Resenha - Chapter V: Unbent, Unbowed, Unbroken - Hammerfall
Por Ben Ami Scopinho
Postado em 16 de junho de 2005
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Independente de toda esta história de "guerreiros", "bandeira do metal" e "visual de gosto duvidoso", não há como negar que os suecos do Hammerfall conquistaram fãs ao redor de todo o globo com seu Heavy Metal cheio de clichês, porém competente e que soa muito agradável. Trabalharam duro e fizeram por merecer tudo o que conquistaram.
Hammerfall - Mais Novidades
Neste "Chapter V", basicamente tudo soa como o que Hammerfall vem fazendo desde o início de sua carreira, porém as canções estão um pouco mais variadas, incorporando algo do hard rock e algum peso extra em algumas faixas. Mas o que realmente chama a atenção é o trabalho com as vozes. Tudo foi feito muito bem planejado, possui bom gosto e não há como o ouvinte não começar a cantar durante a audição. É de se imaginar a reação da platéia nas apresentações ao vivo...
Há faixas bem interessantes, como "Secrets", com uma boa veia sinfônica; a cadência de "The Templar Flame" é perfeita, que música! A presença do hard rock mesclado com metal mostra a habilidade de Joacim em compor arranjos pegajosos em "Blood Bound" e "Hammer Of Justice" e, como é de praxe nos discos da banda, a balada emotiva se faz presente em "Never, Ever", com boas linhas vocais e passagens melódicas realmente bonitas.
O ponto baixo ficou com "Fury of The Wild", onde o Hammerfall praticamente copiou o riff de "Two Minutes To Midnight", do Iron Maiden; não havia a menor necessidade disso. Outra faixa exagerada é "Knights Of The 21st Century", com mais de 12 minutos de tentativas épicas, onde nem a presença do venenoso Cronos rosnando ajuda a canção a se desenvolver de maneira realmente interessante.
Apesar de se manter tão apegado às raízes do Heavy Metal poder causar limitações criativas à banda, ainda assim digo que hoje o Hammerfall representa para a nova geração de headbangers tudo o que o Judas Priest e Iron Maiden representaram há 20 anos. E isso é muito importante para garantir ainda mais a longevidade deste estilo de música. São músicos competentes e dedicados, que vêm conseguindo colocar bons registros no mercado. É o suficiente por ora.
HAMMERFALL - Chapter V: Unbent, Unbowed, Unbroken
(2005 – Nuclear Blast / Laser Company Records)
01. Secrets
02. Blood Bound
03. Fury Of The Wild
04. Hammer Of Justice
05. Never, Ever
06. Born To Rule
07. The Templar Flame
08. Imperial
09. Take The Black
10. Knights Of The 21st Century
11. The Metal Age (faixa-bônus ao vivo)
Homepage: www.hammerfall.net
Outras resenhas de Chapter V: Unbent, Unbowed, Unbroken - Hammerfall
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Rush é parado na fronteira dos Estados Unidos com o México e precisa adiar show
Capital Inicial cancela shows nos Estados Unidos após vistos negados
Por que Iron Maiden nunca será grande como Metallica, segundo Bruce Dickinson
20 bandas que nunca lançaram um disco ruim, de acordo com a Metal Hammer
Rhapsody se despedirá com formação clássica ao lado do Epica na América do Sul
Ripper Owens: "Há uma razão pro Iron Maiden tocar pra 20 mil e o Judas pra 5 mil"
O cantor de prog metal que foi cotado para substituir Bruce Dickinson no Iron Maiden em 1993
A cantora que conquistou James Hetfield com sua voz "de cheiro de cigarro"
Os dois clássicos do Judas Priest que Ripper Owens não queria cantar no Masters of Voices
O show em que o Iron Maiden tocou Van Halen, de acordo com Adrian Smith
A grande omissão do Rock and Roll Hall of Fame segundo Steve Stevens
Classic Rock ranqueia discografia do Bon Jovi do pior ao melhor álbum
Dave Lombardo conta que "névoa mental" o fez usar anotações nos shows
As únicas faixas de "Holy Diver" que Ronnie James Dio escreveu sozinho
O clássico do Angra de Andre Matos que parece com faixa do "MI'RAJ", segundo Edu Falaschi
Heavy Metal: os dez melhores álbuns lançados em 1988
Conheça as duas versões da história "Metallica X Megadeth"
O riff de guitarra mais icônico que existe, segundo Max Cavalera


Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
"MI'RAJ" - quando Edu Falaschi troca a velocidade pela emoção e encerra trilogia com maturidade
A Lapidação da alma: O triunfo conceitual do Big Big Train em "Woodcut"
HellLight - Reafirmando seu espaço entre os melhores da safra do gênero.
"Betrayed By Obedience", do Infected Cells, é death metal bruto, técnico e direto
Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
RHCP: O monstro saiu da jaula com um de seus melhores trabalhos



