White Metal Top 100

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White Metal Top 100


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Eu sempre gostei de rankings... melhores álbuns de todos os tempos, melhores bandas, melhores instrumentistas, os tradicionais melhores do ano e coisas do tipo. Tudo bem que alguns deles não são confiáveis (a minoria), mas suscitam muito a curiosidade e são uma boa forma de ter uma referência sobre determinado assunto. Num acesso especialmente ambicioso resolvi fazer o ranking dos 100 melhores álbuns de metal cristão da história.

Não precisa nem dizer que esta lista é de caráter estritamente pessoal, por tanto, discordâncias são extremamente naturais e esperadas. Quem, por acaso, quiser criar um site com o endereço www.eu-odeio-a-lista-de-100-melhores-do-mga-no-whiplash por favor, pode ficar á vontade. Mas que fique o lembrete de que violência física é apelação e ainda por cima, dá cadeia. Ok?

Vamos manter a cabeça no lugar e seguir em frente.

Fácil não é. Rápido muito menos. E cometer injustiças é certo. Independente disso, a diversão é garantida. Esse desejo também derivou-se dos inúmeros emails que recebo de pessoas relatando que conhecem pouquíssimas bandas cristãs e pedindo indicações. Matando três coelhos com uma cajadada: eu sacio a curiosidade de muitos que gostam de rankings, abro uma discussão sadia acerca do assunto e dou inúmeras referências para quem deseja conhecer bandas novas.

A lista não se baseou apenas nos “melhores” álbuns já lançados, mas levou em conta diversos outros fatores como originalidade, técnica, a força da banda como um conjunto, a importância história, a influência exercida, a idoneidade lírica e os frutos que esses álbuns produziram (e continuam produzindo) ao longo do tempo. Tentei abranger também o máximo de bandas e o máximo de estilos, para que todos os segmentos (e os mais importantes) dentro deles estivessem representados, levando em conta todos os gostos e tribos.

Eu, humildemente, tentei fazer a melhor, mais correta, equilibrada e coerente lista de melhores do metal cristão em todos os tempos. Confiram:



1º - Stryper - To Hell With The Devil (1986)

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Esta aí a inquestionável obra suprema dos maiores mestres do metal cristão.

A começar pela capa (a mais fantástica e fundamentalmente significativa de todos os tempos) onde vocês podem ver a arte original (que foi – pasmem – censurada) e substituída por aquela capa preta sem graça com o logo da banda em cima. Contém o maior hino do estilo (a faixa título), além de músicas devastadoras como “Rockin’ The World”, “The Way” e “More Than a Man”. A famosa e contagiante “Free” além da clássica balada “Honestly”.

O álbum alcançou o 32º lugar na Billboard, um feito estupendo para a época e que ajudou para que o preconceito fosse lentamente quebrado além de atingir o objetivo máximo do rock cristão (levar a mensagem às pessoas) e que acabou rendendo clipes para as músicas “Calling On You”, “Free” e “Honestly” que foram incansavelmente veiculados nas principais estações de Tv. Caso raro de grande sucesso comercial, habilidade musical e letras claras. A banda em seu auge. O mais influente de todos os tempos. Indubitavelmente e indiscutivelmente o primeiro lugar da lista. O melhor, mais importante e mais fecundo álbum cristão da história.

2º - Whitecross – Triumphant Return (1989)

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Quando dois caras como Rex Carrol (um reconhecido “guitar hero”) e Scott Wenzel se encontram num momento realmente inspirado, só pode sair um clássico como “Triumphant Return”.

O 4º álbum da banda que foi um dos pilares do hard/heavy cristão junto com o Stryper é uma verdadeira obra prima do gênero. A abertura com “Your Attention Please” – sugestivo nome – não deixa dúvida: riffs soberbos e marcantes, solos recheados de feeling e técnica, refrãos inesquecíveis e o vocal extremamente peculiar de Scott Wenzel muito bem dosado. Características que vão ficando cada vez mais escancaradas com o decorrer da bolacha, e aí você se depara com clássicos do quilate de “Red Light”, “Straight Thru The Heart”, “Shakedown”, “Flashpoint” – outro show particular de Rex - e “Heaven’s Calling Tonight”.

