Resenha - A Matter Of Life And Death - Iron Maiden

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Por Ricardo Seelig
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Nota: 9

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

Antes de mais nada, uma consideração: ao contrário do que andam dizendo por aí, “A Matter Of Life And Death” não é um disco chato, repetitivo e sem inspiração. Basta ouvi-lo com atenção para perceber que qualquer opinião neste sentido está a milhas da verdade.

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E a grande verdade é que o Iron Maiden de hoje não é o Iron Maiden dos anos oitenta. Esta quarta fase da banda (a primeira foi com Paul Di´Anno nos vocais, a segunda o boom com Bruce Dickinson nos anos oitenta, e a terceira a chamada Era Blaze) tem demonstrado, nestes últimos sete anos, que o grupo ainda soa relevante quando falamos de música pesada.

Ao contrário do que dizem alguns críticos, a volta de Bruce e Adrian Smith em 10 de fevereiro de 1999 não deu apenas uma sobrevida ao Maiden. Com os dois novamente na sua formação, a Donzela recuperou instantaneamente, em um passe de mágica, toda a reputação que estava sendo jogada no lixo com o lançamento de “The X Factor” e, principalmente, do constrangedor “Virtual XI”. Foi só anunciar a volta do eterno Mr Air Raid Siren e daquele que muitos consideram o melhor guitarrista de metal vivo (sim, estou falando do Senhor Smith) para que o nome do grupo voltasse a ser veiculado com destaque não só na mídia especializada, fazendo os fãs entrarem em ebulição em todos os cantos do planeta.

Mundo este que voltou a ser do Maiden quando “Brave New World” chegou às lojas. Refrescante, cheio de energia, o álbum é o ponto inicial da nova fase da Donzela. Olhando para o passado com respeito, mas sem se prender ao que fizeram na década de oitenta (e que os transformou no gigante de hoje), mostrava já novas influências que seriam intensificadas no trabalho seguinte, “Dance Of Death”. Que influências são estas?

As longas passagens instrumentais, característica sempre marcante nas canções do grupo, estão mais presentes do que nunca. Não há em “A Matter Of Life And Death” uma música mais rápida e direta como “Rainmaker”, por exemplo. O Iron Maiden atual caminha com passos firmes e determinados em direção ao rock progressivo dos anos setenta, unindo-o com perfeição ao heavy metal clássico que elevou o seu nome às alturas na década de oitenta, transformando a banda, para muitos, na mais importante e influente da história da música pesada. Seja pela idade de seus integrantes, pela maturidade de cada um como músico, ou por uma evolução natural mesmo (afinal, Steve Harris e Bruce Dickinson são apreciadores confessos de vários grupos setentistas), o fato é que em “A Matter Of Life And Death” a banda atingiu o seu ápice na união destes dois estilos, mostrando um novo som e um novo Maiden para o mercado.

Não pense que você vai ouvir algo na linha do prog metal executado por grupos como o Dream Theater, por exemplo. Isso está muito longe de “A Matter Of Life And Death”. Suas dez faixas estão muito mais próximas das referências pioneiras do estilo, de grupos como Yes, Nektar e Rush. Mas pode ficar tranquilo porque a banda não perdeu nem uma grama de peso, muito pelo contrário. Ao mesmo tempo em que as músicas do novo álbum mostram um Maiden mais progressivo do que nunca, elas também apresentam um grupo pesadíssimo, como nunca tínhamos ouvido antes.

“A Matter Of Life And Death”, apesar das evidências, não é um álbum conceitual. O tema central da maioria de suas faixas gira em torno da morte, da vida e da guerra, como o próprio título já prenuncia, mas considerá-lo um trabalho conceitual é um erro. Apesar de a banda já ter tratado destes assuntos inúmeras vezes na sua história (exemplos não faltam, como é o caso da clássica “Aces High” e da mais recente “Pashendale”), as letras nunca foram tão explícitas como agora. Tudo está mais evidente, mais na cara, acompanhado por uma performance instrumental excelente, como sempre.

