Nine Inch Nails: a face oculta de uma lenda

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Nine Inch Nails: a face oculta de uma lenda


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“Meu senso de humor me faz seguir em frente”. Ele pode parecer um velho miserável, mas Trent Reznor não é tão melancólico e triste quanto dizem os rumores. Conheça a verdade sobre o homem por trás do Nine Inch Nails…

Autores originais: Browne, Nichola e Catherine Yate da revista Kerrang

Transcrito por Botley, Postado por JessicaSarahS


Numa fria quarta-feira na Brixton Academy [casa de shows onde já se apresentaram Motörhead, Judas Priest, AC/DC e outros] de Londres, pelo menos 4.000 pessoas pulam freneticamente sob um ataque enlouquecedor de luzes e gelo seco. O motivo? Nine Inch Nails sobe ao palco. E isso, para os fanáticos apreciadores do NIN é equivalente à segunda vinda de Cristo para os cristãos.

Portanto tudo isso não chega a ser uma grande surpresa se considerarmos que esse é o primeiro de quatro shows no local, que fazem parte de uma turnê pelo Reino Unido que já está com os ingressos esgotados, e que os fãs os verão tocar pelo menos 10 vezes mais do que isso. Mais surpreendente ainda é o fato de que entre a multidão agitada podemos encontrar os Lostprophets e alguns membros do Deftones, todos com caras de fãs extasiados. O frontman do Deftones, Chino Moreno, principalmente, age como um superfã, falando com entusiasmo para todos os que estão próximos dele sobre as músicas tocadas de seus álbuns favoritos do NIN. E o que impressiona mais ainda é a visão do próprio Trent Reznor – um homem para quem o sofrimento e o ódio a si mesmo têm sido constantes motivos de inspiração muito antes de surgir a onda emo e que está no melhor momento de sua vida, agitando freneticamente durante o show, pulando muito, fazendo malabarismos com o microfone e, Jesus, não é que ele acabou de contar uma piada?

Assistir a isso é uma grande satisfação, não somente porque é a prova de que um artista com 18 anos de carreira e 41 anos de idade ainda pode mostrar uma vitalidade que deixaria envergonhados aqueles com metade da sua idade, mas também porque Reznor voltará logo depois para cantar ‘Year Zero’ – a melhor coisa que ele fez em vários anos. E ele está realmente empolgado.

Isso é algo muito mais interessante do que pode parecer à primeira vista. Numa época em que você pode comprar cintos do Fall Out Boy e carteiras do HIM em qualquer loja, o NIN – uma banda que também vende milhões de álbuns – não se vê em parte alguma. Mas para outras bandas e colegas de profissão – sem mencionar a legião de fãs ardorosos que vem seguindo cada movimento de Reznor desde o lançamento do álbum de estréia do NIN em 1989, ‘Pretty Hate Machine’ – a história é diferente. Ele mataria você antes de admitir isso, mas Marilyn Manson deve sua carreira a ele. O Good Charlotte não, mas Benji Madden usa um adesivo ‘NIN’ em sua guitarra e, se você perguntar aos novatos do pop-punk Madina Lake sobre Reznor, prepare seus ouvidos para muita babação de ovo. Realmente, você dificilmente encontraria alguma estrela do mundo do Rock que não admitisse ser influenciado(a) por Reznor de uma forma ou de outra. Para ele próprio, a razão de todo esse respeito e adulação é simples e sem glamour.

“Nos meus momentos mais difíceis, quando eu comecei a me odiar através do vício e da dependência química”, admite Reznor, “eu sempre me preocupei mais com a música do que com qualquer outra coisa”.

Se a exuberância de seus recentes shows e o fato de que ‘Year Zero’, o quinto álbum de estúdio ‘full-length’ do NIN, é o primeiro a mudar seu conteúdo lírico de temas pessoais para outros mais políticos, sugerem uma atitude mais alegre no momento, isso não é algo que fica logo evidente num encontro cara-a-cara com Reznor. As palavras usadas para descrever o frontman incluem intimidante, sério e tenebroso. Sentado num confortável sofá roxo numa sala do elegante hotel Metropolitan de Londres, com seu polegar e indicador pressionados contra sua testa em permanente meditação, Reznor, vestido de negro, é uma figura imponente.

Sobre a mesa à sua frente estão várias xícaras de chá de ervas e um recipiente com mel para aliviar um problema crônico de garganta que resultou no cancelamento [adiamento!] de um show em Birmingham [Inglaterra] em 4 de março. Ele oferece um ‘hi’ baixo como saudação e responde a qualquer pergunta sobre o estado de sua voz encolhendo os ombros como se dissesse “estou tratando disso”.