Realmente indispensável na coleção de qualquer um, melhor álbum de uma banda que de tão fiel ás raízes do rock cristão, chega a ser romântica e ingênua. Pseudo-ingenuidade de uma qualidade como essa não faz mal á ninguém.

3º - Mortification – Scrolls Of The Meggiloth (1992)

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Um dos álbuns mais pesados já lançados. O peso e a técnica extremamente apurada que o Mortification apresenta neste trabalho é algo impressionante. A cavalaria pesada do baixo de Steve Rowe, que também está no auge de seu trabalho vocal, capaz de arrancar arrepios dos mais atentos, a guitarra trabalhadíssima de Michael Carlisle e a bateria avassaladora e incansável do mestre e monstro Jason Sherlock. A melhor formação da banda produziu o álbum definitivo do metal extremo cristão, alcançaram o status de grande banda com ele e influenciaram um sem número de outras bandas a partir daí, praticamente todas as bandas cristãs extremas surgidas na década de 90 tiveram influência do Mortification, que continua forte até hoje. Tamanha honraria se justifica pela força e criatividade de bombas atômicas como “Nocturnal” – a melhor introdução da história, grande parte devido ao impacto que o riff inicial provoca - “Raise The Chalice”, “Scrolls Of The Meggiloth”, “Necromanicide” e o épico “Ancient Prophecy”.

Som extremo, letras extremas, mas dotadas de grande inteligência e visão, os precursores de toda a cena death/black que veio com eles. Outro ponto favorável é a sua clássica capa, imagem de onde surgiu a camiseta mais usada por metallers cristãos. A produção de primeira linha, a atenção á todos os detalhes e principalmente o nível de trabalho e variações impostas nas músicas provaram definitivamente que o death metal deve sim ser encarado como arte e que não é qualquer um capaz de praticá-lo, afastando para sempre o adjetivo de “tosco” da sua história. Minhas reverências aos reis da cena extrema.

4º - Tourniquet – Stop The Bleeding (1990)

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Dificilmente o primeiro álbum de uma banda pode ser considerado o melhor de sua história. Não que o Tourniquet tenha decaído a partir dele e produzido trabalhos de qualidade duvidosa, de forma alguma, os americanos se firmaram como uma das bandas mais originais, ousadas e técnicas do mundo. Mas que “Stop The Bleeding” soa até hoje insuperável, ah, isso soa.

A formação clássica que consistia em Guy Ritter (vocal), Gary Lenaire (guitarra), Marky Lewis (guitarra), Erik Jan James (baixo) e Ted Kirkpatrick (bateria) vieram com algo totalmente inovador para a época. Fundador, líder, principal compositor e baterista reconhecido mundialmente (para mim, um dos 10 melhores do mundo), a figura de Ted Kirkpatrick têm sido a alma do Tourniquet durante todos estes anos. Autor de algumas das melhores letras e músicas que o mundo – especialmente o cristão – já viu, a importância do Tourniquet têm nele sua base principal. Sem querer nunca desmerecer o ótimo e absolutamente único vocal de Guy Ritter, e as contribuições fundamentais dos outros três membros. O álbum inteiro é dotado de composições que possuem vida própria e são aula de criatividade e originalidade para muitas bandas. As duas palavras são, inclusive, a perfeita definição do Tourniquet. Uma banda capaz de quebrar todos os parâmetros e desconcertar o crítico mais voraz. Dignos de todo o respeito existente (mesmo que você não goste ou não compreenda alguns álbuns da banda), o Tourniquet é uma das bandas mais queridas e amadas do cenário cristão. Fidelidade dos fãs e qualidade muito acima da média em todos os trabalhos. A camaleônica banda é orgulho de todo bom conhecedor de música e ainda têm muita estrada pela frente, garantia de continuar nos orgulhando e nos surpreendendo. Apenas um conselho: não cometa o pecado de ficar indiferente ao trabalho deles, talvez você não tenha tempo de se arrepender antes do Armaggedon chegar...:)))

5º - Deliverance – Weapons Of Our Warfare (1990)

