Resenha - Live to Die - Bride

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Por Maurício Gomes Angelo
Enviar correções  |  Ver Acessos

publicidade

Nota: 10


Clássico. Esta é a palavra que melhor define "Live to Die". Mas "clássico", aqui, não é só pela época em que foi lançado. Interprete "clássico" referindo-se a um disco fundamental na história do white metal. Fundamental pelos 35 minutos de música aqui contidos.

Cradle of Filth: Chimbinha, do Calypso, usando camiseta?Full Rock: 10 músicas desgraçadas por bandas de forró

Até agora eu não consigo acreditar que Dale Thompson realmente era capaz de dar agudos tão insanos e agressivos. O que dizer de Troy Thompson e Steve Osborne? Timbre de guitarras afiado, riffs precisos e pegajosos, solos cortantes, exalando feeling. Para completar ainda temos dois monstrinhos chamados Stephan Rolland e Frank Partipilo, baterista e baixista, respectivamente.

Dá raiva. Eu sou obrigado a destacar todas as faixas. Eu não conseguiria dormir tranqüilo se destacasse "In The Dark" e deixasse "Metal Might" de fora, por exemplo. Ao ouvir "Out for Blood", corremos o risco de ficarmos perturbados por aproximadamente uma semana ou mais. Que refrão meu amigo, que refrão!

É uma obra em sentido crescente. Começa na maravilhosa "Metal Might" e culmina no clássico maior, "Heroes". O som praticado aqui é o puro Heavy Metal oitentista, pesado, vivo, rasgado e direto.

Troy Thompson nunca faz um solo maior do que deveria. Eles estão sempre colocados no momento certo, na hora certa e agradam mais do que você espera.

Whiskey Seed tem uma pegada hard rock setentista fundida com o já citado heavy metal aqui executado, que te transportam imediatamente para aquela época. Visceral.

Depois da dilaceradora e rápida "Here Comes the Bride", o que temos a seguir é uma daquelas músicas que viram referência eterna da banda. Num CD de músicas curtas (quatro minutos é o máximo), Heroes vem com seus sete minutos de verdadeiro delírio metálico.

Solos exaltando o heavy metal dão prazer e orgulho ao serem ouvidos. A banda toda dá o máximo e criam, possivelmente, a maior composição da história do Bride.

Acho que isso é o suficiente para se ter uma noção do que estou falando. Em suma, se você estufa o peito para dizer que é metaleiro, acha que o heavy metal é a melhor coisa que já existiu, e é fanático por obras dos anos 80, eu não sei o porque de você ainda não ter esse cd na sua coleção. Deixe Dale e seus companheiros te proporcionarem alguns momentos a mais de felicidade.




GosteiNão gostei

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Os comentários são postados usando scripts e logins do FACEBOOK, não estão hospedados no Whiplash.Net, não refletem a opinião dos editores do site, não são previamente moderados, e são de autoria e responsabilidade dos usuários que os assinam. Caso considere justo que qualquer comentário seja apagado, entre em contato. Respeite usuários e colaboradores, não seja chato, não seja agressivo, não provoque e não responda provocações; Prefira enviar correções pelo link de envio de correções. Denuncie os que quebram estas regras e ajude a manter este espaço limpo.


Todas as matérias da seção Resenhas de CDs e DVDsTodas as matérias sobre "Bride"


Cradle of Filth: Chimbinha, do Calypso, usando camiseta?Cradle of Filth
Chimbinha, do Calypso, usando camiseta?

Full Rock: 10 músicas desgraçadas por bandas de forróFull Rock
10 músicas desgraçadas por bandas de forró

Free: a paixão de Dave Murray por Paul KossoffFree
A paixão de Dave Murray por Paul Kossoff

Metallica: a lista de exigências da banda em 1983Metallica
A lista de exigências da banda em 1983

Ódio musical: os artistas mais detestados em lista da SpinnerÓdio musical
Os artistas mais detestados em lista da Spinner

Geezer Butler: cansado de engordar e ver TV após Sabbath se aposentarGeezer Butler
Cansado de engordar e ver TV após Sabbath se aposentar

Thrash Metal: versões rápidas e pesadas de clássicos infantisThrash Metal
Versões rápidas e pesadas de clássicos infantis


Sobre Maurício Gomes Angelo

Jornalista. Escreve sobre cultura pop (e não pop), política, economia, literatura e artigos em várias áreas desde 2003. Fundador da Revista Movin' Up (www.revistamovinup.com) e da revrbr (www.revrbr.com), agência de comunicação digital. Começou a escrever para o Whiplash! em 2004 e passou também pela revista Roadie Crew.

Mais matérias de Maurício Gomes Angelo no Whiplash.Net.

adClio336|adClio336