As entrevistas com Reznor são difíceis de acontecer; houve pouca promoção para esta turnê e a entrevista de 45 minutos que ele concedeu à K! é a mais longa que ele já fez até agora. Ele fala de maneira lenta, ponderada, sem mudanças de tom e com longas pausas. Se cabelo curto e rosto comprido dão a ele uma aparência austera, embora ele se mostre reservado e sensato ao invés de distante e arrogante.. E, embora possamos sentir que entrevistas não são o seu passatempo favorito, ele é aberto e deixa escapar um humor autodepreciativo – “Meus fornecedores de chá”, diz com desprezo quando um empregado da gravadora coloca outra xícara ao lado dele.

O ‘Year Zero’ começou a surgir a partir de um monte de idéias criadas em um laptop em 2005 durante o tempo livre da turnê promocional de 18 meses do álbum ‘With Teeth’ – o muito adiado sucessor de ‘The Fragile’, de 1999, e o primeiro álbum que ele gravou estando sóbrio, após muitos problemas com bebidas e outras drogas. Como Reznor explica, isso foi feito, em parte, porque esse era um meio dele tornar a turnê mais “divertida” e em parte porque ajudava a passar o tempo; além disso, assim ele conseguia manter a própria sanidade.

Mas o motivo principal, entretanto, era que ele sabia que finalmente tinha a confiança para gravar o álbum que ele queria. Pergunte a ele o que acha do 'With Teeth' agora e ele o descreverá como 'cauteloso', acrescentando que “não seria o seu álbum favorito do NIN hoje em dia”.

“Quando penso sobre isso hoje vejo que eu não estava totalmente seguro de mim mesmo”, confessa. “Eu fiquei sóbrio seis anos atrás, em junho, e passei boa parte desses anos apenas tentando viver e me sentir confortável em minha própria pele antes de poder voltar a trabalhar e, provavelmente, falhar”.

"Year Zero" é, com certeza, um caso diferente. Por um lado, o NIN nunca soou tão ambicioso musicalmente. Por outro, seu conceito diabolicamente envolvente possivelmente representa o NIN em sua forma mais “nerd”.

“Eu sou um nerd,” diz Reznor, deixando escapar um sorriso. “Nisso eu concordo com você”.

Trent Reznor nasceu em 17 de maio de 1965, portanto ele está quase chegando ao seu 42º aniversário. Ele passou o seu 40º no tribunal – “sendo processado pelo cretino do meu ex-empresário”, diz ele, curto e grosso. “Eu ganhei”. O fato de que no ano passado ele esteve mais ocupado do que em toda a sua carreira surpreende menos do que o fato dele simplesmente estar aqui. Se você gostasse de apostar, certamente você não apostaria que Trent Reznor seria o último representante do Rock alternativo. Quando "The Downward Spiral", de 1994, estava na casa dos dois milhões de cópias e vendendo cada vez mais, ele desapareceu por quatro anos, no auge de sua carreira. Quando ele ressurgiu com "The Fragile" em 1999, o intervalo foi seis anos.

“Quando a fama chega, você ficaria surpreso ao perceber o quanto você muda como pessoa”, ele explica. “É sempre difícil não se tornar aquele cara do qual você só dá risada com todo aquele turbilhão em cima de você”.

Você ainda se identifica com o Trent da era "Pretty Hate Machine"? Ou com o Trent "Downward Spiral", o esmagador de instrumentos?

“Eles são amigos”, imagina Reznor. “Eu não me vejo completamente nessas pessoas mas sei porque fiz aquelas coisas. Eles estavam cheios das melhores intenções e, obviamente, houve alguns erros, mas você vive e aprende”.

Embora Reznor componha, grave e – com a ocasional exceção das colaborações – seja a única força criativa por trás da música, quando se trata de fazer turnês, o NIN sempre funcionou como uma equipe ao vivo. A formação atual, com a qual ele já está tocando há dois anos – o guitarrista Aaron North, o baixista Jeordie White, o baterista Josh Freese e o tecladista Alessandro Cortini – é também a mais duradoura e, na visão de Reznor, é a melhor de todas.

“Mas ainda não tentamos compor música juntos”, explica Reznor. “Estou aberto a isso, mas nunca tive sucesso. Então eu penso ‘vamos ver no que vai dar’”.

Pergunte o quanto ele é chegado aos outros membros ou se sai com eles quando sobra tempo nas turnês e ele dirá que sim, isso acontece às vezes. Depois admite que ele certamente não é um fanático por festas.

“Eu não gosto muito de sair”, diz. “Mas não é que não somos amigos”.