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Responsáveis pelos primórdios do thrash metal cristão (juntamente ao Vengeance Rising, Seventh Angel e Believer), o Deliverance é um exemplo clássico de banda que não teve o devido reconhecimento do mundo. Jimmy Brown, Jonh Madux, George Ochoa, Brian Khairullah e Chris Hyde produziram um álbum que deveria ser incluído no panteão dos melhores álbuns de thrash metal da história, capaz de competir com os melhores trabalhos de Metallica, Slayer, Exodus, Testament, Kreator, Destruction, Dark Angel, Anthrax, Sodom, Forbidden, Overkill, Megadeth e toda essa turma que constituem a nata do thrash mundial. Pauladas como “Solitude”, “Bought By Blood”, “23”, “Greetings of Death”, “If We Faint Not” e “Weapons Of Our Warfare” possuem tudo aquilo que os amantes do thrash oitentista conhecem tão bem: riffs simplesmente soberbos e geniais, cozinha veloz, áspera e precisa, e a voz e atuação absolutamente original que Jimmy Brown proporcionava. Empolgante e delicioso. A maior e melhor banda do thrash cristão.

6º - Impellitteri – Answer To The Master (1994)

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O Impellitteri já nasceu com músicos de grande porte integrando seu line-up, entre eles Graham Bonnet (Rainbow, Alcatrazz), Pat Torpey (Mr. Big) e Chuck Wright (Quiet Riot e House Of Lords).

Quando a formação finalmente se estabilizou com Rob Rock no vocal, Chris Impellitteri na guitarra, James Amelio Pulli no baixo e Ken Mary na bateria, o grupo já gozava de grande prestígio no Japão. Em 1994 eles já tinham 4 álbuns lançados, mas a grande obra ainda estaria por vir, e ela seria “Answer To The Master”. Se Chris Impellitteri já era considerado um guitarrista de técnica fenomenal e velocidade absurda antes dele, depois então, só viu sua fama aumentar. E o renomado vocalista Rob Rock (M.A.R.S, Axel Rudi Pell) alcançava seu melhor trabalho na banda até então. O resultado do entrosamento dos 4 integrantes foi a grande consistência do puro hard/heavy apresentado, de onde saíram clássicos como “The Future Is Black”, “Fly Away”, “Warrior”, “Answer To The Master”, “Hungry Days” e “The King Is Rising”. Músicas dotadas de pura energia, técnica e potência, que gravariam para sempre o nome do Impellitteri na história da música. Dentre todos os trabalhos que produziram, este com certeza é o que possui as melhores e mais marcantes composições. Perfeito em todos os quesitos e digno de infindáveis audições.

7º - Petra – Beyond Belief (1990)

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Esta aí a origem de tudo, a primeira banda, os primeiros desbravadores. O Petra lançou seu primeiro álbum em 1974, e sem eles, nem eu nem você estaria lendo este texto agora e nem o metal cristão teria conseguido chegar aonde chegou.

É muito injusto ter que escolher apenas um álbum e deixar de fora dos 10 melhores outros clássicos como “Never Say Die”, “More Power To Ya” ou “On Fire!”, mas “Beyond Belief” acaba se sobressaindo por apresentar a melhor coleção de músicas que a banda já trouxe, além de um ótimo equilíbrio entre rocks vigorosos e baladas. “Armed And Dangerous”, “I Am On The Rock”, “Beyond Belief”, “Love”, “Seen And Not Heard” e “Prayer” são músicas que todo apreciador do bom rock cristão já deve ter ouvido. É um dos álbuns mais fortes da banda, que em nenhum momento deixa cair o ritmo ou torna-se soporífero. Tenha-o, mas não deixe de conferir os outros grandes álbuns desses mestres que possuem a carreira mais profícua dentro da música cristã.

8º - Rob Rock – Eyes Of Eternity (2003)

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O álbum mais novo da lista é provavelmente, o ápice vocal de Rob Rock. A produção perfeita de Roy Z (um legítimo gênio em termos de produção) só deu ainda mais brilho a incrível qualidade das composições, heavy/power metal de primeiríssimo nível e peso em evidência, deixando as guitarras conduzirem todo o material. Contando com infindáveis convidados especiais, e uma sólida banda de apoio, Rob realizou o melhor trabalho de sua carreira. E contou ainda com um verdadeiro “dream team” das guitarras para produzir um novo clássico: The Hour Of Dawn. 10 guitarristas se revezando numa música com mais de 12 minutos não merece um outro adjetivo senão inesquecível. Rob Rock encontra-se em uma fase tão inspirada que meu único medo é que ele lance álbuns melhores que esse futuramente e venha me deixar completamente desconcertado. A bem da verdade, tomara mesmo que isso aconteça.

