Resenha - Mei - Echolyn
Por Guilherme Vignini
Postado em 12 de setembro de 2002
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Esse é o novo lançamento de uma das maiores bandas de Rock Progressivo do mundo. O Echolyn mostra aqui seu projeto mais ambicioso: Mei, um disco conceitual como há muitos anos não se via no universo progressivo.

O Echolyn apareceu como uma das maiores promessas dos anos 90. Lançaram um álbum homônimo (que hoje é uma verdadeira raridade) e um dos clássicos da década, "Suffocating The Bloom". Logo em seguida assinaram com a Sony. Mas o que era pare ser um sonho se tornou um pesadelo, já que a major não soube o que fazer com um álbum progressivo, como o ótimo "As The World", aí a banda foi para a geladeira, saíram um EP e um CD de sobras de estúdio e a banda FOI OBRIGADA a acabar. E tem gente que acha bonito ver os caras do Metallica defendendo as majors...
Em 2000 eles voltaram com o ótimo "Cowboy Poems Free", fincando novamente o pé no universo progressivo. Agora em 2002 Brett Kull (guitarra - vocais), Christopher Buzby (teclado - vocais), Ray Weston (baixo - vocais) e Paul Ramsey (bateria - percurssão) lançaram Mei, um disco conceitual muito acima da média. Com apenas uma música (logicamente dividida em várias partes), sem intervalos, eles misturam vários elementos que vão desde orquestras até baterias eletrônicas e samplers fazendo uma verdadeira obra-prima.
É complicado analisar um projeto tão grandioso, acho até que a intenção de não se separar as faixas foi com essa intenção, de que o álbum seja avaliado como um todo. Se for isso só posso dizer que se você gosta do "Close To The Edge" do Yes ou "Thick Is A Brick" do Jethro Tull, pode, ou melhor, DEVE ir atrás desse álbum. É um disco autêntico de Rock Progressivo, nada a ver com Prog-Metal. A banda está mais afiada do que nunca, os vocais de Brett Kull e Ray Weston estão fantásticos, todos estão tocando melhor do que nunca. Eles alternam de singelos momentos calmos para uma complexidade absurda com uma facilidade muito impressionante.
A produção é grandiosa, com a parte gráfica muito bonita (só faltaram as letras). Esse álbum coloca o Echolyn definitivamente junto com o Spock's Beard, como mestres do Progresivo Americano e prova que o estilo está forte e vibrante, e está muito longe de desaparecer.
Website: www.echolyn.com
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Manowar tocará "Kings of Metal" e "Fighting the World" na íntegra em shows de 2027
Ex-capitão da seleção inglesa é fã de heavy metal e já bateu uma bola com o Iron Maiden
Sebastian Bach sobre Lzzy Hale no Skid Row: "Odeio aqueles caras, mas ela é f*da"
Os dois melhores bateristas do rock de todos os tempos, segundo John Bonham
O maior riff de guitarra de todos os tempos, segundo Tony Iommi do Black Sabbath
As 11 melhores bandas de rock progressivo dos EUA, segundo a Loudwire
A música do Queen que Freddie Mercury considerava melhor que "Bohemian Rhapsody"
A banda que Chris Cornell integraria se convidassem; "Ele nunca me chamou"
Rush compartilha mensagem aos fãs após primeiros shows da turnê "Fifty Something"
Bruce Dickinson libera making of de videoclipe gravado no Brasil
Edu Falaschi gravará novo videoclipe em castelo e convida fãs para participarem da produção
O melhor álbum de pop punk de todos os tempos, segundo o Loudwire
Briga de tributos tem Blood Fire Death reclamando de Blood Fire Death
Jason Newsted diz que Metallica é, na prática, uma dupla de James Hetfield e Lars Ulrich
Ex-guitarrista do W.A.S.P. sobre Trump: "Confiaram na pessoa errada"
O verso de "Man in the Box" com que gravadora implicou: "Vão protestar contra vocês"
Legião Urbana: por que Renato Russo proibia risada no palco, segundo tecladista
Bandas de rock que lançaram poucos discos, mas continuam fazendo muito sucesso



Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
Tarja Turunen: Frisson Noir - o álbum que os fãs sempre quiseram ouvir
Michael Jackson - "Thriller" é clássico. Mas é mesmo uma obra-prima?
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



