Resenha - Attomica - Attomica
Por Clóvis Eduardo
Postado em 14 de setembro de 2006
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Um relançamento que deixa os fãs antigos com água na boca e a oportunidade da moçada nova conhecer mais esta grande banda brasileira. Originalmente lançado em 1987, este disco do Attomica nos remete à cena oitentista do Brasil, quando o metal tinha um espírito muito mais underground e cheio de energia.
Não espere outra coisa senão velocidade nos riffs que parecem uma serra elétrica, batidas alucinantes na bateria e uma participação modesta do vocalista Laerte Perr. Não que os versos cantados com agressividade pelo competente vocalista estejam em segundo plano, mas você vai sentir mesmo quando ouvir este CD, que a banda valoriza em muito o lado instrumental.
O relançamento deste trabalho é sensacional se analizarmos pelo lado histórico da música brasileira. E mais legal ainda pelo fato de que a audição dele é, afinal, uma aula de bater cabeça. Uma carga elevada de solos em músicas rápidas e pesadas fazem do Attomica um dos grandes grupos de heavy metal já nascidos no país. Que bom que colocamos a mão em um registro como este, antes só encontrado nos históricos vinis.
André Rod no baixo, Mario Sanefuji na bateria, Pyda Rod e João Paulo Francis nas guitarras, junto ao já citado Laerte Perr fazem uma mistura muito boa de partes cheias de vigor e um instrumental baseado nos clássicos do heavy e muito thrash. A formação atualmente não é a mesma, mas o espírito da banda prossegue firme em composições avassaladoras como "Marching Over Blood", "Lost Time" e "Children Assassins". O disco contém 11 faixas, das quais quatro são material bônus, com uma sonoridade muito mais atual. Porém o feeling que todo headbanger adora, está garantido.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Como uma canção "profética", impossível de cantar e evitada no rádio, passou de 1 bilhão
O disco nacional dos anos 70 elogiado por Regis Tadeu; "hard rock pesado"
A banda que é "obrigatória para quem ama o metal brasileiro", segundo Regis Tadeu
Cinco álbuns que foram achincalhados quando saíram, e que se tornaram clássicos do rock
Por que Angra não convidou Fabio Laguna para show no Bangers, segundo Rafael Bittencourt
A música do Angra que Rafael Bittencourt queria refazer: "Podia ser melhor, né?"
A banda de rock que lucra com a infantilização do público adulto, segundo Regis Tadeu
A música de Raul Seixas que faria ele ser "cancelado" nos dias de hoje
O álbum "exagerado" do Dream Theater que John Petrucci não se arrepende de ter feito
A música feita pra soar mais pesada que o Black Sabbath e que o Metallica levou ao extremo
Playlist - Uma música de heavy metal para cada ano, de 1970 até 1999
O melhor álbum de 11 bandas lendárias que surgiram nos anos 2000, segundo a Loudwire
Quantas guitarras Jimi Hendrix queimou ao longo de sua carreira?
As duas músicas do Metallica que Hetfield admite agora em 2026 que dão trabalho ao vivo
Por que David Gilmour é ótimo patrão e Roger Waters é péssimo, segundo ex-músico
A banda que Pete Townshend gostava tanto que ele faltava a shows do The Who para ir ver
A banda que Renato Russo detestava, e com a qual a Legião Urbana chegou a ser comparada
A conceituada revista que inventava mentiras pra ferrar o Engenheiros do Hawaii



Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Metallica: em 1998, livrando a cara com um disco de covers
Whitesnake: Em 1989, o sobrenatural álbum com Steve Vai