Ainda que em uma análise superficial “Different World”, a faixa que abre o disco, pareça não ter nada a ver com as outras músicas do álbum, ela diz muito do que iremos ouvir a seguir. O Iron Maiden buscou inspiração no passado, em uma época repleta de originalidade chamada “anos setenta”. Mergulhando de cabeça, voltando mais de trinta anos no tempo, quando a banda não passava de um bando de guris tentando tirar alguns sons, o grupo encontrou os caminhos que fazem “A Matter Of Life And Death” soar original, ainda que continue sendo o bom e velho Maiden que aprendemos a amar através dos anos.

O Thin Lizzy, lendário grupo irlandês liderado por Phil Lynott, e que desde sempre foi uma das maiores influências da carreira da Donzela, em “Different World” volta a projetar a sua sombra sobre a gangue de Steve Harris. Ao lado do UFO, o Thin Lizzy foi a grande fonte inspiração para a sonoridade que o Iron Maiden desenvolveu durante toda a sua história. As guitarras gêmeas e repletas de melodia do grupo irlandês tiveram um impacto gigantesco no Maiden, que com o seu talento as elevou a outro patamar, transformando-as na principal característica do seu som, influenciando mais tarde o Helloween da fase “Keepers” e, por extensão, todo o chamado metal melódico.

Mas o que o Maiden buscou agora no Thin Lizzy foi outro fator. Lynott e seus companheiros compuseram ao longo de sua carreira dezenas de clássicos, todos eles com refrões cheios de melodia, que grudavam imediatamente. Pois a Donzela pescou este elemento e o inseriu, com a competência habitual, não só em “Different World”, mas em todas as faixas de “A Matter Of Life And Death”. O resultado, como esperado, é excepcional. A ponte antes do refrão possui uma linha vocal inspiradíssima de Bruce Dickinson, com uma melodia muito interessante, e que faz toda a diferença. No final das contas é este detalhe que faz “Different World” ser uma faixa diferente, inovadora e refrescante, e não apenas mais uma canção de abertura dos discos do grupo.

O mergulho (profundo) nas influências progressivas começa em “These Colours Don´t Run”. A partir de sua segunda música, “A Matter Of Life And Death” não possui nenhuma faixa com menos de cinco minutos. Confesso que eu, um admirador ferrenho de clássicos da banda como “Hallowed Be Thy Name”, “Alexander The Great”, “Powerslave”, “Infinite Dreams” e “Seventh Son Of A Seventh Son”, coloquei um sorriso no rosto quando vi a duração das faixas, já esperando o melhor, mas é colocando o CD para tocar que percebemos o quanto o Iron Maiden se aproximou do rock progressivo.

Com uma introdução de guitarras no estilo de “Brave New World”, “These Colours Don´t Run” explode em um hard rock vigoroso, onde o destaque imediato é a voz de Bruce Dickinson. Cantando como nunca, o baixinho mostra porque ainda é considerado a principal voz do heavy metal. Ele vai alternando linhas vocais diferentes durante o desenvolvimento da canção, levando a banda consigo. A parte instrumental é longa e possui um andamento que nos leva de volta ao clássico “Seventh Son Of A Seventh Son”, o álbum mais progressivo da fase clássica da banda. Os belos solos e melodias das guitarras são acompanhados por uma cama de teclados, e o resultado final agrada bastante. Dona de um refrão cativante, deve ser um dos destaques dos shows da nova turnê, com participação maciça dos fãs.

“Brighter Than A Thousand Suns” possui algumas semelhanças com “Pashendale”, na alternância de passagens mais calmas com explosões sonoras repletas de peso. Mais uma vez as linhas vocais são cativantes, grudando na cabeça à primeira audição. O refrão é um dos melhores do disco, repetindo-se progressivamente, crescendo aos poucos, lembrando a estrutura de “Brave New World”. A música tem uma mudança de andamento lá pela metade que insere mais rapidez e ainda mais peso a tudo, com uma cavalgada de baixo e guitarras que irá agradar todo e qualquer apreciador do grupo. Bruce abusa dos tons mais altos em vários momentos, mostrando que está cantando um absurdo.

