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Ceará Music: ele voltou. Festejemos.

Por Leonardo Daniel Tavares da Silva
Postado em 05 de novembro de 2022

Durante 10 anos os cearenses aguardaram ansiosamente pela notícia que chegou este ano. Foram muitos boatos, falsas confirmações espalhadas por um e outro pela Internet, mas nada concreto. Apenas o anseio, que não era dividido apenas pelos roqueiros, que em edições anteriores do Ceará Music viram bandas de rock nacional como Bikini Cavadão, O Rappa , Engenheiros do Hawaii, o então maior representante do fenômeno emo, NXZero, mas também por metaleiros que viram Shaman, com Andre Matos, Evanescence e Angra, e até por forrozeiros, afinal, apesar da música não contemplar seu estilo preferido (e, promessa da produção, jamais contemplará) o Ceará Music era o evento do ano, a festa que mais reunia pessoas de todas as classes sociais, de todas as idades na capital. A notícia chegou em coletiva que participamos mês passado e foi comemorada com um baita evento, um aperitivo do que será a edição de retorno do festival, a acontecer em 2023, com uma megaprodução, três atrações nacionais de peso, sem esquecer a representação local. Estivemos lá e contamos aqui tudo o que vimos.

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Todas as fotos por Chris Machado.

IGOR MONTENEGRO

Igor Montenegro e sua banda deram início à festa com a primeira nota musical do renascimento do festival. Tocaram músicas autorais, um pop rock com letras em português, algumas em inglês, um reggae e sucessos do rock nacional. Antes de uma delas, perguntou se chamava Júlia, e, diante da resposta positiva das júlias presentes, disse que a canção era só para as júlias chatas. O nome da canção? "A Culpa é da Júlia". Ele também trouxe uma canção lançada em agosto, "Saudade, deu vontade de ligar". Depois, as júlias (as anas, pelo menos) foram apropriadamente homenageadas com Ana Júlia, dos Los Hermanos. Em suma, o artista e a banda têm bom futuro no estilo que escolheram tocar, mas tem que urgentemente se livrar de tantas covers e apostar na capacidade de seu som autoral.

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JÃO

Desde que os portões se abriram (com atraso, precisamos registrar), o público já se concentrava na frente do palco do meio. Embora não fosse exatamente necessário para um evento com quatro atrações, a produção do Ceará Music quis dar aos presentes um gostinho do que será a magnitude do festival, com três enormes palcos, um para cada uma das atrações de nível nacional. Quando o festival for "valendo", fica meio óbvio que serão também atrações de peso divididas em múltiplos palcos e, se ocupar um espaço maior na área do Hotel Marina Park, até mesmo com shows simultâneos. Pois bem, nesse palco era onde se apresentaria o cantor Jão. Assim que o clarão anunciou que João Vitor România Balbino já tomava o seu lugar, junto à sua banda e um enorme polvo inflável cujos tentáculos se estendiam por todo espaço (o baterista ficava num espaço dentro da cabeça do molusco). Ali estava ele, fraco, frágil e estúpido, falando de amor, mas dizendo não ser santo e com medo de morrer sozinho.

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Na primeira fala ao público, Jão declarou que a banda estava muito feliz de tocar em Fortaleza, disse amar a cidade e até querer morar nela. Complementou pedindo para que todos ficassem muito à vontade para ser quem são de verdade, cantando, chorando, amando... Pedido prontamente atendido, o público cantou junto "Me Beija com Raiva". E a letra de "Ainda te amo" emocionou os casais, de toda forma de amor. E o público pulou declarando "é claro que eu não te amo, eu juro eu não te amo, eu só bebi demais", só para imediatamente depois dizer "Ainda Te Amo".

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Jão apresentou a banda antes de "Essa Eu Fiz pro Nosso Amor". E por falar em Cazuza (citado em "Essa eu fiz...), "Exagerado" vem em seguida, homenageando o poeta. Na agitada "A Rua", ele também toca tambor (já tinha tocado guitarra em "Acontece". E reclama do calor. Se para ele estava assim tão quente, coitadas das backing vocals, vestidas com roupas plumadas em forma de coração.

