Resenha - Best Of 90 99 - Yngwie J. Malmsteen
Por Fernando De Santis
Postado em 21 de junho de 2005
Nota: 8 ![]()
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Dono de uma discografia extensa e de ótima qualidade, para o guitarrista sueco, Yngwie Malmsteen, fazer uma coletânea de uma década é moleza... dá para encher o disco de clássicos e ainda deixar alguns de fora. Nessa coletânea em questão, só entraram clássicos dos discos de 1990 até 1999.
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O cover empolgante "Gimme, Gimme, Gimme" da banda ABBA, em versão Hard Rock, abre a coletânea. Após essa abertura ‘light’, Yngwie optou por colocar a pesada "Never Die" do disco "The Seventh Sign" de 1994. Nessa época, o guitarrista contava com uma seleção de músicos para deixar qualquer banda com inveja. Entre eles, Michael Vescera era o vocalista, enquanto na bateria, o "monstruoso" Mike Terrana (atualmente no Rage), tomava conta das baquetas. A belíssima balada "Brothers", do mesmo álbum, vem na seqüência e faz questão de deixar bem claro que Malmsteen é disparado um dos maiores (se não o maior) guitarrista da atualidade. De 1995, do disco "Magnum Opus", dois clássicos foram escolhidos a dedo: "Vengeance" e "Voodoo", onde além do óbvio destaque para os solos, Michael Vescera com sua voz peculiar "rouba a cena".
Do álbum "Facing The Animal", de 1997, a faixa-título entrou na coletânea. Nessa época, Mats Leven cantava e na bateria, Cozy Powell dava conta do recado de forma ímpar. Do mesmo disco, a balada "Like na Angel – For April Another Time", dona de um refrão pra lá de "grudento" também marca presença junto com a hard "Antoher Time". O guitarrista sueco ainda deu um jeito de enfiar o clássico absoluto "Rising Force", gravado ao vivo em São Paulo, em 1998, assim como o cover de "Gates Of Babylon" da banda Rainbow. Como destaque para as instrumentais, vale citar a ultravirtuosa "Blue" e a clássica (literalmente) "Cavalino Rampante" retirada do álbum "Concerto Suite for Electric Guitar and Orchestra in E flat minor, Opus 1".
Apesar de ser a segunda coletânea do guitarrista, na mesma década, "The Best Of ’90 – ‘99" é um prato cheio para os fãs desse deus das seis cordas. Não é possível conhecer todo o trabalho de Malmsteen apenas nesse disco, mesmo porque, só aborda a última década, mas dá para conhecer bons clássicos e concluir que o sueco embora tenha um ego inflado, é um músico fora de série.
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