Resenha - Only Human - At Vance
Por Thiago Sarkis
Postado em 27 de julho de 2002
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Uma das coisas mais certas que li ultimamente foi: "Escolher o neoclássico atualmente é praticamente um suicídio" (ALUCARD, 2002). É uma verdade irredutível. O estilo foi explorado à exaustão, e para tocá-lo sem soar como um clone de Yngwie J. Malmsteen tem que se ir além de um músico altamente técnico e gabaritado. Provavelmente é necessário alcançar o status de gênio, fenômeno. Alguém como Jason Becker ou Paul Gilbert, talvez.

Apesar de tantas ressalvas, há "bandas que sabem se suicidar com estilo" (ALUCARD, 2002), e o At Vance com certeza é uma delas.
"Only Human" passa longe da originalidade, mas tem grau técnico e de composição capaz de suprir o desânimo de encarar uma vertente musical à qual foi criada, pensada e saturada por tantos outros artistas e grupos.
Há muitos pontos positivos por aqui. A sonoridade dos instrumentos é simplesmente maravilhosa e a produção uma coisa de louco, promovida por Olaf Lenk e o sempre genial Sascha Paeth.
Os temas, tanto nas letras como no instrumental, são bem interessantes e atraentes, com uma pegada hipnótica, a qual deixa na memória um renque de melodias e frases. Isso acontece principalmente nos vocais excelentes de Oliver Hartmann, por vários instantes similar a Russell Allen (Symphony X), e nos riffs agressivos despejados por Rainald König.
No restante, solos de guitarra fantásticos de Lenk, e tudo aquilo que se espera de baixistas e bateristas nessa linha, ou seja, velocidade, galopes, limpeza no som, entre outras coisas.
Destaques para as faixas "Only Human", "Hold Your Fire", "Take Me Away", "Time", "Wings To Fly" e a bônus "I Surrender", possivelmente uma das poucas com algum traço de autenticidade. Há também uma interpretação de Vivaldi em "Four Seasons / Spring" e de Bach em "Solfeggietto".
Fãs de melódico e neoclássico podem comprar de olhos vendados, já que é aquela mesma coisa de sempre. Os demais dêem uma checada, pois existe qualidade e não é uma banda qualquer, de passagem burlesca pelo mundo metálico.
Site Oficial – http://www.at-vance.com
Formação:
Oliver Hartmann (Vocais)
Olaf Lenk (Guitarras)
Rainald König (Guitarras)
Ulli Müller (Teclados)
Jochen Schnur (Baixo)
Jurgen Lucas (Bateria)
Material cedido por:
Hellion Records – http://www.hellionrecords.com
Rua 24 de Maio, 62 – Lojas 280 / 282 / 308 – Centro.
São Paulo – SP – BRASIL
CEP: 01041-900
Tel: (11) 5083-2727 / 5083-9797 / 5539-7415
Fax: (11) 5549-0083
Email: [email protected]
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Sid Wilson foi demitido do Slipknot, noticia o TMZ
A melhor música do Van Halen, de acordo com a Classic Rock
A melhor música da banda Dio, segundo o Loudwire
Banda canadense toca em hospital para jovem que sonhava em ir a show de heavy metal
Tony Iommi responde se fará uma turnê para promover seu novo álbum "From the Dark"
Vocalista do Sonata Arctica convenceu Tuomas Holopainen a continuar no Nightwish
A maior música de hard rock da história, conforme Gene Simmons
A canção pop dançante que Lemmy colocou no nível dos maiores clássicos dos Beatles
Ivan Busic reafirma sua conexão com o blues em novo álbum
O álbum do Black Sabbath "tão agradável quanto arrancar dentes", segundo Geezer Butler
5 músicas do Iron Maiden que demoram para conquistar, mas valem a insistência
A pior música do Slipknot, segundo o Loudwire
O disco do Megadeth que David Ellefson definiu como um "passo para trás"
O álbum do Black Sabbath cujo sucesso surpreendeu Geezer Butler
A pior faixa de "Toxicity", do System of a Down, segundo a Metal Hammer
As últimas duas bandas do rock nacional que impressionaram Roger do Ultraje a Rigor
John Bonham usou o filho de 12 anos para provar que Phil Collins não era um bom baterista
Futebol: conheça os times do coração de alguns rockstars



Left To Die, o supergrupo tributo ao seminal Death, lança seu primeiro disco
"Transpiração Contínua Prolongada" levou skate, rua e atitude para o topo do rock brasileiro
RHCP: O monstro saiu da jaula com um de seus melhores trabalhos



