Resenha - I Might Be Wrong - Live Recordings - Radiohead

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Por Rodrigo Simas
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Nota: 9


Este é o terceiro lançamento do Radiohead em um período de aproximadamente um ano. E o primeiro lançamento ao vivo oficial da banda. Pena que é curto.

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Nos seus 40:11 minutos de duração a banda de Thom Yorke consegue remodelar as 7 músicas presentes nos discos "Kid A" e "Amnesiac" - pois este ao vivo só traz a nova fase da banda, incluindo ainda uma faixa nova, "True Love Waits" - com novos arranjos, uma pegada com muito mais "punch" e uma roupagem mais rock, com muito mais guitarras que em seus últimos lançamentos.

O Radiohead prova não ser apenas uma excelente e inovadora banda de estúdio, mostrando que sabe muito bem trazer seus mais variados temas para versões ao vivo, modificados, logicamente, mas impecáveis, muitas vezes deixando o ouvinte em dúvida de qual versão é a melhor.

Desde a abertura com "National Anthem" (do "Kid A") passando pelas belíssimas "I Might Be Wrong" e "Like Spinning Places" (ambas do álbum "Amnesiac"), o disco é excelente, rendendo passagens completamente surpreendentes e inusitadas.

"True Love Waits" é a única música inédita, e mantém o nível das outras canções com a voz melancólica de Thom Yorke aparecendo em destaque.

"I Might Be Wrong Live Recordings" é no mínimo instigante e nos faz perguntar se não valia a pena lançar logo um duplo ao vivo, com mais músicas da nova fase e com os clássicos da época de "Pablo Honey", "The Bends" e "Ok Computer" . Indispensável.




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Sobre Rodrigo Simas

Designer, carioca e tricolor. Começou a ouvir música aos 11 anos, com Iron Maiden, Metallica e Rush. Tem como hobby quase profissional, a música. Além de produzir shows e eventos, trabalhou por 5 anos em loja especializada em Heavy Metal, e já escreveu para alguns sites e revistas de música. Hoje escuta de tudo um pouco, e cada vez mais descobre que existem apenas dois tipos de música: a boa e a ruim, independente do estilo. Bandas e artistas favoritos: Dave Matthews Band, Peter Gabriel, Rush, Iron Maiden, Led Zeppelin, Ben Harper, Radiohead, System of a Down... e a lista continua...

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