Guitarrista do Accept fala sobre G3 alemão

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Por Thiago Coutinho, Fonte: Metalzone.gr
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Matéria de 30/11/05. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

Wolf Hoffman, guitarrista do ACCEPT, falou ao site Metalzone.gr a respeito da vindoura turnê com seus conterrâneos Uli Roth e Michael Schenker, seu novo projeto solo (que mistura música clássica e heavy metal) e suas recentes memórias da última turnê com o Accept. Confira logo a seguir:

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Metalzone — Desde que a turnê do Accept findou, você deu início a vários projetos. Você pode nos falar a respeito?

Wolf Hoffmann — Agora eu não quero parar mais e todas essas coisas surgiram no meu caminho. Uma das minhas grandes paixões na vida tem sido a música clássica. E sempre sonhei com isso no passado, em misturar música clássica e guitarras heavy metal. Fiz isso em algumas canções do Accept, mas lancei mão de samples. Talvez um pequeno solo, mas há alguns anos fiz um álbum completo assim, chamado ‘Classical’, apenas uma gravação que fiz em meus estúdios por paixão mesmo, sem ter quaisquer planos. Mas agora, quero levá-lo para a estrada e com uma orquestra atrás dele. È nisso que estou trabalhando nos últimos meses e espero que até o início de 2007 possa cair com ele na estrada. É um projeto longevo.

Metalzone — E como você está planejando executar este projeto?

Wolf Hoffmann — Tudo que tenho no momento é uma visão, será como um grande show multimídia. Em um típico show clássico, você não precisa de luz para mostrar que não há um sistema PA. É isso que eu quero. Quero que a produção valorize o show de metal e a beleza de um show clássico, combinar os dois no metal.

Metalzone — Uma ópera metal?

Wolf Hoffmann — Sim, mas apenas instrumental. Não haverá ninguém cantando nela. Então, há várias coisas que ainda precisam ser trabalhadas, é por isso que ainda levará algum tempo para que todas as coisas funcionem. Esse é o meu grande projeto para o ano que vem e para o ano seguinte. Mas há outros planos também.

Metalzone — Por exemplo?

Wolf Hoffmann — Como ser um convidado especial na banda de Sebastian Bach, o cara do Skid Row. Tocarei em um show com ele agora, no final de novembro, aqui nos Estados Unidos e, se tudo correr bem, talvez mais alguns depois deste. Outro plano para o ano que vem é cair na estrada com o ‘G3 alemão’. Não se chamará G3, mas terá o mesmo conceito.

Metalzone — E será gravado e, posteriormente, lançado?

Wolf Hoffmann — Não tenho certeza se eles gravarão alguma coisa. No momento, estamos apenas falando dos shows, que serão com Michael Schenker e Uli Roth. Será absolutamente uma honra estar nessa turnê. Esta turnê deve começar em março.

Metalzone — De 2006?

Wolf Hoffmann — Sim, tão cedo os ensaios comecem e começarmos a montar a banda que nos acompanhará na turnê. Parte do acordo é que dividiremos a mesma banda e isso está um pouco complicado.

Metalzone — E para onde a turnê vai?

Wolf Hoffmann — Por toda a Europa e, se tudo der certo, pela América. Há um bom interesse em todo o lugar. Estamos juntando tudo no momento e não tenho certeza se isso só vai rolar na Alemanha.

Metalzone — Como foi estar de volta à estrada com o Accept?

Wolf Hoffmann — Foi demais, me senti como um garoto novamente. Como você sabe, estivemos longe um do outro por, sei lá, uns oito ou nove anos, e não nos víamos muito. Não via o Udo há uns oito anos, porque nos separamos e seguimos caminhos diferentes, e ninguém sabia o que esperar. Me senti como se estivesse subindo no palco pela primeira vez ou indo à sala de ensaios, foi um sentimento maravilhoso. Após todos esses anos me senti como se estivesse voltando para casa. Foi demais.

A íntegra da entrevista pode ser lida aqui aqui.

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Sobre Thiago Coutinho

Formado em Jornalismo, 23 anos, fanático por Bruce Dickinson e seus comparsas no Maiden. O heavy metal surgiu na minha vida quando ouvi o vocalista da Donzela de Ferro em "Tears of the Dragon", em meados de 1994. Mas também aprecio a voz de pato bêbado do controverso Dave Mustaine, a simplicidade do Ramones, as melodias intrincadas do Helloween, a belíssima voz de Dio ou os gritos escabrosos de Rob Halford. A Whiplash apareceu em minha vida sem querer, acho que seus criadores são uns loucos amantes de rock e acredito que este seja o melhor site de rock do país, sem qualquer demagogia!

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