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Numa conversa descontraída com alguns fãs que pediam as baquetas, Jão leu cartazes. "Quica na latinha ou me dá a sua baqueta". "Não tenho esse físico então você ganhou a baqueta", respondeu. "Votou 13? Também merece". E o ameriliense até aprendeu a fazer a vaia cearense. Ou tentou.

Este não era o primeiro show de Jão no Ceará no ano. Ele já tinha vindo em abril, mas não cantou "Enquanto me Beija". Agora estava fazendo isso. Em seguida, as vocalistas tiveram seu momento de destaque cantando o clássico de Otis Redding, imortalizado pela imortal Aretha Franklin. Foi uma distração para que não víssemos a mesa sendo posta no palco. E foi sentado à mesa com parte da mesa que ele canta VSF. O acrônimo vocês sabem o que é. Quanto à mesa, até não dá para ficar surpreso em um festival que já surpreendeu a todos com um sofá sendo carregado para o centro do palco (nos catárticos shows do Bikini Cavadão que marcaram as edições anteriores).

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Jão ainda lembrou que o primeiro show que fez em Fortaleza foi no Órbita. E que 2013 foi um ano massa. Deixa para falar de uma festa estranha, com gente esquisita, e que seu coração é grande para caber todos os "Meninos e Meninas" que já amou, enquanto meninos e meninas, meninos e meninos, meninas e meninas, e meninos que gostam de meninos e meninas, amavam como idiotas. E o show terminou mesmo com "Idiota", seu maior sucesso. Jão já é um estouro, mas a tendência é que, com seu som apaixonado, de letras bem acima da média do pop nacional, seu nome se firma cada vez mais no panteão da música brasileira. Ah, mas é melhor não maltratar mais as suas vocalistas de apoio com essas roupas de coração em cidades como Fortaleza, Teresina, Cuiabá... Deixe só pra São Paulo mesmo.

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Setlist

Santo
Vou Morrer Sozinho
Me Beija com Raiva
Ainda te Amo
Não te Amo
Essa Eu Fiz pro Nosso Amor
Exagerado (Cazuza)
Acontece
A Rua
Enquanto Me Beija
Respect
Imaturo
VSF
Meninos e Meninas
Idiota

JOTA QUEST

Os seis minutos de fogos de artifício antecederam a festa no palco seguinte. O show de Rogério Flausino, Marco Túlio, PJ, Márcio Buzelin e Paulinho Fonseca, o Jota Quest, começou com "Além do Horizonte", seguida de "Na Moral" (e com o público pulando) e continuou com "Encontrar Alguém" e "Imprevisível". "O Sol" fez o público gritar quando reconheceu as primeiras notas na guitarra de Marco Túlio. No telão, atrás, apenas um amarelo vívido: o sol. A propósito, como a frase anterior deixa deduzir, o enorme telão central mostrava a cada música algo relacionado à música que está sendo tocada. Enquanto isso, os enormes telões laterais mostram imagens da banda no palco, com uma edição rápida e viva, proporcionando a quem preferiu ver o show de longe, sentado ou guardando um bom lugar para a próxima atração uma boa experiência visual. O mesmo, infelizmente, não pode ser dito de quem estava responsável pelas imagens do Jão. Com profundo desrespeito pelos componentes da banda, os operadores das câmeras focaram apenas no artista principal, até mesmo quando algum de seus músicos fazia um solo. Claro, ele era o principal ali, mas não era um DJ para estar sozinho no palco, como as imagens de seus telões poderiam levar a crer. Ponto positivo para a equipe que filmou o Jota Quest. Negativo para a do Jão.

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"Mais uma vez" e "Já foi" vem em seguida, com PJ arrebentando no baixo. Você pode até não gostar da música da banda, mas se se entregar ao som funkeado do seu show elétrico vai dançar é levar boas recordações do show (uma prova de que o acústico foi um erro). E se já for fã então, será o melhor dos mundos.

