Stratovarius: fazendo o público vibrar em São Paulo

Resenha - Stratovarius (Carioca Club, São Paulo, 18/05/2013)

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Por Otávio Augusto Juliano
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Nome certo na lista das principais referências do Power Metal melódico, o STRATOVARIUS passou mais uma vez pelo Brasil, para uma única apresentação em São Paulo, como parte da turnê de promoção do recém lançado álbum “Nemesis” (2013).

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Fotos por Leandro Anhelli (www.anhelli.com.br)

Pontualmente às 19h, a banda subiu ao palco de um Carioca Club com ótimo público, embora não completamente lotado. Com “Abandon”, faixa de abertura do novo disco “Nemesis”, o STRATOVARIUS deu início ao show, já emendando em seguida “Speed Of Light”, do disco “Episode” (1996), para agito geral.

O palco estava muito bonito, com a imagem da capa do álbum “Nemesis” em um telão no centro, e um jogo de luzes muito interessante, tornando o show um verdadeiro espetáculo visual.

Como não podia deixar de ser, boa parte da noite foi dedicada a canções do novo álbum, mas não faltaram músicas de destaque dos discos mais antigos lançados pelo grupo, como “Eagleheart”, do álbum "Elements, Pt. 1" (2003), “Eternity”, do álbum “Episode” (1996), além de “Destiny”, faixa que dá título ao disco de mesmo nome que alcançou o número 1 nas paradas musicais da Finlândia em 1998.

Aliás, depois de “Destiny”, o público presenciou um dos momentos mais engraçados da noite, quando o baixista Lauri Porra fez seu solo. Enquanto tocava seu instrumento, ele gritou ao microfone “que porra” em referência ao seu nome, brincando com o significado da palavra no Brasil, dizendo ainda que aquela era a “música dele”. O público logo o acompanhou, gritando também o único verso da música “que porra”, se é que se pode dizer isso. Hilário.

O som estava bastante alto e a equalização excelente, possibilitando aos presentes ouvir todos os instrumentos musicais, o que contribuiu, e muito, para a qualidade do concerto.

Depois de um breve solo de teclado, “Black Diamond” fechou a primeira parte do show, já por volta das 20h. Para o bis, voltaram somente o guitarrista Matias Kupiainen, o tecladista Jens Johansson e o vocalista Timo, para a execução da lenta “If The Story Is Over”.

Com o baixista Lauri e o baterista Rolf Pilve de volta, a velocidade e o som mais pesado voltaram, e a banda deu seqüência para mais duas músicas, até se retirar do palco novamente. O segundo bis da noite veio com “Unbreakable” e a mais do que esperada “Hunting High And Low”. Tá bom, parece óbvio dizer que o ponto alto do show foi a faixa escolhida para fechar a apresentação, por ser uma das principais canções do STRATOVARIUS. Mas foi. “Hunting High And Low”, além de ser uma música incrível, fez o público vibrar bastante e encerrou o concerto de forma incrível.

Timo ainda brincou com o público durante a execução dessa última canção, mencionando que o público do Paraguay dois dias antes tinha cantado o refrão bem alto, pedindo aos brasileiros que fizessem melhor. Em seguida, disse que iria para Buenos Aires nos próximos dias e aí provocou mais uma vez a platéia a gritar o refrão de “Hunting High And Low”, sabendo da rivalidade que existe entre os dois países, Brasil e Argentina.

Mais uma ótima pedida para os fãs de Metal, entre tantos e tantos shows que estão agendados para o Brasil em 2013. O STRATOVARIUS segue agora para o Uruguay, Argentina, Chile e Colômbia, terminando sua passagem pela América do Sul.

Agradecimentos a Heloisa Vidal (Brasil Music Press) e Free Pass Entretenimento pela atenção e credenciamento.

Banda:

Timo Kotipelto - vocal
Jens Johansson - teclado
Matias Kupiainen - guitarra
Lauri Porra - baixo
Rolf Pilve - bateria

Set List:

1. Abandon
2. Speed of Light
3. Halcyon Days
4. Eternity
5. Dragons
6. Solo Bateria
7. Eagleheart
8. Fantasy
9. Destiny
10. Solo Baixo
11. The Kiss of Judas
12. Solo Teclado
13. Black Diamond

Bis 1:

14. If the Story Is Over
15. Will the Sun Rise?
16. Paradise

Bis 2:

17. Unbreakable
18. Hunting High and Low

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Sobre Otávio Augusto Juliano

Otávio é paulistano, tem 29 anos e faz algo nada a ver com o Rock: é advogado. Por gostar muito de música e não possuir talento algum para tocar instrumentos musicais, tornou-se um comprador compulsivo de cds. Sempre interessado em leitura ligada ao Rock e Metal, começou a enviar algumas pequenas colaborações para a Whiplash e hoje contribui principalmente com textos relacionados ao Hard Rock, estilo musical de sua preferência. De qualquer forma, é eclético e não dispensa álbuns de todas as demais vertentes do Metal, sendo fã incondicional de W.A.S.P., Mötley Crüe e dos trabalhos do guitarrista Steve Stevens.

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