Resenha - Majestic - Gamma Ray
Por Rafael Carnovale
Postado em 20 de setembro de 2005
Nota: 10 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Desde 2002 uma nova ordem impera na sonoridade do Gamma Ray. Se antes Kai Hansen e cia. executavam um power/speed metal melódico, com a guitarra esperta de Kai, e os vocais de Ralph Scheepers (depois assumidos por Kai), agora a banda criava arranjos mais viscerais, remetendo ao metal oitentista sem medo de ser rotulada ou criticada. Um retorno as raízes que geraram inclusive o Helloween, banda anterior de Kai. Três anos se passaram e "Majestic" é lançado em meio a problemas dentro da banda e fora dela (o estúdio onde estavam gravando chegou a ser "despejado" com tudo dentro, inclusive a banda). O resultado final dá continuidade ao som mais cru de "No World Order", mas sem renegar as raízes do talentoso quarteto germânico.

De saída uma paulada "speed" com várias mudanças de andamento e um clima a lá "Black Sabbath" chamada "My Temple", seguida por outra que nos remete ao Gamma Ray da era "Land of the Free", mas mesmo nesta faixa podemos notar que alguns arranjos foram enxugados, para soarem mais pesados. "Strange World" traz um delicioso flerte com o "hard-rock" e um começo aonde o baixo sempre presente de Dirk Schlachter se destaca. Kai abusa das vozes dobradas e dos efeitos, cobrindo com estilo suas limitações vocais.
Para matar a saudade do Gamma Ray "speed", nada como "Hell is thy Name" (com solos fantásticos duelados – aliás o trabalho de Henjo Richter e Kai merece destaque honroso). As duas músicas seguintes são as surpresas do CD: "Blood Religion" traz um clima a lá Iron Maiden, com uma levada épica, e "Condemned to Hell" parece saída de um CD do Pantera. Os "riffs" homenageiam claramente o estilo de Dimebag Darrell, enquanto que a levada cadenciada é típica do CD "The Great Southern Trendkill". As demais faixas se misturam em pedradas "speed" como "Spiritual Dictator", momentos mais "hard" como "How Long" (como a banda se deu bem com o estilo) e puras inspirações "sabbathicas" como "Majesty"., além do épico "Revelation", que encerra o CD em grande estilo.
O Gamma Ray soube neste CD combinar um pouco de tudo o que já fez e ainda assimilar novos elementos em sua musicalidade. De longe o melhor CD da banda, e dado o leque de possibilidades que o mesmo propõe, acredito que o próximo será ainda mais matador. Não percam os shows da banda no Brasil em novembro!
Site Oficial: http://www.gamma-ray.com
Material Cedido Por:
Century Media Brasil
Http://www.centurymedia.com.br
São Paulo (SP)
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A reação de Dirk Verbeuren ao anúncio do fim do Megadeth
Pearl Jam sobe ao palco pela primeira vez com Abe Laboriel Jr. na bateria
Shows que vão agitar São Paulo no segundo semestre de 2026.
Com ex-membros do Primal Fear e Gamma Ray, Fearless V anuncia primeiro álbum
A única banda de metal que nem o Metallica conseguiu superar, conforme Regis Tadeu
A superbanda com integrante dos Rolling Stones que Jimmy Page nunca esqueceu
A maior e melhor banda de metal de todos os tempos, segundo Jerry Cantrell
Os 5 melhores álbuns fora do metal de todos os tempos , segundo Kai Hansen
A insana rotina matinal de Lemmy revelada pelo baterista do The Clash
Mamonas Assassinas: a história das fotos dos músicos mortos, feitas para tabloide
A música que fracassou em inglês e virou um hit nacional dos anos 1960
AC/DC tem penúltimo show da atual turnê cancelado devido ao mau tempo
É verdade que John Paul Jones toca piano em "She's a Rainbow", dos Rolling Stones?
Metal Hammer ranqueia todos os discos do Judas Priest, do pior ao melhor
Dave Mustaine confessa que chorou enquanto escrevia "The Last Note"

O Gamma Ray ainda existe? Kai Hansen responde
Kai Hansen (Helloween, Gamma Ray) lança novo single solo, "Wait and See"
Kai Hansen, do Helloween e Gamma Ray, conta que foi eletrocutado em sua primeira visita ao Brasil
Pink Floyd: The Wall, análise e curiosidades sobre o filme


