Resenha - Come What(ever) May - Stone Sour
Por Ricardo Seelig
Postado em 04 de janeiro de 2007
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Todo mundo já está sabendo que o Stone Sour é o projeto paralelo de Corey Taylor e James Root, respectivamente vocalista e guitarrista do subestimado Slipknot (subestimado porque, guiados apenas pelo preconceito puro, milhares de headbangers brasileiros nutrem uma antipatia cega pelo grupo, unicamente por ele ser associado a nomes da cena new metal, como Korn, Deftones e outros), além de contar com Roy Mayorga, baterista que já tocou com o Soulfly de Max Cavalera.
Stone Sour - Mais Novidades
O som, para efeitos de comparação, soa como um Nickelback mais pesado, e isso não é uma ofensa, pelo contrário, já que no Stone Sour Taylor e Root conseguem desenvolver, com grande competência, um estilo de música que não seria possível em sua banda principal. Ao unir o peso do Slipknot a andamentos mais cadenciados e canções repletas de refrões carregados de apelo pop, os dois, ao lado do já citado Mayorga e do guitarrista Josh Hand e do baixista Shawn Economaki, alcançaram em "Come What(ever) May", segundo trabalho do grupo, um som extremamente agradável de ouvir.
Enquanto faixas como "30/30-150", "Hell & Consequences" e "Reborn" devem agradar de cara os fãs do Slipknot, outras, como a faixa-título, "Your God" e "1st Person" grudam feito chiclete no ouvido. Temperando tudo, a banda ainda entrega uma canção ("Socio") com fortes influências do Korn (e que é um dos destaques do disco) e quatro belas baladas. "Sillyworld", "Through Glass", "Cardiff" e "Zzyxz Rd." mostram uma faceta de Root e, principalmente, de Taylor, pouquíssimas vezes explorada nos três álbuns já lançados pelo Slipknot.
Toda a banda soa muito coesa no disco, que possui uma bela produção, mas o destaque individual vai para Corey Taylor. Aliás, como canta esse cara. Sua voz ora passeia por timbres mais limpos, ora por vocais mais agressivos, até chegar ao estilo gutural que estamos acostumados a ouvir no Slipknot, tudo com grande competência e talento. Ouvindo-se o CD entende-se, com sobras, porque o seu nome é sempre citado como um dos melhores vocalistas da nova geração.
"Come What(ever) May" é um ótimo álbum, fácil de ouvir e mais fácil ainda de gostar. Uma das grandes surpresas de 2006, sem dúvida.
Faixas:
1. 30/30-150
2. Come What(ever) May
3. Hell & Consequences
4. Sillyworld
5. Made Of Scars
6. Reborn
7. Your God
8. Through Glass
9. Socio
10. 1st Person
11. Cardiff
12. Xxyxz Rd.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Foo Fighters abrirá show do AC/DC logo após o Rock in Rio
Paul McCartney elege os 3 maiores bateristas do rock de todos os tempos
A música do Rush que Neil Peart considerava um passo importante na história da banda
Com cover do Sepultura, Angelus Apatrida anuncia EP "The Reckoning"
Bruce Dickinson lança videoclipe para "Change of Heart" gravado em São Paulo
A canção de metal que é a "melhor música do mundo" de acordo com Jack Black
After Forever acrescenta Brasília à turnê comemorativa de 25 anos de "Decipher"
São Paulo sedia a primeira corrida oficial do Iron Maiden no mundo
As 10 músicas mais rápidas do Metallica pela média de batidas por minuto
Após 40 anos, apareceu quem colocou o Rush na abertura do MacGyver no Brasil
A opinião de Regis Tadeu sobre o saudoso Frank Beard, do ZZ Top
Os cinco maiores guitarristas da história, segundo Andreas Kisser
Como Roger Taylor ajudou a impedir Taylor Hawkins de virar membro do Guns N' Roses
Tocar em lugares "horríveis" no início da carreira foi bom para o Sabbath, segundo Geezer Butler
Tarja anuncia show da "Frisson Live 2027" em Brasília
Rock in Rio: algumas das maiores vaias em edições nacionais
Os cinco discos de Rock que são fundamentais para Nando Reis
Por que Nightwish não conseguiu evitar saída de Marko Hietala, segundo Troy Donockley


4 músicas de heavy metal que têm exatamente 4min44 de duração
Rachel Bolan (Skid Row) foi convidado a entrar para o Stone Sour