Podemos perceber um retorno às raízes em “The Pilgrim”. O riff inicial é puro anos oitenta. Outra vez a parte instrumental nos leva de volta ao “Seventh Son Of A Seventh Son”. Mais direta, e com um arranjo mais épico que as faixas anteriores, “The Pilgrim” tem Bruce cantando de forma mais agressiva até chegar ao refrão, onde as melodias inspiradíssimas voltam à ordem do dia. Aliás, esta canção tem um potencial enorme para single, e não será surpresa se o grupo a lançar neste formato no futuro.

O que eu vou falar agora com certeza irá atiçar ainda mais a curiosidade dos fãs, mas desde a primeira vez que ouvi o início de “The Longest Day” a mais do que clássica “Rime Of The Ancient Mariner” me veio à cabeça. Com o baixo servindo de guia, as três guitarras vão surgindo uma a uma, devagar e sem pressa. Alguns efeitos podem ser ouvidos nos instrumentos à medida em que a canção vai se desenvolvendo. Seguindo a linha melódica, Bruce declama a letra, explodindo em vocais com tons altíssimos e em um refrão que levanta qualquer estádio. Na metade da canção há uma mudança de andamento e somos surpreendidos por um riff que é puro Rush setentista, comprovando novamente a inserção da banda no universo daquela década. As guitarras são o principal destaque. Seja nas harmonias, nas melodias ou nos solos, o trabalho de Dave Murray, Adrian Smith e Janick Gers em “The Longest Day” é primoroso, dá gosto de ouvir. O entrosamento dos três alcançou um nível quase sobrenatural, inconsciente até em certos sentidos. Esta música tem, com a mais absoluta certeza, um dos melhores trabalhos nas seis cordas desde a estréia da nova formação do grupo.

Uma das grandes surpresas de “A Matter Of Life And Death” é a faixa que vem a seguir. “Out Of The Shadows” é uma balada em que a banda usa bastante violões, mas não pense que estamos diante de uma nova “Journeyman”, porque o caminho seguido aqui é bem diferente. Sintetizando e tentando colocar em palavras, “Out Of The Shadows” é uma música bem vigorosa, e nos leva de volta no tempo mais de vinte anos. É impossível escutá-la e não fazer uma associação com “Prodigal Son”, presente no segundo trabalho do grupo, “Killers”. O refrão desta faixa traz à tona a lembrança de “Wasting Love”, do “Fear Of The Dark”, último trabalho de Bruce Dickinson com o grupo antes de sair em carreira solo. Li em alguns reviews a associação de “Out Of The Shadows” com “Tears Of The Dragon”, maior hit da carreira solo de Bruce, mas esta comparação é simplista. Parece que quem a escreveu ligou uma música à outra apenas por serem baladas, porque ouvindo-as com atenção percebe-se que não há absolutamente nada em comum entre as duas faixas. “Out Of The Shadows” é um dos pontos altos do disco, possui um refrão que fará um estrago enorme nos shows da banda, e, ainda por cima, tem um potencial radiofônico gigantesco. Não me surpreenderia em ver o grupo gravando um videoclipe para ela, e este clipe rolando sem parar nas MTVs da vida.

Após toda esta jornada, chegamos na parte final de “A Matter Of Life And Death”. Não sei se a minha opinião a respeito das últimas quatro faixas do disco será compartilhada com os milhares de fãs do Maiden aqui no Brasil, mas “The Reincarnation Of Benjamin Breeg”, “For The Greater Good Of God”, “Lord Of Light” e “The Legacy” soaram aos meus ouvidos como uma grande suíte de fechamento do trabalho.