A sessão de fotos do dia seguinte parece confirmar isso. Quando a banda toda junta, a atmosfera parece calma e natural. Não houve grandes demonstrações de camaradagem, mas certamente há harmonia entre eles, o que faz com que haja um clima de brincadeiras, como quando Reznor e White se abraçam amigavelmente durante a sessão.

Pergunte a North sobre Reznor e ele dirá que “ele não é nenhum tipo de ditador que quer controlar tudo”, acrescentando que, em dois anos, ele e o frontman “gritaram um com o outro” apenas uma vez (embora ele se negue a dizer por que eles estavam brigando).

Em entrevistas anteriores, Reznor nunca escondeu o quanto ele é determinado em se manter – o homem – o máximo possível fora dos holofotes do NIN. E isso foi um desejo que a maior parte dos jornalistas concedeu, possivelmente devido ao fato de que ele é uma presença muito formidável em carne e osso ou talvez porque ninguém ousou bancar o idiota na frente de um artista tão inteligente. A K!, entretanto, decidiu que era hora do mundo saber algumas coisas sobre Trent Reznor – o homem. E isto é o que Reznor nos disse…

Descreva você em três palavras. “Mas que porra. Essas são minhas três palavras”.

Qual a sua melhor qualidade? “Determinação”.

E sua pior? “Eu tenho a tendência de me concentrar em apenas uma coisa e esquecer do resto”.

As pessoas dizem que você é uma pessoa muito assustadora. Você diria que essa é uma observação correta? “Para mim, é estranho ouvir isso porque eu não me vejo assim. Muitas vezes, quando estou numa situação na qual outras pessoas estão ao meu redor, eu posso pensar que elas estão sendo um pouco fechadas demais mas depois percebo que elas podem estar intimidadas. Mas eu não me vejo dessa forma”.

Então você é uma pessoa amigável? “Não, nem um pouco! Isso também não”.

Por que você acha que as pessoas não entendem você? “Eu não sei. Talvez sejam as músicas – não são necessariamente músicas alegres e eu levo meu trabalho muito a sério. Eu tento manter minha personalidade foras das manchetes e há uma razão para isso. Eu quero falar da música e do Nine Inch Nails e não da minha personalidade”.

Qual a mentira mais irritante que você já ouviu sobre você? “Houve uma época em que eu dava muita importância para certas coisas e ficava zangado quando ouvia que sou realmente deprimido, que sou um vampiro ou que nunca rio, esse tipo de coisa. Mas eu não deixo isso afetar muito a música. Mas com relação às mentiras irritantes… qualquer coisa que já tenha saído da boca gorda da Courtney Love ou que esteja no livro ficcional do Marilyn Manson. Essas são coisas que me irritaram porque são a mais absoluta mentira”.

Então você e Courtney não são amigos? “Eu decidi nunca falar o nome dela, mas de alguma forma eu me lembrei dela. Eu vi uma foto recente de uma mulher gorda que parecia ela e lá estava a sua recente transformação...

Como você relaxa quando não está trabalhando? “Eu nunca fico sem trabalhar! Na verdade, eu gosto de ler e andar de mountain bike”.

Você está em boa forma? “Bem, sim, razoável”.

Qual o último livro que você leu? “Foi um livro chamado ‘The Road’. Eu esqueci quem é o autor [Cormac McCarthy], mas era um conto futurista, pós-apocalipse. Leitura bem agradável, não é?”

Qual foi a última coisa que fez você rir muito? “Rir muito? Fomos recentemente a um museu em Amsterdã [Holanda] e alguém peidou no meio de uma apresentação. Eu ri por uns cinco minutos por causa daquilo! Alguns de nós estávamos rindo. Era um daqueles momentos contagiantes e inapropriados”.

Você sabe cozinhar? “Não muito bem. Isso está na minha lista das coisas nas quais preciso melhorar”.

O estilo de vida das celebridades ainda te aborrece? “Sim. A vida na frente das câmeras não me atrai nem um pouco. Eu entendo que se a sua carreira precisa disso, se você é um ator, ou algum tipo de ‘músico’ – esse ego precisa ser alimentado dessa maneira. Mas não tenho interesse nisso. Isso envolve tudo o que está errado na música e na arte no momento”.

Então você não vai a festas de celebridades? “Não, eu odeio esse tipo de coisa”.

O que você pensa sobre envelhecer? “Essa é uma boa pergunta. É surpreendente. Essa é uma coisa que você não escolhe, como eu já descobri, e estou tentando ser honesto comigo mesmo – tentando reavaliar o que importa para mim e o que me faz feliz como artista. É estranho porque eu acordei um dia e eu estava muitos anos mais velho do que achei que estava e pensei ‘Como isso aconteceu?’ Mas depois chega a maturidade... Me sinto em paz com várias coisas com as quais não me sentia no passado”.

