damned", que ganhou uma versão excelente, mais pesada e com vocal mais dramático. Uma música definitivamente fantástica.

As 2 últimas do álbum guardam as versões definitivas de 2 canções do Maiden. "Die With Your Boots On" ficou impressionante, com seu instrumental técnico, entrosado e empolgante. Destaque para Steve Harris e seu baixo. O cara impressiona tanto pela velocidade com que toca quanto pela força com que bate nas cordas de seu instrumento. E Bruce Dickinson tem aqui uma de suas melhores performances no disco. "Phantom Of The Opera", a última canção da versão em vinil, é outra que deve figurar no top 3 ou top 5 da maior parte dos fãs da banda. Suas mudanças de andamento, suas variações de momentos mais porrada para outros mais calmos e viajantes, seu instrumental inspiradíssimo, tudo isso ainda ficou melhor na versão de "Live After Death". Sem dúvidas, a versão definitiva dessa música.

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

A excelente produção desse álbum ficou a cargo do mago Martin Birch e a capa é assinada por Derek Riggs, que entrega aqui um de seus melhores trabalhos para o Maiden, ao lado das capas de "Powerslave" e "Somewhere In Time".

Se você achou que a resenha tem elogios demais, saiba que eu cortei muitos dos que fiz no texto original que escrevi. "Live After Death" não é apenas um ótimo álbum ao vivo, ele é um dos melhores álbuns ao vivo já lançados no heavy metal, se não for o melhor. Era a maior banda de metal do mundo, tocando uma seleção de suas melhores músicas na melhor fase de sua carreira e ainda melhorando boa parte das músicas em relação às suas versões originais, que já eram fantásticas. Por isso tudo, até dá pra concordar com quem diz que esse disco é a melhor coisa que o Iron Maiden fez em toda a sua carreira. E isso definitivamente não é pouco. Que venha a tour dos ‘golden years’.


Outras resenhas de Live After Death - Iron Maiden

Iron Maiden: 23 anos depois, digno registro em DVD

Iron Maiden: um registro histórico em nova versão

Resenha - Live After Death - Iron Maiden

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

💬 Ler e postar comentários


Stamp
publicidade
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp


Rodrigo Flausino: O iron Maiden precisa mesmo de três guitarristas? (vídeo)Rodrigo Flausino
O iron Maiden precisa mesmo de três guitarristas? (vídeo)

Metal Hammer: o álbum mais subestimado de 20 grandes bandas de rock e metalMetal Hammer
O álbum mais subestimado de 20 grandes bandas de rock e metal

Iron Maiden: banda se une ao West Ham para lançar nova coleção de itens esportivosIron Maiden
Banda se une ao West Ham para lançar nova coleção de itens esportivos

Smith/Kotzen: a música do álbum em que Richie Kotzen usa guitarra de Adrian SmithSmith/Kotzen
A música do álbum em que Richie Kotzen usa guitarra de Adrian Smith

Iron Maiden: O anúncio da turnê 2022 está gerando grande polêmica (vídeo)Iron Maiden
O anúncio da turnê 2022 está gerando grande polêmica (vídeo)

Iron Maiden: as 43 músicas de seus álbuns que eles nunca tocaram nos showsIron Maiden
As 43 músicas de seus álbuns que eles nunca tocaram nos shows

James Hetfield: com Di'Anno e sem Dickinson, os 20 maiores vocalistas na opinião deleJames Hetfield
Com Di'Anno e sem Dickinson, os 20 maiores vocalistas na opinião dele

Blaze Bayley: vocalista diz por que não quer escrever autobiografiaBlaze Bayley
Vocalista diz por que não quer escrever autobiografia

Iron Maiden: juntos com Amon Amarth no jogo Legacy of the BeastIron Maiden
Juntos com Amon Amarth no jogo Legacy of the Beast

Só Me Resta o Rock: O dia em que Bruce Dickinson ficou peladão no palco (vídeo)

Iron Maiden: turnê europeia que começaria em junho é adiada para 2022Iron Maiden
Turnê europeia que começaria em junho é adiada para 2022

Iron Maiden: em 1988, Bruce posou para foto promocional usando camiseta do HelloweenIron Maiden
Em 1988, Bruce posou para foto promocional usando camiseta do Helloween

Heavy metal: 20 músicas que poderiam tocar no sistema de som dos supermercadosHeavy metal
20 músicas que poderiam tocar no sistema de som dos supermercados

Metal Hammer: os 20 melhores álbuns de rock e metal lançados em 1992Metal Hammer
Os 20 melhores álbuns de rock e metal lançados em 1992

Paul Di'Anno: Se o Maiden quisesse, teria ajudado, diz criador de vaquinhaPaul Di'Anno
"Se o Maiden quisesse, teria ajudado", diz criador de vaquinha


Bruce Dickinson: sua primeira gravação e sua vida antes do SamsonBruce Dickinson
Sua primeira gravação e sua vida antes do Samson

Iron Maiden: modelo de modernização para o Oriente Médio?Iron Maiden
Modelo de modernização para o Oriente Médio?

Bruce Dickinson: os novos álbuns dão a mesma emoção que o primeiro?Bruce Dickinson
Os novos álbuns dão a mesma emoção que o primeiro?


Slipknot: como são os membros da banda sem as máscaras?Slipknot
Como são os membros da banda sem as máscaras?

Steven Tyler: primeira vez aos 7 anos, com duas gêmeasSteven Tyler
Primeira vez aos 7 anos, com duas gêmeas


Sobre Ronaldo Costa

Nascido na capital paulista em meados dos anos 70, teve a sorte de, ainda bem jovem, descobrir por meio de um primo o debut do Iron Maiden. Quando ouviu "Prowler" pela primeira vez, logo entendeu que aquilo passaria a fazer parte de sua vida. Gosta sobretudo dos clássicos, como Maiden, Judas, Sabbath, Purple, Zeppelin, Metallica, AC/DC, Slayer, mas ouve desde um hard bem leve até um bom death metal. Além da paixão pelo metal e pelo rock em geral, também adora cinema e um bom futebol.

Mais matérias de Ronaldo Costa no Whiplash.Net.