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Depois de "Amor Maior", Flausino comenta: "energia muito positiva, saudade total. Ceará Music, seja muito bem-vindo". Lembrou também que esta era sua turnê comemorativa de 25 anos de banda (27, na verdade, por causa da pandemia) e trabalho mais recente, o acústico, com "Pra Quando você se lembrar de mim".

PJ mandou bem com sua levada de baixo dando início a "Mandou Bem". O show é mesmo uma festa, mas é interrompido, no entanto, por uma sessão memorial, com falas dos integrantes passeando pela história da banda, pela amizade que tinham em comum (a saber, o Jota Quest é uma das poucas bandas no mundo a continuar com sua formação original por mais de duas décadas).

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A lenta "Daqui só se leva o amor" reinicia o show. "Que oportunidade de estar aqui neste festival, que é um dos mais queridos do Brasil", disse o Rogério de dois oliveiras. E chamou para transformar o Ceará Music em um grande karaokê, um karaoquest, com "Fácil" e só Flausino no violão e o público no coral.

O clássico da música Black brasileira, o primeiro single da banda, de 1996, "As Dores do Mundo", de Hyldon, também marcou presença antes de Marco Túlio meter um solo de guitarra para dar início a "O Que Eu Também não Entendo".

"Blecaute", agora com início de Paulino Fonseca, homenageando o deus Miles Davis na camisa, chamando para o baile com o ritmo da sua bateria, que, colada à "De Volta ao Planeta" deu um ponto final na brincadeira.
Saíram sem se despedir, mas é claro que voltariam para o bis. Rogério lembrou do momento em 1999 em um Ceará Music em que, enquanto cantavam O Vento, Ivete Sangalo, de surpresa (inclusive para eles) subiu ao palco e participou da música, que então tocaram também. Com um momento noite estrelada (o público ligando a lanterna de seus celulares), tocaram "Só Hoje", agradeceram é terminaram com "Tempos Modernos", do Lulu e, conectando com a atração seguinte, "Do Seu Lado", de Nando Reis.

Setlist

Além do Horizonte
Na Moral
Encontrar Alguém
Imprevisível
O Sol
Mais uma Vez
Já Foi
Amor Maior
Pra Quando Você se Lembrar de Mim
Mandou Bem
Daqui Só se Leva o Amor
Fácil
As Dores do Mundo
O Que Eu Também Não Entendo
Blecaute
De Volta ao Planeta
O Vento
Só Hoje
Tempos Modernos
Do Seu Lado

PITTY & NANDO REIS

Pra fechar a noite, a maior novidade, o show mais exclusivo. A cantora baiana PITTY e o ex-TITÃS Nando Reis resolveram juntar suas músicas, seu rock e sair pelo Brasil em turnê. Finalmente era a vez de Fortaleza receber este show, que já passou por cidades como Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Natal e São Paulo. Enfim, Priscilla Novaes Leone e José Fernando Gomes dos Reis chegaram com seu próprio gerúndio, seu próprio verbo, dizendo estar "PittyNando". A exemplo da empreitada de Nando com Gal Costa e Gilberto Gil, iniciaram o show com a música composta para e dando nome ao projeto. Em seguida, os dois roqueiros passaram a se revezar cantando sucessos de suas carreiras, às vezes intercalando músicas um do outro, como "Admirável Chip Novo" e "Do Seu Lado" (que tínhamos acabado de ouvir). Parte da letra de sua música ele muda para "tocar no Ceará Music com Priscila".

Pitty, com franja a la Rosana Como Uma Deusa, e Nando, uma cabeça vermelha sobre roupas que se movem, conectam suas duas vozes poderosas em sucessos tais quais "Memorias", "Me Diga", "Sou Dela" e "Semana Que Vem". Algumas canções são como se a nova voz sempre estivesse estado ali. "Cegos do Castelo", lançada quando Nando ainda era Titã, cantada por Pitty sozinha na primeira metade, até nos faz ficar em dúvida. Teria sido Pitty uma Titã?