“The Reincarnation Of Benjamin Breeg”, o primeiro single do álbum, é sem dúvida alguma uma das melhores faixas gravadas por esta formação do grupo. Se um “best of” desta fase fosse lançado, ela estaria presente ao lado de músicas como “Ghost Of The Navigator”, “Brave New World”, “Pashendale”, “Nomad” e “Wicker Man”. A introdução de guitarra cria o clima para o que iremos ouvir. Parece que Adrian, Dave e Janick estão frente a frente no estúdio, aquecendo seus instrumentos para o que irão fazer a seguir. Subitamente, Steve e Bruce entram em cena, e, enquanto o baixista cria a base, a voz do Maiden solta alguns versos calmamente, sem pressa, dando início à história do personagem. Após esta breve intro, um riff de guitarra pesado, simples e eficiente, entra e quebra tudo. Bruce canta maravilhosamente, e suas linhas vocais vão se desdobrando em melodias crescentes, com um resultado muito legal. O refrão fica na cabeça de imediato, e é praticamente impossível não imaginar um estádio inteiro cantando-o a plenos pulmões. A parte instrumental mais uma vez é longa, cheia de cavalgadas de guitarra no melhor estilo do álbum “Powerslave”, além de ótimos solos. Li algumas críticas ao fato de “The Reincarnation Of Benjamin Breeg” ter sido escolhida como primeiro single e juro que não entendi, uma vez que, além de ser uma das melhores canções de “A Matter Of Life And Death”, sintetiza perfeitamente o álbum.

O baixo de Steve Harris sutilmente invade nossos ouvidos e nos leva ao encontro de “For The Greater Good Of God”. Com andamento crescente, a canção explode com os belos vocais de Bruce Dickinson. Aliás, Bruce canta praticamente toda a música em tons altíssimos, mostrando todo o poder de sua voz. É claro que os críticos do grupo irão dizer que ele não conseguirá cantá-la ao vivo da mesma maneira que em estúdio, mas para estas pessoas eu faço apenas uma pergunta: vocês ouviram o que Dickinson fez em “Hallowed Be Thy Name”, “The Trooper” e “Brave New World”, músicas que também possuem vocais no estilo, na turnê do “Dance Of Death”? Acho que isso responde qualquer dúvida.

Outro destaque de “For The Greater Good Of God” é o arranjo orquestrado que entra lá pela sua metade, reforçando ainda mais o clima épico da canção. As mudanças de andamento são outra constante, reforçando o aspecto progressivo, além da bateria da Nicko McBrain, que foge do óbvio em suas linhas. Um faixa tipicamente Maiden, e que soa bastante emblemática, sintetizando o direcionamento que o grupo deu a “A Matter Of Life And Death”.

Eu sei que isso soa repetitivo, mas não dá para ouvir “Lord Of Light” e, de novo, não ficar extasiado com Bruce Dickinson. Nesta canção está a sua melhor performence no CD. Cantando mais do que nunca, em tons altíssimos mais uma vez, nos deixa sem saber o que dizer, quietos, apenas admirando o seu talento. “Lord Of Light” possui também um belíssimo riff após a sua introdução, totalmente anos oitenta, que desemboca em um ataque certeiro de toda a banda. Nicko é outro que se destaca, inserindo mudanças de andamento e viradas de bateria certeiras.

Assim como aconteceu em “Brave New World” com “The Thin Line Between Love And Hate” e em “Dance Of Death” com “Journeyman”, em “A Matter Of Life And Death” o Iron Maiden também guardou para o final uma grande surpresa para os fãs. “The Legacy” é uma das faixas mais longas do disco, e vem carregada de influências folk e celtas. Com um início acústico, parece saída de um álbum do Blind Guardian. Diferente de tudo o que o Maiden já gravou em toda a sua carreira, possui um intrincado e belíssimo trabalho de violões. É chover no molhado, eu sei, mas canções como esta nos fazem perceber o quanto o grupo não está parado no tempo, o quanto está a frente, buscando inserir novos elementos em sua música. Em alguns momentos, a sonoridade acústica faz baixar um clima meio “Led Zeppelin III”, e nos sentimos em Stonehenge rodeados de druídas.

