Resenha - 60 Second Wipe Out - Atari Teenage Riot
Por Thiago Sarkis
Postado em 16 de agosto de 2005
Nota: 5 ![]()
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O Atari Teenage Riot deu início a sua vitoriosa carreira em 1992, formado por Alec Empire, Hanin Elias e Carl Crack. Anos depois o primeiro se tornaria um verdadeiro ícone da atitude, independência e ataques políticos incessantes nas letras de sua banda. Um admirável ‘combo’ de hardcore, punk, industrial e techno que os transformou em entidades no que fazem.

A Rock Machine deve ser aplaudida por ousar lançar material de um conjunto tão importante, mas fora de quaisquer parâmetros. No entanto, hei de contrapor essa glória, pois sinto que justamente neste álbum, "60 Second Wipe Out", o Atari Teenage Riot perdeu a mão de suas audácias.
O grupo não foi feliz na tentativa de criar uma atmosfera caótica com a mixagem de Andy Wallace, que já trabalhou com Deus e o mundo, incluindo Nirvana, Sepultura, Velvet Revolver, e Phish. As convulsas freqüências de sintetizadores goram tanto a massa quanto o fermento do bolo. Aliás, "bolo" é um termo interessante, porque na maioria das quatorze faixas só é possível ouvir um grande bololô.
A eficiente e perturbadora fórmula de "Delete Yourself" (1995), "The Future Of War" (1996) e "Burn, Berlin, Burn" (1997) falha em "60 Second Wiped Out" por falta de sustento e mínima organização à barulheira ensandecida de sempre. As partes de rap e hip hop são mal colocadas, e afetam até mesmo a pura música eletrônica e os gritos nos vocais, características intocáveis até então.
"Western Decay" e a participação especial de Dino Cazares (Fear Factory) nas guitarras em "Your Uniform (Does Not Impress Me)" marcam raras passagens em que o ATR volta a seus melhores dias.
Com este CD, a banda fica bem atrás da atualidade de Ministry, KMFDM e Skinny Puppy. Que possam se recuperar no próximo.
Site Oficial – ttp://www.digitalhardcore.com
Material cedido por:
Rock Machine
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