Nando fala de como é ver " Pitty cantar músicas que eu escrevi e cantar músicas lindas - bota ênfase na palavra - que ela escreveu" antes de começar "Na Sua Estante". Por sua vez, Pitty estava sem palavras para dizer o quanto estava feliz de estar de volta ao Ceará Music (ela já participara seis vezes do festival, a última, com seu projeto AGRIDOCE), e devolve a gentileza pedindo pro público cantar junto músicas lindas como "All Star". Ele volta ao palco para interromper e transformar a canção em "Temporal". Encerrando a canção " eu deixo as armas pra trás" o gesto da arma pra baixo, o pé quase pisando na própria mão, não passou despercebido pelo público que retribuiu com gestos de L. Sabemos o que este gesto significa.

Dizer que "Por Onde Andei", colada a "Equalize", com os dois juntos, foi o ponto alto do show seria uma bela de uma falácia. O show inteiro foi o ponto alto do show. Ato contínuo, "Resposta" começa com ele, com ela se juntando depois. As dobradinhas continuam com "Deja Vu", o reggae "Te Conecta", que conectaram com outro reggae "Marvin". Ao fim da canção, Nando pedira pra "quem acredita que a vida vai ficar melhor" levantar as mãos. Ele não disse nenhum nome, mas, seus dedos estavam em L. Foi o que levantou o coro de "Fora Bolsonaro, por quase todo o público".

"Luz dos Olhos" vem num arranjo novo, funkeado, excelente. O teclado a transforma em "Teto de Vidro" e, depois, é a vez de "Relicário". E quem começa "Me Adora" não é nenhum dos dois. É o público.

Fechando o show, que tem que ser transformado em DVD, obrigação dos dois, dívida dos dois para com seus fãs e para com a música brasileira, "Máscara", com trecho de não vou me adaptar inserido nela, e um bis com "O Segundo Sol" e "Mantra" se transformando em "Serpente".

Setlist

Admirável chip novo / Do seu lado
Memórias / Me diga
Sou dela / Semana que vem
Os cegos do castelo
Na sua estante
All star / Temporal
Por onde andei / Equalize
Resposta
Déjà vu
Te conecta / Marvin
Luz dos Olhos / Teto de Vidro
Relicário
Me adora
Máscara / Não vou me adaptar
O Segundo Sol
Mantra / Serpente

Definitivamente, a festa "Ceará Music - O Lançamento" nem seria necessária para fazer os cearenses ansiarem pela nova edição do festival, em 2023, mas, aumentaram bastante a expectativa. O calendário anual de eventos de Fortaleza deve voltar a, todos os anos, se dividir em antes e depois do mês do Ceará Music. Embora nem tudo tenha sido perfeito (uma ambulância do SAMU estacionada para qualquer eventualidade teve a sua própria, tendo uma pane e chegou a pegar fogo dentro do evento, felizmente sem notícias de feridos), já aguardamos com fome de novidades pelos nomes do line up de 2023 e parabenizamos a produção por trazer de volta o festival.

Agradecimentos:

Produção do Ceará Music (Arte Produções e Multi Entretenimento), Capuchino Assessoria de Comunicação (especialmente Elias Lima e Kelly Batista) pela atenção e credenciamento.

Chris Machado, pelas fotos que ilustram esta matéria. Veja mais fotos logo abaixo.

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Sobre Leonardo Daniel Tavares da Silva

Daniel Tavares nasceu quando as melhores bandas estavam sobre a Terra (os anos 70), não sabe tocar nenhum instrumento (com exceção de batucar os dedos na mesa do computador ou os pés no chão) e nem sabe que a próxima nota depois do Dó é o Ré, mas é consumidor voraz de música desde quando o cão era menino. Quando adolescente, voltava a pé da escola, economizando o dinheiro para comprar fitas e gravar nelas os seus discos favoritos de metal. Aprendeu a falar inglês pra saber o que o Axl Rose dizia quando sua banda era boa. Gosta de falar dos discos que escuta e procura em seus textos apoiar a cena musical de Fortaleza, cidade onde mora. É apaixonado pela Sílvia Amora (com quem casou após levar fora dela por 13 anos) e pai do João Daniel, de 1 ano (que gosta de dormir ouvindo Iron Maiden).

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