Resenha - Arkhe - Arkhe

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Por Thiago Sarkis
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A Itália vem apresentando grandes bandas nesses últimos anos. E o Arkhè é mais uma amostra da força que o heavy metal, seja ele, progressivo (é o caso do Arkhè), melódico, tradicional, etc tem no país.

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Esse primeiro álbum do Arkhè foi lançado pela Underground Symphony. Todos os detalhes parecem ter sido muito trabalhados, desde a capa (maravilhosa) até o instrumental e a parte lírica.

Muitos dizem que o Arkhè não passa de um clone do Dream Theater e isso se deve, principalmente, pelo fato do vocalista, Pino Tozzi, ter uma voz muito semelhante a de James LaBrie. Também há uma "mania" de dizer que tudo que é metal progressivo é cópia da banda de John Petrucci. Porém, no caso do Arkhè, isso me parece injusto e sem lógica. Basta ouvir o CD com atenção e perceber que esses italianos têm uma identidade própria. Excelentes músicos, ótimas composições, belas letras e grande criatividade.

São 8 músicas do melhor do heavy metal progressivo. A primeira faixa do álbum, "Chains", já impressiona e é assim que esses italianos vão até a última música, "Le Voyant De Salon" (14 minutos e 42 segundos), com a participação de Alessandro De Berti tocando violão clássico.

Vale a pena ouvir COM ATENÇAO e apreciar o sensacional trabalho que essa banda faz.




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Sobre Thiago Sarkis

Thiago Sarkis: Colaborador do Whiplash!, iniciou sua trajetória no Rock ainda novo, convivendo com a explosão da cena nacional. Partiu então para Van Halen, Metallica, Dire Straits, Megadeth. Começou a redigir no próprio Whiplash! e tornou-se, posteriormente, correspondente internacional das revistas RSJ (Índia - foto ao lado), Popular 1 (Espanha), Spark (República Tcheca), PainKiller (China), Rock Hard (Grécia), Rock Express (ex-Iugoslávia), entre outras. Teve seus textos veiculados em 35 países e, no Brasil, escreveu para Comando Rock, Disconnected, [] Zero, Roadie Crew, Valhalla.

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