Ficar sóbrio ainda é difícil para você? “Em relação a isso nunca fico de guarda baixa. Eu passei por muita coisa para garantir que o lugar em que estou é... eu coloco redes de proteção ao meu redor, se necessário. Mas eu sinto que conquistei a minha paz aceitando o que eu sou e não vivo desejando coisas que não posso fazer. Eu realmente não faço isso. Acho que o que consegui estando sóbrio é a capacidade de repensar as coisas, fazer música e me sentir bem em relação a mim mesmo e à música. Eu nuca poderia criar um projeto como ‘Year Zero’ estando todo ferrado.

Então é a música que mantém a sua energia? “É uma das muitas coisas. Gostar de mim novamente é uma grande coisa porque eu odiei a mim mesmo e odiei o que me tornei. E eu me surpreendi com o fato de ter chegado a uma situação tão ruim”

Você é solteiro? “Bem, não”.

Você consegue se ver no futuro casado e com filhos? “Sim”.

Num futuro próximo? “Talvez”.

Gosta de filmes? “Talvez. Eu sempre gostei da idéia de dirigir coisas ou escrever roteiros. Com ‘Year Zero’, isso pode se tornar realidade ou não. E isso me deixa empolgado. É mais do que apenas um álbum”.

Você é feliz? “Sim. Geralmente eu sinto que tenho muita, muita sorte. Você quer falar comigo, as pessoas querem aparecer nos shows e elas apreciam o que faço. E eu gosto do que faço. Demorei muito para perceber isso”.

O que você colocaria em sua lápide – ‘Aqui jaz Trent Reznor, ele...’? “Ele fez o que achava certo e agora está morto”.

É isso: Acabamos de mostrar Trent Reznor falando de alguns detalhes íntimos de Trent Reznor. Pense o que quiser sobre ele, mas pensa isto também – ele é gente fina. E ele também é super sério, extremamente profissional e afiado como uma navalha, mas você lembra daquelas rumores sobre os quais ele estava falando – que diziam que ele nunca ri? Bobagem. Ele ri, basta fazer as perguntas certas...

O novo álbum do NIN ‘Year Zero’ saiu em 16 de abril pela Interscope.

(Nota: “Um guia interessante para ‘Year Zero’”)

O que é Year Zero? É o título do quinto álbum de estúdio “full-length” do Nine Inch Nails, o sucessor de “With Teeth”, de 2005, e é um álbum-conceito.

Um álbum- conceito? Ele pegou o vírus do MCR? “Bem…,” diz Reznor, “Infelizmente o My Chemical Romance fez algo nessa linha. Ouvi dizer que eles fizeram um álbum conceito e meu interesse termina aí. Então tanto faz”. Então isso é um “não”.

O conceito vai derreter meu cérebro? Provavelmente. É uma teoria conspiratória multimídia da qual o álbum é apenas uma parte. Começa com uma camiseta da turnê do NIN com uma URL – iamtryingtobelieve.com [estou tentando acreditar] – que leva os fãs a um site relacionado a uma droga de “controle da mente”, o Parepin. E se você visitar echoingthesound.com [.org, babacas! –TNH], você vai descobrir que ‘Year Zero’ é uma visão sombria do futuro – 2022 para ser exato – mostrando uma sociedade, ao estilo de Orwell, que está à beira da extinção.Complicado, hein? O que você esperava? De acordo com Reznor, é “a mais elaborada capa de álbum do mundo”. Por quê? Porque os websites, os fóruns de fãs, o merchandising, tudo faz parte da “arte gráfica”. E, lendo isto, você estará contribuindo também.

É obrigatório o uso de jaqueta? Isso é opcional. “Eu queria algo que mesmo o superfã mais alucinado não conseguisse acreditar o quanto seria complicado”, explica Reznor. “Mas há um ponto de partida para a pessoa ‘normal’ também”. Em outras palavras, você pode apenas apreciar a música, se você não estiver a fim de se envolver muito.

Data original de publicação 14-04-2007

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Sobre César Enéas Guerreiro

Nascido em 1970, formado em Letras pela USP e tradutor. Começou a gostar de metal em 1983, quando o KISS veio pela primeira vez ao Brasil. Depois vieram Iron, Scorpions, Twisted Sister... Sua paixão é a música extrema, principalmente a do Slayer e do inesquecível Death. Se encheu de orgulho quando ouviu o filho cantarolar "Smoke on the water, fire in the sky...".

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