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Echo & The Bunnymen: vinte e cinco anos esta noite

Por José Flávio Júnior
Fonte: Usina do Som
Postado em 15 de novembro de 2003

Uma chance para você adivinhar quem está falando: "No Brasil as pessoas me chamam de Mr. Lips (Sr. Lábios). Teve até uma pessoa que me pediu para autografar um disco com esse apelido. Isso é fantástico e só acontece no seu país. Aí ainda rola um febre quando o Bunnymen chega para tocar. E a gente sempre corresponde no palco, porque a vibração é muito boa." Quem é? Quem é? Quem é? Ian McCulloch, claro que está no Brasil pela quinta vez, a quarta com o Echo & The Bunnymen. A visita tem razão de ser. Trata-se da celebração do 25º aniversário do grupo, que veio comemorar a marca com shows em Porto Alegre (segunda, no Bar Opinião) e São Paulo (terça, no Credicard Hall). "O Brasil tem as melhores pessoas do mundo. Sem falar na melhor bebida, que é a caipirinha. Algumas das mulheres são bonitas e gostosas. Ah, e o melhor futebol está aí também", completa, em papo pelo telefone.

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Para entrar na Bunnymania, ele dá uma boa dica: "A Warner remasterizou nossos cinco primeiros álbuns. Eles estão soando melhor, com faixas extras, além de vir com letras e fotos raras nos encartes." Mas, por enquanto, só importando esses itens. O último lançamento que o Brasil recebeu com a grife de McCulloch foi seu terceiro álbum solo, o gracioso Sideling. Para promover esse disco, chegou a ser cogitada uma participação sua nos shows que o Coldplay fez por aqui em setembro.

Aos 44 anos, o vocalista do Echo (ele abrevia para Bunnymen) olha para trás sem perder o futuro de vista. "Depois dessa turnê, a gente vai se preparar para os próximos 25 anos. Estaremos nas nossas cadeiras de roda e tocando." Ele se diz cheio de idéias para o próximo disco do grupo. Avisa que quer ressuscitar o tom dramático dos primeiros discos da carreira, e por isso mesmo vai relembrar músicas obscuras de Porcupine e outras mais antigas – como "The Disease", "No Dark Things" e "Turquoise Days" – nos shows brasileiros.

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Antenado com as "sensações" do rock, McCulloch abençoa a nova geração oriunda da sua Liverpool e arredores. Especialmente o The Coral. "Eles parecem muito com o Bunnymen de 82. O empresário deles foi esperto. Colocou a molecada para ouvir o Ocean Rain bem antes da gravação do primeiro álbum. Obviamente, eles estão usando algumas idéias nossas, o que ainda parece bem à frente do tempo."

A relação com o Coldplay de Chris Martin é mais estreita. O namorado de Gwyneth Paltrow até já classificou Ian McCulloch como o melhor cantor do mundo. "O que é muito carinhoso e bastante preciso", comenta o ídolo. "É legal que o Chris esteja tão fascinado pelo Bunnymen agora, pois ele só tem 25 anos. Não viu a gente na época porque era muito pequeno, mas sei que amou "Nothing Lasts Forever" quando essa música foi lançada (em 1997). Nós nos conhecemos no ano passado, quando estávamos gravando em Liverpool. Nosso empresário deu a caixa do Bunnymen (Crystal Days) de presente para ele. Pouco tempo depois, veio me falar que a banda era a melhor do mundo em todos os tempos. Desde então viramos amigos, rolou uma química entre a gente. Ele é um cara bem tímido e não bebe, o que é estranho. Mas ele não precisa de bebida porque já é louco, um tipo meio lunático – o que eu adoro!"

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McCulloch até passou por uma situação curiosa com o amigo, quando este gravava o vocal definitivo do futuro sucesso "In My Place". "Ele me chamou para cantar os vocais de apoio e eu falei que não fazia vocais de apoio. Então ele pediu meu casaco emprestado, dizendo que ali teria algum poder mágico. Ficou com brações bem para fora da manga e cantou a música", sacaneia, antes de concordar com a afirmação de que o Coldplay é o Echo & The Bunnymen de seu tempo "Eu amo o Coldplay. A Rush Of Blood To The Head é um álbum fantástico, especialmente pelas músicas que soam como Bunnymen. Eu só queria que minha banda estivesse vendendo 5 milhões de cópias como o Coldplay. Estou satisfeito com essa comparação porque eu não queria que eles fossem ‘o novo U2’. Nesse caso, o original já basta!"

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Colocando sua banda no pretérito, ele ainda vai mais fundo na análise: "Se o Bunnymen tivesse começado na mesma época que o Coldplay, teria sido um dos maiores grupos do mundo. Nosso tempo foi diferente. Infelizmente, quando estávamos na ativa, nos anos 80, só rolava rock de estádio, porcarias tipo ‘renascimento cristão’. Éramos peixes fora d’água. Isso talvez tenha nos custado uns milhões de libras, mas valeu a pena num longo prazo. Hoje, as pessoas lembram da gente não porque fomos grandes, mas porque fomos bons."

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