Os álbuns pelos quais Corey Taylor quer ser lembrado; "orgulho" em dois extremos
Por Bruce William
Postado em 18 de outubro de 2025
Corey Taylor sempre tratou gênero como detalhe. O que importa é sentir algo. Como ele já disse: "Tudo é música, desde que você esteja sentindo alguma coisa." Daí vem a resposta quando pedem "o que fica" da carreira: dois álbuns em polos opostos que, juntos, desenham o mapa completo.
Em conversa com a Louder, ele cravou: "Tenho orgulho de tudo que fiz, mas, se tiver que escolher, digo o primeiro álbum do Slipknot e 'Audio Secrecy'. Eles são os dois extremos do que faço. O primeiro Slipknot é todo caos; o disco do Stone Sour é um desnudamento da alma."

Por que esses dois? Vamos tentar entender.
"Slipknot" (1999): o impacto bruto: O cartão de visitas que apresentou Taylor ao mundo como um grito coletivo. Velocidade, textura abrasiva, catarses pessoais - o lado "caos" que ele menciona. Aqui, o sentimento vem na marreta: ritmo convulsivo, vocais em modo exorcismo e letras que transformam dor em energia.
"Audio Secrecy" do Stone Sour (2010): o coração à mostra: No outro polo, composição melódica, dinâmica ampla e letras íntimas. É o "desnudamento da alma" a que ele se refere: vulnerabilidade, narrativas mais claras e um vocal que prefere a tensão controlada ao ataque constante. Como o próprio Taylor resumiu sobre o Stone Sour, gosta de equilibrar a mesma dose de desprendimento e coragem na música" com "uma maturidade refrescante nas letras".
O recado por trás da dupla escolha é simples: não é sobre metal versus não-metal, e sim sobre amplitude. Taylor sempre admitiu matrizes fora do peso - The Clash, Cheap Trick - e usa essas referências para expandir limites sem pedir licença. Resultado: um artista que se sente à vontade tanto no furacão quanto no silêncio tenso, e que quer ser lembrado pelos dois.
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