Elizabeth Bathory: O legado da "condessa sanguinária" no cenário Rock

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Por Marcelo Araújo, Fonte: Ogro do Metal
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Elizabeth Bathory (1560-1614) foi uma condessa húngara que, segundo a lenda, matava mulheres (a maioria virgem) para se banhar no sangue delas, e assim, manter sua pele sempre bela e rejuvenescida. Apesar desse fato ser amplamente difundido por vários escritores, não existe nenhum documento ou relato que comprove tais banhos.

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Na verdade, o que se sabe, é que a condessa era uma sádica psicótica, com envolvimento no campo da alquimia, feitiçaria e bruxaria. Seus métodos de tortura eram doentios e contavam sempre com a participação de cúmplices, como por exemplo, o anão Ficzko, que em depoimento, revelou que as mulheres eram atraídas ao Castelo pela falsa promessa de emprego. Chegando lá, elas eram amarradas e começava uma série de crueldades, do qual incluía torturas com ferro em brasa, água fervendo, dedos decepados e veias cortadas com tesoura.

A condessa fazia questão de abrir a pele das vítimas com suas próprias unhas, além de obrigá-las a satisfazerem seus desejos sexuais mais sórdidos. Oficialmente, foram confirmadas 80 mortes, porém, a estimativa revela que tenham sido em torno de 650.

No cenário Rock, há inúmeras referências sobre a condessa. Confira.

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Sobre Marcelo Araújo

Carioca da gema e fanático por música de qualidade, aprendeu a gostar de Rock aos 10 anos de idade por causa de bandas como Scorpions, Led Zeppelin e Guns N' Roses. A maior decepção foi ver uma de suas bandas preferidas, o Bon Jovi, mudar completamente de estilo e se tornar uma coisa bem chatinha de uns tempos pra cá, algo classificado como uma mistura de Sertanejo Universitário com Pop. Das bandas mais recentes, curte bastante Alter Bridge e Unisonic. Adora tudo relacionado com as curiosidades por trás das canções, álbuns e bandas, sempre escrevendo matérias a respeito desses fatos no blog Ogro do Metal.

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