Resenha - Living Sacrifice - Living Sacrifice
Por Maurício Gomes Angelo
Postado em 15 de setembro de 2003
Nota: 10 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Bem-vindo. Se você gosta de thrash metal puro, rápido, técnico, brutal e vertiginoso, parabéns! Veio ao lugar certo.

O "Living Sacrifice" te convida a fazer uma viagem às raízes do estilo, conhecer seqüências devastadoras de bateria, solos/riffs esmagadores e acima da média, baixo destruidor e linhas vocais rasgadas e viscerais. Tudo isso resultando num som digno de uma explosão nuclear, como apropriadamente ilustra a capa.
DJ (baixo e vocal principal), Bruce Fitzhugh (guitarra e vocal), Jason Truby (guitarra e vocal) e Lance Garvin (bateria) deram inicio ao Living Sacrifice e em 1991 lançaram este petardo. Apesar do som "proibido para o seu irmãozinho de três meses", há que se destacar que a banda é cristã!
Não deveria ser surpresa para você, agora se você disparou uma cusparada no chão em repúdio, eu sinto pela sua mente fechada e limitada, e não concordo com a sua tese de que "O metal é um estilo negro, sujo, pesado, das trevas, não combina com Jesus, céu, anjinhos e essas coisinhas fofas. Metal é do demônio, combina com destruição, morte, vísceras... e tudo de repudiante e grotesco que você puder imaginar". Agora, se você não dá a mínima para isso, quer é curtir um som pesado e de qualidade e "bangear" à vontade, pois bem, aproveite.
Poucas são as bandas de metal mais extremo que conseguem me conquistar. O Living Sacrifice definitivamente é uma delas. O motivo é simplesmente um dos melhores instrumentais que eu já tomei conhecimento dentro do thrash metal.
Fazer podreira, riffs pesadaços e dizer que "somos os fodões, praticamos metal extremo", isso, qualquer um faz. Tá cheio de bandas desse tipo por aí. Mas fazer algo pesado, extremo, destruidor, e que ao mesmo tempo seja convidativo, criativo, técnico e de qualidade é para poucos, e o Living Sacrifice faz isso muito bem.
Destacar o quê num álbum perfeito do início ao fim? Talvez você aprecie a técnica extrema de "Internal Unrest" ou a veia mais direta de "Second Death". Tem também a diferenciada "Walls of Separation". Mas o que acha da introdução e a seguinte seqüência de "No Grave Concern"? Dá vontade de ouvir muitas vezes pela incrível técnica e a junção de riffs, bateria e baixo perfeitamente executada.
Realmente o grupo me surpreendeu. Não imaginei que fosse tão bom. Um CD indicado para todas as horas, para todos os momentos, desde quando você quiser relaxar e curtir um som de qualidade, até quando sua intenção é rachar o pescoço em 600 mil pedaços, igualzinho a um meteoro caindo na terra.
Se você gosta de thrash, este cd vai ocupar espaço de destaque na sua prateleira. Se não é muito chegado ao estilo, recomendo que no mínimo ouça, há um sério risco de você gostar.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Geddy Lee não é fã de metal, mas adora uma banda do gênero; "me lembram o Rush"
Megadeth lança seu último disco de estúdio, que traz versão de "Ride the Lightning"
O guitarrista que BB King disse ser melhor que Hendrix; "toca melhor do que qualquer um"
Versão do Megadeth para "Ride the Lightning" é oficialmente lançada
Fabio Lione rompe silêncio e fala pela primeira vez sobre motivos da sua saída do Angra
O hit do Van Halen que Eddie se recusou a regravar mesmo com erros técnicos na guitarra
Bruce Dickinson já questionou a posição de Steve Harris no Iron Maiden
Helloween coloca Porto Alegre na rota da turnê de 40 anos; show antecede data de SP
Como EP de apenas três músicas mudou o rumo do rock dos anos 2000, segundo a Louder
Shawn "Clown" Crahan fala sobre o próximo álbum do Slipknot: pausa agora, criação em andamento
Como uma canção "profética", impossível de cantar e evitada no rádio, passou de 1 bilhão
Jimmy Page celebra 25 anos de show do Iron Maiden no Rock in Rio III
O polêmico disco nacional que Renato Russo disse ser um dos melhores do rock de todos os tempos
Fabio Laguna quebra silêncio e fala sobre não ter sido convidado pelo Angra para reunião
Francis Buccholz, baixista do Scorpions em sua fase clássica, morre aos 71 anos
Dave Mustaine diz que saída de Kiko Loureiro do Megadeth foi "agridoce"
A severa opinião de Paulo Ricardo sobre atual RPM com outro vocalista no cargo
A banda que o Deep Purple queria "ser um clone", segundo Ritchie Blackmore


Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Metallica: em 1998, livrando a cara com um disco de covers
Whitesnake: Em 1989, o sobrenatural álbum com Steve Vai



