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Resenha - Osbournes Family Album - Vários Artistas

Por Ana Therezo
Em 28/09/02

Nota: 8

Em meados de março de 2002, estreiou na MTV norte-americana o seriado The Osbournes - reality show no estilo "Big Brother", com o objetivo de mostrar o cotidiano de Ozzy Osbourne, sua esposa e empresária Sharon e de dois dos três filhos do casal, reunidos em uma casa que tinha todos seus cômodos - exceto os banheiros e o quarto principal - monitorados por câmeras 24 horas por dia, seis dias por semana, de segunda a sábado.

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A despeito das preocupações de seus produtores, o seriado virou febre na terra do "Tio Sam", e a mesma mídia que repudiava o antes "comedor de morcegos", transformou Ozzy em uma das figuras mais evidenciadas nos Estados Unidos, com direito a estrela na cobiçada calçada da fama de Hollywood. Aliás, os cofres do roqueiro também sentiram as mudanças já que ele, recentemente, assinou um contrato para a segunda parte do seriado por 20 milhões de dólares, fora outro de 3 milhões com uma editora americana para o lançamento de dois livros.

E como se não bastasse, chega às lojas o famigerado "The Osbourne Family Album" (com direito a bottom, e tudo!). A trilha sonora conta com três músicas do artista - "Dreammer", uma balada do recente álbum "Down to Earth" (2001); "Mama, I'm Coming Home", que Sharon afirma ter escrito durante uma das turnês de seu marido e, obviamente, "Crazy Train" - tema da série, na versão de Pat Boone. Na sequência, canções escolhidas pelo resto da família: "You Really Got Me" do The Kinks - uma das bandas mais influentes da "British Invasion"; "Snowblind" do badalado quarteto System of a Down; "Drive" da banda Cars e a inédita versão ao vivo de "Good Souls", do novato Starsailor.

Divulgue sua banda de Rock ou Heavy Metal

As músicas que embalaram o romance entre Sharon e John (leia-se Ozzy) também tiveram seu lugar cativo, são elas: "Imagine" de John Lennon e "Wonderful Tonight" de Eric Clapton. Os "frutos" desse romance, aproveitaram a situação para mostrar seus dotes no cenário musical, já que Kelly Osbourne encabeça os vocais de "Papa Don't Preach" (Madonna), acompanhada pelo guitarrista Mike Einziger e o baterista Jose Pasilas II, ambos do Incubus; e Jack - aspirante a empresário, selecionou "Mirror Image" da banda Dillusion, que anteriormente havia ajudado a fechar contrato com a Epic.

A inusitada mixórdia de estilos ainda vem separada por vinhetas, em que toda a família solta o vocabulário, sem se preocupar com os cortes televisivos. Ou seja, se você é como um dos oito milhões de americanos que deram a maior audiência da história da MTV assistindo o seriado, provavelmente irá adorar a trilha sonora. Mas se é colecionar do mestre do Metal... melhor ir com calma, ou irá se decepcionar!

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Sobre Ana Therezo

Engenheira, Escritora de Araque e, atualmente, moradora das planícies gélidas Canadenses. Fã de Rock em todas as suas vertentes, mas com tendências xiitas ao Heavy Metal, ganhou seu primeiro bolachão - No Rest for the Wicked, em 1988. Vinte e poucos anos depois e, contrariando aqueles que acreditam que o gosto musical muda com o passar do tempo, continua escutando Ozzy, AC/DC, Deep Purple e afins. Colaboradora e leitora do Whiplash! desde que o site tinha caveirinhas na página principal, e que a lista dos melhores guitarristas de todos os tempos era o assunto da vez.

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