Porcupine Tree: disco novo e show em Paris

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Por Paulo Francisco
Enviar correções  |  Ver Acessos

NE: Recebemos o interessante relato a seguir de um usuário do Whiplash! que esteve presente em um dos primeiros shows da nova tour do Porcupine Tree ocorrido em Paris.

Lemmy: sob investigação, em 2008, por exibir insígnia nazistaSasha Grey: sua real paixão pela música de atitude e sua coleção de vinil

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

"Acabo de chegar do show do Porcupine aqui em Paris no Elysée Montmartre (segundo show da turnê atual) e estou sem palavras para definir a experiência.

Antes, uma banda suporte tocou, meio "The Strokes encontra Metallica" e gostei do som; como resultado, aumentou ainda mais a minha expectativa pelo que viria, e isso nem sempre é bom.

Entra o quinteto, sim, quinteto. Sem explosões, nem fumaça nem DVD, sem nada. Entraram e começaram a tocar, simples e diretos como sempre. Demorei a reconhecer a música, apesar de saber de cor os CDs, e o problema é que não reconheci até o final, quando nosso amigo Steven anunciou num francês tosco - "essa primeira parte vai ser só com o material novo,... espero que gostem". Ansioso por escutar Deadwing e In Absentia, fiquei num misto de decepção e apreensão - sabe lá o que viria pela frente. E o que veio foi MUITO som!

Porcupine é dessas bandas que reza a cartilha do "Uma nota bem encaixada vale mais que mil escalas", e eles encaixam muito bem as notas. Opinião particular: gostei muito das músicas, e como já ia comprar o CD mesmo, fico ainda mais contente. Aviso aos fãs antigos: Steven pareceu gostar do metal e esse álbum repete a fórmula dos dois anteriores, diria que por vezes parece até mais pesado, apesar de ter as baladas e momentos tranqüilos de sempre. Eles tocaram 10 músicas novas, e como Steven falou ao final do primeiro ato, esse deve ser o material final para o lançamento em meados de fevereiro/março.

Intervalo, segunda parte. Open Car e aquele riff matador. Como fã de bandas de thrash e metal posso dizer que o som do PT soa mais pesado e contundente do que muita música de bandas como Sepultura & cia. Impressiona: pouco equipamento, pouca alegoria. A bateria martela, o Gavin dispara os rim shots e é o que mais me agrada como instrumentista, fora é claro a classe do Colin Edwin que surpreende a todos na platéia.

Ao longo de mais 1 hora e pouco de show, tocaram umas 10 músicas do Deadwing e In Absentia e umas 4 de álbuns anteriores, para desespero dos papais presentes. Trains e Blackest Eyes fecharam o espetáculo.

Teria mais um milhão de observações a fazer, mas ia ficar extenso. Resumindo: A mesma impressão que tive ao escutar pela primeira vez; que banda, que som. Pesado, suave, contundente, as notas no lugar certo. Espero que eles se apresentem no Brasil na próxima turnê, e que a produção do show não estrague tudo como fizeram com o Pain of Salvation."




GosteiNão gostei

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net


Todas as matérias da seção NotíciasTodas as matérias sobre "Porcupine Tree"


Pink Floyd: Roger Waters é o pior músico da banda, e o mais criativoPink Floyd
Roger Waters é o pior músico da banda, e o mais criativo

Greta Van Fleet: horríveis, piada, boy band, imitação grosseira do Led ZeppelinGreta Van Fleet
"horríveis, piada, boy band, imitação grosseira do Led Zeppelin"


Lemmy: sob investigação, em 2008, por exibir insígnia nazistaLemmy
Sob investigação, em 2008, por exibir insígnia nazista

Sasha Grey: sua real paixão pela música de atitude e sua coleção de vinilSasha Grey
Sua real paixão pela música de atitude e sua coleção de vinil


Sobre Paulo Francisco

Autor sem foto e/ou descrição cadastrados. Caso seja o autor e tenha dez ou mais matérias publicadas no Whiplash.Net, entre em contato enviando sua descrição e link de uma foto.

adClio336|adClio336