9º - Bride – Live To Die (1988)

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É impossível falar de “Live To Die” sem aquela sensação nostálgica no coração. Dale Thompson e Cia. aprontaram muito das suas ao longo do tempo (incluindo aí a aposta em algumas modinhas desprezíveis), mas isso nunca poderia ser previsto quanto á época e a sonoridade de “Live To Die”. Heavy metal puro, insano, nada rebuscado, nada refinado, apenas guitarras conduzindo as músicas e a intensa interpretação de Dale Thompson com destaque especial aos seus agudos que o tornaram famoso. Fora o prazer que músicas como “Hell No”, “Metal Might”, “Whiskey Seed” e “Out For Blood” proporcionam, todas pérolas do heavy oitentista da banda, encontramos em “Live To Die” uma das melhores músicas do metal cristão em todos os tempos: “Heroes”. Letra perfeita, introdução (com uma arrepiante narração) idem. A maior amostra da atuação impecável do conjunto formado por Dale Thompson nos vocais, Steve Osborne e Troy Thompson nas guitarras, Frank Partipilo no baixo e Shephan Rolland na bateria. Cozinha dando o pano de fundo perfeito, solos técnicos e contagiantes e por fim a melhor atuação de Dale Thompson, refrão fenomenal e certeza absoluta de ouvir a música novamente após a primeira audição. Não só a “Heroes”, como todo o álbum. Eterna referência e fonte de inspiração. O motivo pelo qual os pecados póstumos da banda devem ser perdoados.

10º - Veni Domine – Fall Babylon Fall (1992)

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O Veni Domine chegou a este posto por um motivo bem claro: criatividade. Quando pessoas dotadas de uma grande e abrangente musicalidade se sentam para escrever composições que visam atingir todos os sentidos do ouvinte, e isto é feito de forma sábia e equilibrada, o resultado só poderia ser um álbum tão especial e transcendente como “Fall Babylon Fall” – a já começar pela maravilhosa e detalhada capa. Seu doom metal progressivo e sinfônico, com latentes referências ao heavy e hard, trabalha de forma única os elementos musicais para alcançar um resultado completo e original. Baseando-se nisso conseguiram fazer com que músicas extremamente longas não fossem nem um pouco enjoativas e que prendem a atenção do ouvinte todo o tempo. Fora a épica, soberba e ambiciosa “The Chronicle Of The Seven Seals” com seus 24 minutos de duração. Os suecos nunca mais foram tão inspirados e souberam dosar tão bem os elementos de suas composições depois dele, mas deixaram seu nome eternamente marcado na história da música com “Fall Babylon Fall”.

11º a 100º

11º - Bloodgood (Detonation)
12º - Barren Cross (Rock For The King)
13º - Stryper (Soldiers Under Command)
14º - Jerusalem (Dancing On The Head Of The Serpent)
15º - Saint (Too Late For Living)
16º - Bride (Snakes In The Playground)
17º - Stryper (Against The Law)
18º - Deliverance (Stay Of Execution)
19º - Lament (Tears Of A Leper)
20º - Crimson Thorn (Dissection)

21º - Rez Band (Colors)
22º - Living Sacrifice (Living Sacrifice)
23º - Bloodgood (Out Of Darkness)
24º - Tourniquet (Microscopic View Of A Telescopic Realm)

25º - Petra (Jekyll & Ryde)
26º - Impellitteri (System X)
27º - Tourniquet (Psycho Surgery)
28º - Believer (Sanity Obscure)
29º - Petra (Come And Join Us)
30º - Morphia (Unfullfilled Dreams)

31º - Recon (Behind Enemy Lines)
32º - Rob Rock (Rage Of Creation)
33º - Mortification (Post Momentary Affliction)
34º - Antestor (Despair)
35º - Barren Cross (State Of Control)
36º - Guardian (Swing, Swang, Swung)
37º - Seventh Avenue (Between The Worlds)
38º - Virgin Black (Sombre Romantic)
39º - Rez Band (Reach Of Love)
40º - Horde (Hellig Usvart)

