Resenha - Angra (Lupus Beer, Florianópolis, 06/12/2001)

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Por Rodrigo Simas
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Fotos por Carolina Oliveira do show em São Paulo


Tenho que admitir que estava com um pé atrás nessa suposta volta do Angra, mas como todo preconceito é burro tive que dar o braço a torcer nesse excelente show que movimentou a noite do dia 6 de dezembro em Florianópolis, capital da bela Santa Catarina.
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Com um público bastante razoável para o local (deviam ter entre 500 e 1000 pessoas presentes) o Angra subiu ao palco meia-noite em ponto ( sem explicação não houve os shows das duas bandas de abertura previstas) para um set que reuniu alguns dos antigos clássicos e na sua grande maioria as músicas do novo álbum “Rebirth”, que trás uma nova formação, com Edu Falaschi (nos vocais), Felipe Andreoli (baixo), Aquiles Priester (bateria) e os veteranos Kiko Loureiro e Rafael Bittencourt nas guitarras.


A “nova” banda não deixa nada a dever à formação original. Os músicos são excelentes, Edu segura facilmente a onda como vocalista no lugar de André Matos e até as músicas mais antigas soaram tão boas quanto suas versões originais.

Depois da introdução, “Nova Era” começa o set... o público agita bastante e mostra que conhece as novas músicas cantando todas as letras: “Acid Rain”, “Unholy Wars”, “Rebirth” (essa música é maravilhosa!) e “Running Alone” marcam presença e representam muito bem seu papel ao vivo.

Mas logicamente é com os clássicos do tempo do insuperável “Angels Cry” que o público vai a loucura. Dessa época são lembradas “Angels Cry”, “Time” e “Carry On” (já obrigatória, no bis), passando pela fase do “Holy Land”, com “Make Believe” (grande performance de Edu) e “Nothing to Say”, além do último lançamento com André Matos e cia - “Fireworks” - com a excelente “Metal Icarus”.


A surpresa vem no final com a inesperada “Number Of The Beast” (não sei para que vou escrever aqui mas... o clássico do Iron Maiden) para fechar um show que com certeza teve um saldo muito positivo, mostrando que o Angra ainda tem muitas coisas a fazer pelo heavy metal nacional e até mesmo mundial, ficando a certeza que com a separação dos antigos membros vamos ter duas grande bandas mostrando serviço aqui e lá fora.

Parabéns ao Kiko Loureiro e ao Rafael Bittencourt por manterem a chama acesa e provarem que o que vale é não desistir.

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Sobre Rodrigo Simas

Designer, carioca e tricolor. Começou a ouvir música aos 11 anos, com Iron Maiden, Metallica e Rush. Tem como hobby quase profissional, a música. Além de produzir shows e eventos, trabalhou por 5 anos em loja especializada em Heavy Metal, e já escreveu para alguns sites e revistas de música. Hoje escuta de tudo um pouco, e cada vez mais descobre que existem apenas dois tipos de música: a boa e a ruim, independente do estilo. Bandas e artistas favoritos: Dave Matthews Band, Peter Gabriel, Rush, Iron Maiden, Led Zeppelin, Ben Harper, Radiohead, System of a Down... e a lista continua…

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