Resenha - Catch Thirty Three - Meshuggah
Por Rafael Carnovale
Postado em 30 de agosto de 2005
Nota: 4 ![]()
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Os suecos do Meshuggah vinham devendo um bom CD. Após lançarem o excelente "Chaosphere", os caras fizeram algo incompreensível como "Nothing", de 2002. A banda volta agora com tudo produzindo este "Catch Thirty Three". Resta ver se os suecos conseguiram se recuperar do fiasco do CD anterior, já que o mesmo era praticamente incompreensível. Mas as coisas não parecem começar bem, já que a banda se define como "Cyber Thrash Metal". Que porra é essa?
As coisas começam bem com "Autonomy Lost". "Riffs" sintetizados dão o tom, mas a música é boa, já "Imprint of the Unsaved" nada mais é do que a continuação da primeira música! Que troço doido! E o mesmo acontece com "Disenchantment". A banda parece ter gravado a música dividindo em três partes de curta duração. Já "The Paradoxal Spiral" começa com um "riff" que se repete até entrar uma melodia a lá Sabbath/Rob Zombie totalmente incompreensível, que se repete por três músicas. Os caras piraram?
De fato não há como entender este CD, "Mind Mirror´s" tem dois minutos de explosões e em seqüência um "riff" melancólico. Já "In Death – Is Life" começa bem, com uma levada cadenciada e empolgante, e é novamente dividida em 2 partes (totalizando quase quinze minutos de música) , dando lugar as pesadas "Shed" e "Personae Non Gratae", estas sim as melhores do CD, assimiláveis e cativantes. "Dehumanization" e "Sum" (as duas últimas) nada mais são do que a mesma música dividida em duas. Mas o resultado é bem superior ao que vemos no resto do CD.
Um CD confuso. Músicas boas no meio de idéias sem sentido. Algo que não dá para entender ou compreender. Como estes caras vão fazer isso ao vivo?
Site Oficial: Http://www.messuggah.net
Line Up:
Jens Kidman – Vocais
Gustaf Hielm – Baixo
Tomas Haake – Bateria
Marten Hagstrom – Guitarras
Frederick Thornendal – Guitarras
Material Cedido Por:
Nuclear Blast/Laser Company Records
São Paulo (SP)
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