41º - King James (The Fall)
42º - Vengeance Rising (Human Sacrifice)
43º - Petra (More Power To Ya)
44º - Whitecross (In The Kingdom)
45º - Holy Soldier (Holy Soldier)
46º - Sacred Warrior (Master Of Command)
47º - Saviour Machine (Saviour Machine I)
48º - Narnia (The Great Fall)
49º - Paramaecium (Within The Ancient Forest)
50º - Seventh Angel (The Torment)

51º - Stryper (The Yellow And Black Attack)
52º - WhiteCross (Hammer&Nail)
53º - Stryper (In God We Trust)
54º - Bride (Show No Mercy)
55º - Ultimatum (The Mechanics Of Perilous Times)
56º - Crimson Thorn (Unerthead)
57º - Mortification (Envision Evangelene)
58º - Extol (Undeceived)
59º - Immortal Souls (Under The Northem Sky)
60º - Destra (Joe's Rhapsody)

61º - Balance Of Power (Perfect Balance)
62º - Living Sacrifice (Reborn)
63º - Bloodgood (Rock In A Hard Place)
64º - Deliverance (Deliverance)
65º - Clemency (Divine Legions At War)
66º - Acoustic Torment (Schwarzwald)
67º - Sanctifica (Spirit Of Purify)
68º - Crimson Moonlight (The Covenant Progress)
69º - Slechtvalk (The War That Plagues The Land)
70º - Ashen Mortality (Your Caress)

71º - Vomitorial Corpulence (Karrionic Hackticion)
72º - Impellitteri (Crunch)
73º - Tourniquet (Vanishing Lessons)
74º - Narnia (Long Live The King)
75º - Paramaecium (A Time To Mourn)
76º - Crucified (The Pillars Of Humanity)
77º - Petra (Petra)
78º - Antidemon (Demonocídio)
79º - Sacred Warrior (Rebellion)
80º - Saviour Machine (Legend III:I)

81º - Guardian (Fire And Love)
82º - One Bad Pig (A Scream On Sunday)
83º - Stauros (Adrift)
84º - MxPx (Teenage Politics)
85º - Shining Star (Fatal Mistake)
86º - Teramaze (Tears To Dust)
87º - Titanic (Maiden Voyage)
88º - Valediction (Summouned to the Court)
89º - Belica (Looking For The Light)
90º - Echo Hollow (Diet Of Worms)

91º - Antestor (The Return Of The Black Death)
92º - Whiteheart (Emergency Broadcast)
93º - Jacob's Dream (Jacob's Dream)
94º - Laudamus (Unlimited Love)
95º - Lament (Through The Reflection)
96º - Exousia (Welcome To The Kingdom Of Light)
97º - Believer (Dimensions)
98º - Galatic Cowboys (At The End Of The Day)
99º - Glenn Kaiser Band (Spontaneos Combustion)
100º - DC Talk (Jesus Freak)

Dados sobre a lista:

100 álbuns
64 bandas diferentes

Bandas com mais álbuns na lista

Petra (5)
Stryper (5)
Tourniquet (4)
Bloodgood (3)
Whitecross (3)
Bride (3)
Impellitteri (3)
Deliverance (3)
Mortification (3)

Álbuns por década

Década de 70 (2)
Década de 80 (27)
Década de 90 (51)
2000 em diante (20)

Álbuns por estilo

Hard/Heavy (44)
Metal Extremo - Thrash/Death/Black – (36)
Doom/Gótico/Similares (7)
Power/Melódico (7)
Punk Rock (3)
Rock Alternativo (2)
Blues (1)



Eleição dos 10 Melhores

Bom, vocês puderam conferir a minha lista dos 100 melhores. Agora é a vez de você eleger a sua lista dos melhores de todos os tempos.

Estarei promovendo a eleição dos 10 melhores álbuns de metal cristão da história de acordo com vocês, leitores. As listas com os 10 melhores álbuns devidamente numerados deverão ser enviadas para o email [email protected] com o assunto “10 melhores”. Só serão aceitos emails que contenham todos os 10 álbuns corretamente numerados e que possuam o nome, a cidade e o estado do remetente. Obviamente será desconsiderada qualquer tentativa de voto em massa, envio por dois emails diferentes da mesma pessoa, e qualquer espécie de fraude e contravenção, por entanto, maníacos...se aquetem!

