Resenha - Monument - Wounded
Por Thiago Sarkis
Postado em 16 de julho de 2002
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
A Cold Blood Industries é uma gravadora em crescimento constante, que vem obtendo expressivo êxito em suas escolhas. Entre as bandas de seu elenco, está esse belíssimo The Wounded, com um metal gótico bem executado, completo e abarrotado por referências diversas dentro dessa linha determinada. Coisa de quem conhece afio o estilo e o degusta como poucos.

Com todo respeito às mulheres, ultimamente quando falamos em gótico já se imagina pelo menos uma saia (não sendo a kilt dos escoceses) no meio de um bando de cueca. Estes holandeses fazem diferente e deixam Marco V.D Velde encarregado de todos os vocais. O resultado é bom, pois o cara interpreta regularmente, e executa bem as variações doloridas e exaltadas, de acordo com o que as letras "pedem".
Ao citar as influências, o adequado seria começar por The Cure, mesmo que o som aqui seja mais pesado. O Pink Floyd também aparece, principalmente nas introduções, como checamos em "A Dance With The Insane". Por último, a parte mais pedrada com Paradise Lost (de ambas as fases) e Sentenced (em especial da Era pós "Amok").
Os temas iniciais são encantadores. Extremamente tristes e profundos. A seqüência das músicas tende a comprovar essa prenuncia, mas algumas vezes o fundo vai ficando raso, relativamente frio, não tão sentido como anunciado nos primeiros segundos.
É um segundo trabalho excelente, e que pode se dar muito bem no Brasil, assim como o fez em vários cantos do mundo. Ouvidos atentos a estes batavos. Não pegaram a tendência comercial da atualidade, porém merecem reconhecimento e devem receber seu devido valor.
Formação:
Marco V.D Velde (Vocais – Guitarra)
Erwin De Jong (Guitarra)
Jonne Ziengs (Teclados)
Andy Haandrikman (Baixo)
Ralph De Vries (Bateria)
Site Oficial – http://www.the-wounded.nl
Material cedido por:
Cold Blood Industries - http://www.coldbloodindustries.com
P.O. Box 206
9410 AE Beilen
Holland
Fax: +31 (0)593 562 003
Email: [email protected]
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O melhor livro de todos os tempos, segundo Robert Smith do The Cure
Sai Mario, entra Luigi: brasileiro assume temporariamente a bateria do Gojira
Geezer Butler, baixista do Black Sabbath, participou de novo álbum do Mastodon
Ghost anuncia "2 Big to Rig", registro ao vivo da "Skeletour" no México
Devin Townsend ainda não ouviu Angine de Poitrine para poder continuar os odiando
System of a Down puxa coro contra o Oasis durante show em Londres
A obra-prima do rock anos 90 que foi gravada em uma mansão medieval assombrada na Inglaterra
O melhor e o pior álbum do Iron Maiden de todos os tempos, segundo Nicko McBrain
O melhor disco do Scorpions, segundo a Classic Rock
5 álbuns de rock que são maiores que a própria banda
Rick Wakeman anuncia detalhes de novo álbum, "Return to the Red Planet"
O álbum de 1972 que Mick Jagger dos Rolling Stones disse não ter música ruim
O tipo de banda que Joey Ramone odiava; "toda esta merda de nova fórmula de rock"
A música que fez James Hetfield sair da zona de conforto como vocalista
O clássico dos anos 70 que para Slash tem o "melhor timbre de guitarra de todos os tempos"
Bruce Dickinson: "Olhei para Paul Di'Anno e pensei que deveria estar lá!"
A banda de thrash cujo baterista original foi contratado como assalariado, segundo Regis Tadeu
O artista que foi o melhor amigo de todos os tempos de Eddie Vedder, segundo o próprio

Brasileiro Puukkojunkkari faz ótimo punk/hardcore extremo cantando em finlandês
A Arquitetura da Fé e da Melodia - Michael Sweet Transmite Paz em "The Master Plan"
Headhunter DC - Death Metal como arma, identidade e resistência
Black Swan - Quando a experiência se transforma em poder de fogo
Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
O melhor disco ao vivo de rock de todos os tempos



