Resenha - Time Perpetuating - Syndrome
Por André Toral
Postado em 23 de fevereiro de 2001
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Tendo sido formada em 1993 na cidade de Balneário de Camboriú (SC), o Syndrome é uma banda formada por Nyva Evaristo (vocal), Marco A. G. (guitarra), Luciano Stigmamiglio (guitarra), Anderson Clayton (baixo) e Alfredo Evaristo (bateria). Com o lançamento de seu primeiro álbum, "Time Perpetuating", a banda apresenta uma grata novidade, fincando suas raízes no heavy mais versátil e num thrash furioso e empolgante. Assim é com "Fight To Live", que tem um início quebrado e riffs cativantes, além de um destaque para a bateria precisa, com variadas mudanças de andamentos. Começando a cacetada vem a marcha fúnebre "Black Paradise", que apresenta um dueto de guitarras que soa com perfeição, sendo que aqui temos outro thrash especial para fazer platéias bangearem, não deixando de apresentar certa dose de progressividade em algumas passagens. "Still It’s Not End" se parece bastante com o Iron Maiden do álbum "Seventh Son Of A Seventh Son", inclusive no modo como foram posicionados o vocal e suas melodias, provando que esta é uma face do Syndrome mais inspirada no metal oitentista. "Children", em determinados momentos, chega a lembrar um Black Sabbath bem macabro, com um riff que contribui para este clima, até sua mudança de ritmo para um heavy bem vigoroso e mais acelerado. Já "Kill Or Die" é outra calcada no heavy tradicional, com peso e classe, sendo que "New Testament" possui ótimo trabalho de guitarras em sua introdução, alternando entre um clima arrastado e de rapidez. E para finalizar, a faixa-título se mostra mais metal, aliando ótimas idéias instrumentais, com peso e melodias bem distribuídas. No entanto, é importante dizer que o vocal desempenha um trabalho muito bom quando o negócio é cantar mais agressivamente, de modo gutural, mas quando resolvem cantar sem a voz suja, às vezes isso se perde. Mas nada que diminua o bom resultado alcançado. Tudo isso sem contar a produção, que ficou digna de uma apresentação honrosa para a banda. Ah, e se você for fã de riffs competentes e pesados, sem dúvidas irá curtir o Syndrome.

Para entrar em contato com a banda: [email protected]
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Quando Brian May mandou uma mensagem para o Metallica; "Isso aquece meu coração"
Último álbum do Black Sabbath não rolou por conta de Bill Ward, diz produtor
Os três álbuns do Pink Floyd que Roger Waters não consegue engolir
Aerosmith anuncia dois shows em Hollywood com uma série de convidados
A banda que a polícia chamava de "inimiga número um da família brasileira"
Iron Maiden e Megadeth juntos na América do Sul? Eis o que Dave Mustaine diz
Flotsam and Jetsam entrega fúria e maturação em "Rats in the Temple"
Trivium anuncia novo álbum de estúdio, "Crown in the Grave"
Os seis países onde o Iron Maiden fez apenas um show durante toda a carreira
Use sua ilusão: o pseudo disco perfeito do Guns N' Roses
Quando Keith Richards se apaixonou por uma música - e pela vocalista que a cantava
O clássico do U2 que foi criado a partir do riff de outra banda
Para quem foi escrita "Your Song", um dos maiores clássicos de Elton John
Quase vinte anos do seu lançamento, "Over The Under" ainda soa vigoroso
A banda que mudou rock para pior, segundo Ritchie Blackmore: "Posso dizer que os odeio?"
O clássico do Iron Maiden que não aparece em shows da banda há 20 anos
Glenn Hughes conta a cômica história da sessão espírita com Ritchie Blackmore


30 anos de "A Tempestade" - o álbum que se tornou a despedida de Renato Russo
Os 40 anos de "Reign in Blood", obra-prima do Slayer e um dos maiores clássicos do thrash metal
Carach Angren - O preço de brincar com a morte em "Franckensteina Strataemontanus"
O Julgamento do Metal Clássico: Rock Justice impressiona na estreia com "You've Been Served"
Animals (1977) - quando o Pink FLoyd resolveu chamar todo mundo de bicho
Moonspell - A grandiosidade do Heavy Metal e da música erudita em "Opus Diabolicum"
O melhor disco ao vivo de rock de todos os tempos