A eleição será definida pelo sistema quantitativo, ou seja, quantidade de votos. O mais votado ganha (e assim sucessivamente até o 10º colocado). Simples assim. Conto com a participação de TODOS os leitores. Envie a sua lista, motive os amigos, divulgue. Vamos fazer dessa a maior eleição do gênero já realizada no Brasil. “Alea Jacta Est”* como diria Júlio César!

(*) – Alea Jacta Est – “A sorte está lançada”.



Notícias

Seventh Avenue no Brasil

E eis que a tão esperada turnê do Seventh Avenue pelo Brasil em novembro foi adiada. A justificativa é que o álbum “Eternals” teve atraso de 3 semanas na prensagem e a gravadora Megahard de São Paulo quer fazer uma boa divulgação do álbum por aqui antes da turnê. É crível? Para mim parece mais incompetência e falta de profissionalismo. Sem contar o prejuízo causado ás casas de shows que já haviam confirmado datas com a banda, com o público que fica confuso e por abalar a confiança e credibilidade da banda para com todos os setores e pessoas envolvidas. A chance de uma turnê realmente bem sucedida ainda é grande, mas é preciso que se trabalhe com imenso profissionalismo e clareza para que escorregões como esse não aconteçam novamente. De qualquer forma, já podem ser conferidos no site oficial da banda (www.seventh-avenue.de) trechos de todas as faixas do novo álbum.

Novo álbum do Crimson Moonlight

Crimson Moonlight, banda sueca de black metal, que lançou ano passado o excelente “The Covenant Progress”, acaba de anunciar o nome de seu novo álbum, que foi intitulado "Veil of Remembrance". De acordo com o site oficial da banda, o cd está sendo produzido novamente por Thomas Johansson e contará com 9 músicas que mesclam Black Metal com elementos de Death e Thrash; muitos riffs técnicos de guitarra e a exclusão do uso de teclados, tão característicos das atuais bandas de Black Metal escandinavas. "Desde o início da produção decidimos por um som mais cru e pesado sem o uso dos teclados, com vocais agressivos e mais intensos do que nunca." comentou Simon Pilgrim Rosen (para mim, um dos melhores vocalistas de black metal da atualidade). O novo álbum tem previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2005, e é baseado em uma história muito escura, de dor e reflexões em meio ao caos e a luz, definidos de forma poética em experiências reais de vida.

Relançamento do Tourniquet

O Tourniquet está relançando o álbum "Vanishing Lessons" lançado originalmente em 1994 (e que marcava a entrada do vocalista Luke Easter na banda). O CD terá quase 74 minutos de duração, 17 faixas, incluindo músicas ao vivo e material raro. A parte bônus será: HHS2 / Acidhead - live 2000 / Pecking Order - live 2002 / Vanishing Lessons - live 2002 / Drowning Machine - demo 1994 / Twilight - demo 1994. Outra notícia dos americanos é a volta do guitarrista Aaron Guerra (que havia saído em 2001 e passou boa parte da década de 90 junto deles). Vale a pena uma visita no site oficial da banda que foi totalmente reformulado e agora sim apresenta algo digno de sua história, o endereço é www.tourniquet.net

Tracklist do novo do Morphia

O Morphia anunciou o track-list de seu novo álbum “Fading Beauty”, que é o seguinte: Serenity, Memories Never Die, Fading Beauty, What Once Was, Of Stars And Flowers, The Meaning Of Forever I, The Meaning Of Forever II, The Meaning Of Forever III, The Sound Of Violence e Nothing More To See. Os pedidos já podem serem feitos no site da Fear Dark Records e no email [email protected]

Clássicos do Seventh Angel relançados

O Seventh Angel, a histórica banda inglesa, terá relançados os dois álbuns clássicos, "The Torment" e "Lament For The Weary" pela Bombworks Records. O selo também colocará no mercado um CD extra contendo a demo "Heed The Warning" e provavelmente algumas gravações ao vivo. O vocalista, guitarrista e líder da banda, Ian Arkley, que hoje tem a banda Ashen Mortality vai relançar os dois álbuns: "Sleepless Remorse" e "Your Caress" como um álbum duplo. As músicas do "Sleepless Remorse"serão remasterizadas. Atualmente a banda está compondo material para a próxima gravação e procura por um novo baterista. Marcelo Lopes (ex-Clemency) não pôde permanecer no grupo por motivos pessoais. Fonte: Metal Mission (www.metalmission.com).

