Resenha - Synthetic Generation - Deathstars
Por Epaminondas
Postado em 02 de maio de 2004
Histórico: Primeiro álbum da banda sueca formada por Whiplasher (vocal), Nightmare Industries (guitarra, teclado e baixo), Beast X Eletric (guitarra) e Bone W Machine (bateria). Alguns integrantes são oriundos do Dissection e Swordmaster, grupos de Black-Metal old-school - tanto que um deles é irmão do lendário Jon Nödtveidt, que está cumprindo pena por assassinar um homossexual. Entretanto, a sonoridade não têm nada a ver com as bandas citadas.


Estilo: Uma espécie de mistura de Gótico com Industrial, recheado de guitarras pesadas, vocais sombrios e muitos, mas muitos efeitos eletrônicos.
Recomendado para: Fãs do Rammstein, Ministry e Nine Inch Nails. Talvez quem goste de Marilyn Manson também aprove o trabalho, embora seja bem mais "radical".
Não recomendado para: Heabbangers conservadores, quem não suporta música eletrônica de qualquer espécie ou odeie bandas com visual andrógino.
Comentários: "Synthetic Generation" ("Geração Sintética") é um nome mais que apropriado para o trabalho, cujo tema (e sonoridade) retrata uma geração automatizada, que faz tudo de forma automática, sem emoção, como um robô. A comparação com Rammstein é inevitável, pois a mixagem ficou por conta de Stefan Glaumann, que dentre outras coisas, é o responsável pela sonoridade da banda alemã. Em entrevistas, os integrantes do Deathstars dizem que estão apontando para "o futuro do Metal"; entretanto, conforme dito acima, dificilmente algum banger ortodoxo gostará deste álbum...

Resumo:
12 faixas, 44min 49seg
01 - Semi-Automatic
02 - Synthetic Generation
03 - New Dead Nation
04 - Syndrome
05 - Modern Death
06 - Little Angel
07 - The Revolution Exodus
08 - Damn Me
09 - The Rape Of Virtue
10 - Genocide
11 - No Light To Shun
12 - White Wedding (bônus na edição nacional, cover de Billy Idol)
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