Voltando, este ritmo mais lento é quebrado quando, na segunda metade da faixa, um riff bem ao estilo do que o grupo fazia nos anos oitenta surge e leva a música ao seu ápice. Bruce dobra a sua voz, enquanto as guitarras derramam melodias sobre o riff, encerrando o álbum em alto estilo.

Em termos individuais, o maior destaque é Bruce Dickinson. Mostrando que é como vinho, o frontman do Maiden usa a experiência a seu favor, usando todo o poder de sua voz com sabedoria. As linhas vocais que criou para “A Matter Of Life And Death” estão entre as melhores desenvolvidas por Bruce nos últimos anos, tanto ao lado do Maiden quanto em sua carreira solo. Durante todo o álbum ele mostra que ainda tem muito o que ensinar e mostrar aos seus fãs, e muita influência ainda para exercer sobre várias gerações de artistas.

Steve Harris mostra a classe e a competência de sempre. Compositor ímpar, demonstra mais uma vez que a sua criatividade está longe de se esgotar.

A performance de Nicko McBrain se destaca, mostrando uma evolução constante. Aliás, desde “Brave New World” que o baterista tem buscado variar e inovar bastante em suas passagens rítmicas, e isso é evidente em “A Matter Of Life And Death”.

Fechando, o trio de guitarras reafirma o quão importante foi, não só para o Maiden, mas para a música de uma maneira geral, a decisão de manter Dave Murray, Adrian Smith e Janick Gers tocando juntos. O novo álbum leva a musicalidade dos três a um patamar ainda mais elevado do que os dois últimos discos. A interação entre estes músicos é absurda, e é uma das forças que mantém o Maiden vivo e relevante mesmo após trinta anos.

A produção de Kevin Shirley está bem melhor do que a de “Dance Of Death”. Tudo está soando mais claro, o peso sai das caixas de som cristalino, e não poderia ser diferente em um álbum do Iron Maiden.

A arte gráfica, parte fundamental da carreira do grupo, ao contrário do último álbum agradará em cheio os fãs. Os experimento da capa de “Dance Of Death” foram deixados de lado, e Eddie surge em sua forma tradicional, assustador e ameaçador como sempre.

Para os fãs, o álbum será lançado no Brasil em duas versões: uma simples e outra contando com um DVD bônus, com o clipe de “The Reincarnation Of Benjamin Breeg”, documentários e outros atrativos.

Concluindo, “A Matter Of Life And Death” soa muito mais conscistente que “Dance Of Death”, e até mesmo que “Brave New World”, que transpirava energia. As influências progressivas estão mais presentes do que em qualquer álbum lançado pelo Maiden em toda a sua carreira, assim como o peso, mais evidente do que nunca. “A Matter Of Life And Death” é o trabalho mais coeso e redondo do Iron Maiden desde “Seventh Son Of A Seventh Son”, colocando no chinelo álbuns adorados pelo fãs, como é o caso do mediano “Fear Of The Dark”.

Um novo Iron Maiden para um novo tempo: esta é a conclusão que eu chego após inúmeras audições de “A Matter Of Life And Death”. Uma banda mais madura do que nunca, experiente, ciente da sua importância e com uma força criativa com poder para ainda surpreender os fãs. A aproximação com o rock progressivo deve continuar nos próximos trabalhos, intensificando-se até, e a Donzela dá toda a pinta de que, depois de ter reinventado o metal e influenciado toda e qualquer banda surgida nos últimos vinte anos, seguir um caminho semelhante com esta nova sonoridade.

Um ótimo disco, pode comprar sem medo.

Faixas:
1. Different World
2. These Colours Don´t Run
3. Brighter Than A Thousand Suns
4. The Pilgrim
5. The Longest Day
6. Out Of The Shadows
7. The Reincarnation Of Benjamin Breeg
8. For The Greater Good Of God
9. Lord Of Light
10. The Legacy

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Sobre Ricardo Seelig

Ricardo Seelig é editor da Collectors Room - www.collectorsroom.com.br - e colabora com o Whiplash.Net desde 2004.

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