Títulos de novas do Drottnar

O Drottnar divulgou alguns títulos de músicas que farão parte do seu próximo álbum: "Destruction's Czar", "Rulett", "Ad- hoc Revolt", "The Death Concept", "Life in Essence", "Autonomic Self- Schism", e "Stardom in Darkness". O álbum que será produzido por Lars Klokkerhaug terá 50 minutos de duração e ainda não tem previsão de lançamento. Fonte: Metal Mission (www.metalmission.com).



Seção Novas Bandas

Estou criando uma seção permanente na coluna para a divulgação de novas bandas cristãs do underground brasileiro. As bandas que se interessarem em terem seus dados publicados na coluna basta mandar um email para [email protected] com as seguintes informações: nome de todos os integrantes e seus respectivos instrumentos, cidade, estado, estilo, influências, objetivo, pequena apresentação e forma de contato (site, email, endereço...) para o público. Uma grande janela para quem busca seu espaço no mercado.



Inspiração Nossa de Cada Dia

Seventh Avenue – Big City Sharks

Tubarões da Cidade Grande

Eles estão em todos os lugares, e sempre estão lá
A qualquer hora e qualquer lugar
Eles não erram - Nunca!
Eles sabem tudo sobre todo mundo
Eles sabem tudo sobre você!

Todo mundo conhece, e tem medo deles
Eles são os intocáveis
Nunca cruze com eles
Senão você será o próximo!

Tubarões da cidade grande - suas sombras não estão só na cidade
Tubarões da cidade grande - eles encontrarão a tua fraqueza também
Tubarões da cidade grande - pensadores rigorosos, sempre certos
Tubarões da cidade grande - para também te mostrar os teus defeitos

Tão fortes - todo mundo está espantado
Tão estúpidos - todo mundo está gritando
Tão espertos e perfeitamente dotados
Que eles somente choram quando estão completamente sozinhos

Ei, tubarão - quem te ama além de você mesmo?
Ei, tubarão - há alguém, você não o ama
Ei, tubarão - você não pode enganá-lo
Ei, tubarão - não se esqueça que você não é Deus!

Eles conduzem melhor – não importa o que pretendem
Eles amam muito melhor – mas isso se vai
Algum dia você também verá a fraqueza deles
Pois um dia eles também estarão perante Deus

Sempre gostei muito desta letra, e não me esqueci de perguntar a Herbie Langhans (vocalista, guitarrista e principal compositor do Seventh Avenue) quanto tive a oportunidade, abaixo está a parte da entrevista cedida ao Whiplash! (que será lançada num momento oportuno) e que se refere á isso:

Whiplash! – Uma das letras da banda que mais gosto é “Big City Sharks”, pois ela é ácida, atual e verdadeira. O que você pode me dizer sobre ela?

Herbie - A letra é sobre pessoas que estarão sempre no topo, o que elas dizem é o correto, elas querem mostrar para todos que o que elas dizem é a lei. Elas querem estar a todo instante no centro das atenções. Estas pessoas (Tubarões) não gostam de Deus porque Deus sabe o que há dentro de seus corações, mas estes tubarões não querem mostrar que eles são frágeis. Eles querem dominar tudo e a todos.



Literatura

1984 – George Orwell

Romance, política e existencialismo, a tríade fundamental que George Orwell usou para compor um dos melhores livros já lançados. “1984” se tornou uma das obras mais atemporais e influentes da história graças á seu conteúdo incisivo, direto, chocante e visionário quanto ao comportamento da sociedade, do ser humano e das instituições políticas. Num mundo onde tudo é controlado pelo partido (IngSoc) sob a onipresença do Grande Irmão, as pessoas vivem constantemente sob a vigilâncias das “Teletelas” e da Polícia do Pensamento (a mais brutal e eficiente forma de controle) onde cada passo estranho, cada movimento em falso, cada coisa que se faça que esteja fora do estatuto do Partido (quase tudo aliás) é interpretado como traição e a pessoa logo é vaporizada, desaparece, deixa de existir para todos os efeitos, ela, na verdade, nunca existiu. Até os filhos dos próprios habitantes são incentivados a denunciar os pais para a Polícia do Pensamento, coisa comum nos regimes totalitaristas de verdade.

