Hansi Kursch discute novo álbum do Demons & Wizards

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Por Thiago Coutinho, Fonte: Metalshrine.se
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Matéria de 30/06/05. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

O site sueco Metalshrine.com conduziu recentemente um longo bate-papo com Hansi Kürsch, vocalista do BLIND GUARDIAN e do projeto DEMONS AND WIZARDS, cujos principais excertos você confere logo abaixo. Kürsch fala a respeito do novo trabalho, intitulado “Touched By The Crimson King”, lançado na segunda-feira, 27 de junho.

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Clique aqui para conferir a entrevista, em inglês, na íntegra.

Metalshrine.se — Quando vocês começaram a trabalhar neste álbum, quanto tempo levou para o primeiro passo ao produto final? Foi um processo de composição difícil ou fácil?

Hansi Kürsch — Foi muito fácil, embora o processo todo tenha sido muito longo, porque nunca havia tempo! Jon [Schaffer, guitarrista do Iced Earth] me mandou um bom material há alguns anos e eu nunca achava tempo para trabalhar nele. Levou uns dez meses para que eu pudesse sentar e prestar atenção nessas músicas como elas mereciam. Levei algumas semanas para fazer as linhas vocais e manda-las de volta ao Jon. Mas daí o Jon ficou sem tempo para trabalhar no material, foi algo que só conseguimos fazer no final de 2004. Jon foi forçado a cancelar suas atividades ao vivo devido a problemas na coluna e isso nos deu oportunidade de nos concentrarmos no Demons and Wizards. Eu o visitei em Indiana, fizemos a pré-produção, então passamos mais uma semana lá e finalizamos os arranjos básicos e terminamos mais umas três músicas. E, logo após isso, estávamos preparados para entrar em estúdio e gravar o álbum. Quando decidimos gravar o álbum em dezembro ficamos preocupados com o fato de que ainda teríamos muito trabalho a fazer, mas os arranjos básicos já estavam prontos e a maior parte dos vocais também. Alguns arranjos em se tratando das harmonias eu ainda não havia feito e eu também não havia feito as letras até começarmos a produção.

Metalshrine.se — Você escreveu todas as letras ou...

Hansi Kürsch — Sim, a maior parte eu fiz! Cheguei com as idéias básicas para as letras e comecei a fazê-las e quando tinha algum problema, Jon me dava uma mãozinha ou se eu me perdia, ele trazia o foco. Há duas faixas que não estão na versão normal do álbum, mas na digipack, que se chamam 'Spatial Architects' e 'Lunar Lament', em que aconteceu o oposto: Jon veio com as letras, e quando ele se perdia, eu trazia o foco.

Metalshrine.se — Li em algum lugar que este álbum foi inspirado na obra de Stephen King, “Dark Tower”. Há alguma verdade nisso?

Hansi Kürsch — Sim, há verdade nisso! Algumas faixas têm relação com este livro, como a faixa-título do CD, 'Touched by the Crimson King'. As pessoas estão pensando que este é um álbum conceitual, mas apenas três músicas falam a respeito do livro, 'Crimson King', 'The Gunslinger' e 'Terror Train'. Acho que é a melhor obra de Stephen King, ele colocou diversos elementos de sua própria criação.

Metalshrine.se — O que os levou a gravar o cover "Immigrant Song", do Led Zeppelin?

Hansi Kürsch — Essa foi uma decisão que tomamos enquanto fazíamos a pré-produção do álbum, em Indiana. Falávamos sobre uma versão de algum cover, mas não queríamos uma música que nós dois gostávamos. Daí alguém surgiu com esta idéia da faixa ‘Immigrant Song’ e essa é uma das raras músicas que Jon gosta. Ele não gosta do Led Zeppelin, mas curte Page e Plant. Quando você coloca o Bonham e o Jones, o Jon acha que eles ficam uma merda! [risos]. Eu amo o Zeppelin e achei que esta seria uma faixa legal e apenas a aceleramos um pouquinho. Esta seria uma faixa supostamente bônus na versão digipack, mas quando ouvimos o álbum inteiro vimos que ‘Immigrant Song’ era melhor do que outras faixas, então tomamos a decisão de adiciona-la ao álbum.

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Sobre Thiago Coutinho

Formado em Jornalismo, 23 anos, fanático por Bruce Dickinson e seus comparsas no Maiden. O heavy metal surgiu na minha vida quando ouvi o vocalista da Donzela de Ferro em "Tears of the Dragon", em meados de 1994. Mas também aprecio a voz de pato bêbado do controverso Dave Mustaine, a simplicidade do Ramones, as melodias intrincadas do Helloween, a belíssima voz de Dio ou os gritos escabrosos de Rob Halford. A Whiplash apareceu em minha vida sem querer, acho que seus criadores são uns loucos amantes de rock e acredito que este seja o melhor site de rock do país, sem qualquer demagogia!

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