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Resenha - Gigante - Capital Inicial

Por
Postado em 03 de dezembro de 2004

Todos sabemos que é difícil esperar do Capital Inicial um disco cabeça, intrínseco, muito embora a banda produza (bons) álbuns para fins exclusivos de agito e diversão, e este não poderia deixar de ser o caso do mais recente lançamento da banda, "Gigante". Na verdade, este disco está muito mais pesado, agitado, festeiro e acaba contrastando com o seu predecessor o bom álbum "Rosas e Vinho Tinto". Talvez o "Gigante" peque por deixar de lado a sonoridade acústica que o "Rosas" traz, que além disso, traz também, letras mais elaboradas e, em alguns momento, até climas soturnos, como no hit "Olhos Vermelhos".

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Voltando ao "Gigante", o Capital deixa claro que o seu público alvo são os adolescentes. As temáticas abordadas no disco são de cunho jovem, como drogas, beleza, namoro e etc... Ao que parece isso foi mais intensificado neste último disco, deixando de lado alguns temas mais interessantes, tornando a audição do álbum, apenas uma execução de um disco pop qualquer.

Apesar disso, o álbum abre com uma faixa bem rock'n'roll "Instinto Selvagem", que poderia muito bem ter sido escolhida como single do álbum, a letra (composta pelo Yves Passarell) é boa, tem uma pegada legal. Além dessa faixa, outras destacam-se no quesito Rock, é o caso da segunda faixa "Respirar Você" e também das músicas "Vendetta" e "Sorte".

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O Capital ainda em outras faixas chega a exorcizar riffs de clássicos do Rock, como em "Sexo e Drogas" que começa com o riff de "Smoke on Water" do Deep Purple e da música "Maria Antonieta", que se apropria dos riffs do The Who. Talvez a intenção fosse deixar as músicas mais roqueiras, acho que foi isso.

O disco ainda tem algumas baladinhas como "Seus Olhos", baladinha romântica bem legal, e a melhor faixa e segundo hit do álbum "Não olhe pra trás", composição de Dinho e de seu parceiro Alvin L Passando por um momento Renato Russo em "A Tempestade", que é o caso da música "Insônia", que acaba resolvendo o problema de insônia de qualquer um devido ao sono que ela dá ao ouvinte.

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No fim das contas o álbum torna-se irregular por músicas como "Sem Cansar", escolhida como primeiro single do disco e, que é na verdade, um pop infanto-juvenil tamanho, que poderia ter saído de um dos discos da Xuxa dos anos 80, "Qual é a parte do corpo que você mais gosta..." (!) A coisa ainda fica pior em "Maria Antonieta", "Comprar, comprar, até o sol apagar, vai gastar dinheiro até desmaiar..." (!), fala sério, né!?

Enfim o disco no geral torna-se fraco devido à alguns escorregões feios que a banda dá ao longo do álbum. Não que "Rosas e Vinho Tinto" e "Atrás dos Olhos" tenham sido brilhantes, mas dão de dez a zero nesse disco.

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Sobre Anderson Nascimento

Anderson Nascimento é Analista de Sistema e Professor Universitário de profissão, tendo cursado Pós-Graduação em Análise, Projeto e Gerência de Sistemas na PUC-RJ. Sua grande paixão é a música, começou a colecionar discos ainda na época do vinil, em 1986, com o álbum Abbey Road dos Beatles. Esse foi o primeiro passo para esse hobby que viria a se tornar tão importante em sua vida. Entre as várias atividades no meio musical, Anderson é compositor e integrou a banda de rock Projeto:Paradoxo entre 1996 e 2004. Anderson é um ávido colecionador de discos e também escreveu sobre música em vários veículos de comunicação.
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