O Partido não controla somente a vida atual das pessoas, mas tudo era relacionado e manipulado por ele, inclusive o passado, o presente e o futuro. O próprio ofício de Winston Smith (o principal personagem da história e que trabalhava no Ministério da Verdade) era transformar a realidade. Ele alterava qualquer dado que pudesse contradizer as verdades do Partido. Dessa forma, o partido nunca esteve, nunca está e nunca estará errado, qualquer dado apresentado por ele (como por exemplo metas de produção de determinado produto – embora se saiba que boa parte deles nem existem – e que são sempre superadas) são encarados com alegria e satisfação pela população, por ver que o continente está “progredindo”. A própria função de Winston é uma crítica à fabricação da verdade pela mídia e da ascensão e queda de ídolos de acordo com alguns interesses.

O lema do partido é: Guerra é Paz. Liberdade é Escravidão. Ignorância é Força. Não lhe parecem todas contradições sem sentido? Pois George Orwell faz dessas afirmações algo tão verossímil (valendo-se aí do fascinante conceito do “duplipensar” criado por ele) que a única dúvida que vêm à mente é como isso não foi perceptível antes. Aparentes contradições que se tornam verossímeis, transformação da realidade, profunda análise política a âmbito mundial, inovação, originalidade, detalhada caracterização dos personagens, existencialismo de primeira, comportamento e psique humana tratados de acordo com sua verdadeira essência, estória completamente envolvente e reviravoltas indecifráveis, esse é o supra-sumo de “1984”. Tudo costurado com a incrível genialidade literária, o espírito crítico e a mente visionária de Orwell. Deixe-se mergulhar na história de Winston Smith, Júlia, O’Brien, Goldstein e do Partido. Que na verdade leva-nos a ver nossa imutável condição humana ali, cortesia da acidez e lucidez do autor. Um clássico supremo, que se torna cada vez mais significativo com o passar do tempo, obra de mestre e gênio, um livro que todas as pessoas deveriam ler. É essa a sensação que fica após a inesquecível imersão nas 277 páginas de “1984”.

Serviço
Livro: 1984
Autor: George Orwell
Páginas: 302 (na última versão com o apêndice da “novilíngua”).
Editora: Nacional
Onde Comprar: Nas melhores livrarias on-line do país.
Preço Médio: R$ 34,90
Site recomendadíssimo sobre a vida e a obra de George Orwell: www.duplipensar.net



Gran Finale

“Tornou-se também claro que o aumento total da riqueza ameaça a destruição – com efeito, de certo modo era a destruição – de uma sociedade hierárquica. Num mundo em que todos trabalhassem pouco, tivessem bastante que comer, morassem numa casa com banheiro e refrigerador, e possuíssem automóvel ou mesmo avião, desapareceria a mais flagrante e talvez mais importante forma de desigualdade. Generalizando-se, a riqueza não conferia distinção. Era possível, sem dúvida, imaginar uma sociedade em que a riqueza, no sentido de posse pessoal de bens e luxos, fosse igualmente distribuída, ficando o poder nas mãos de uma pequena casta privilegiada. Mas na prática tal sociedade não poderia ser estável. Pois se o lazer e a segurança fossem por todos fruídos, a grande massa de seres humanos normalmente estupidificada pela miséria aprenderia a ler e a aprenderia a pensar por si; e uma vez isso acontecesse, mais cedo ou mais tarde veria que não tinha função a minoria privilegiada, e acabaria com ela. De maneira permanente, uma sociedade hierárquica só é possível na base da pobreza e da ignorância.”

Trecho do livro “1984” de George Orwell, pág. 178.

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Sobre Maurício Gomes Angelo

Jornalista. Escreve sobre cultura pop (e não pop), política, economia, literatura e artigos em várias áreas desde 2003. Fundador da Revista Movin' Up (www.revistamovinup.com) e da revrbr (www.revrbr.com), agência de comunicação digital. Começou a escrever para o Whiplash! em 2004 e passou também pela revista Roadie Crew.

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